Luís Soares nasceu em 1972 e sempre viveu em Lisboa, apesar do fascínio pela viagem. Não se lembra de não gostar de música, cinema e livros. Outros gostos e desgostos foram sendo adquiridos. Por só precisar de uma caneta ou lápis, começou a escrever muito cedo. A sua primeira história era policial e passava-se em Londres. A segunda era interminável e passava-se em Lisboa e outros lugares imaginados. Em 2003 editou o primeiro de quatro romances pela Oficina do Livro, "Aquariofilia". A este e na mesma editora sucederam-se "Os Adultos" (2005), "Em Silêncio, Amor" (2007) e "Regresso a Barcelona" (2009). Escreve e lê todos os dias e gostava de só fazer isso, mas não pode. Paralelamente, sempre se interessou por tecnologias, particularmente as digitais e os ecossistemas que criam para uma expressão criativa e política mais desintermediada. Trabalhou no CITI, no Ministério da Cultura (quando ainda havia), na Associação Terràvista, como freelancer, na TV Cabo, PT Conteúdos, Beactive e no portal SAPO. Faz parte da equipa que gere o projeto MEO Kanal. Escreveu também sobre as questões da era digital das comunicações, textos com títulos como "O Utilizador é o Conteúdo", "Um Ponto Zero", "O Lugar de Hamlet", "A Inquietude Dinâmica" ou "Estranhos Anjos". Recentemente contribuiu também para o livro "Ideias Perigosas para Portugal" organizado por Gustavo Cardoso e João Caraça com o texto "Transformar as Escolas em Media".