"Eu queria ser Cássia Eller apresenta ao leitor a Deusa que encarnou nessa terra entre os anos de 1962 e 2001. Um abalo sísmico na vida de todos que conviveram e que se encantaram por ela. A menina tímida, a filha, a ovelha negra da família, a lésbica, a amante, a mãe, a cantora, a amiga, tudo junto e misturado." (Maria Eugenia Vieira Martins, no prefácio)
Conhecida como intérprete de sucessos como "O segundo Sol", "Relicário" e "Por enquanto", entre tantos outros, Cássia Eller se tornou uma das maiores vozes da música brasileira, cultuada até hoje.
Em Eu queria ser Cássia Eller, o premiado jornalista Tom Cardoso traça a trajetória de Cássia, desde a infância no Rio e em Belo Horizonte até o estrelato nacional. Conhecemos sua família, como o pai, militar indisciplinado e mulherengo, que tentou "consertar" Cássia; a mãe, cantora na juventude e uma das influências musicais da filha; Eugenia, o amor de sua vida, mãe de seu filho e sua companheira por catorze anos; Tavinho Fialho, o pai de Chicão, músico que faleceu antes do nascimento do garoto.
Somos também levados às grandes apresentações de Cássia e às confusões em que se meteu durante elas, como a abertura do show dos Rolling Stones no Brasil – com direito a expulsão do palco.
Com depoimentos de familiares, amigos e parceiros de trabalho, Eu queria ser Cássia Eller é mais do que uma biografia, é um tributo emocionante a esta mulher que, com sua voz poderosa e seu jeito verdadeiro, ainda ecoa em nossos corações.
Até chegar ao último capítulo estava amando, aí o autor enveredou por um caminho e não concluiu. Acabou no seco. Também senti muita falta de o Chicão participar, seja com depoimento ou referências direta. A sensação que fica é o livro foi escrito com esmero e encerrado com preguiça.
Livro incrível. Sou fã de Cassia eller e já conhecia sua história, porém rever detalhes da construção de sua discografia foi muito interessante. Achei o último capitulo corrido e sem uma finalização devida. Fez eu terminar o livro sem aquela sensação de prazer.
Li 20%. Até aqui não é muito o que eu esperava. A linguagem é bem o formal e fluida, mas passa uma impressão meio superficial da vida e dela. Vamos ver como continua. Até agora nada de especial: lésbica, cachaceira. Não vi nada especial como na biografia do Alceu Valença Não sei se pelo biógrafo ou pela biografada que não tem muita graça fora sua voz. É isso mesmo, mediano. A vida dela na acrescenta muito, só seu talento como cantora. O autor fez o que pode.