A primeira árvore surgiu no centro da cidade. As seguintes nasceram onde
quiseram. E as pessoas reagiram como sempre: surpreenderam-se, culparam-
se, fugiram, adaptaram-se.
Nesta história breve, em que as árvores decidem destruir uma cidade,
seguimos um biólogo, mais maravilhado do que assustado, e a sua filha, mais
pragmática do que deslumbrada.
Uma distopia onde a Natureza rasga a natureza humana, escrita com o humor
possível.