Quando a música guarda memórias, cada nota conta uma história.
Um romance inesquecível sobre o poder redentor da música.
O protagonista deste romance encontra o piano de som aveludado que sempre desejou numa pequena loja de um bairro de Barcelona. Janusz Borowski, um homem misterioso nascido numa floresta no leste da Polónia, alerta-o de que se trata de um instrumento muito especial que exige cuidado. O piano de cauda com o número de série 31887 é um Grotrian-Steinweg, construído em Brunswick, na Alemanha, em 1915.
A descoberta surpreendente de um segredo escondido no seu interior levará o protagonista a iniciar uma longa viagem numa narrativa que atravessa a Europa do século XX.
História de um piano é um romance envolvente sobre a vida de um instrumento que se torna uma metáfora do poder redentor do amor, da amizade, da beleza e, naturalmente, da música.
Ramon Gener Sala (Barcelona, 1967) és un músic, humanista i escriptor. Llicenciat en Humanitats i Ciències Empresarials, es va formar en piano i cant. Després d'alguns anys de treball com a baríton va deixar el cant i va iniciar la seva etapa com a divulgador musical i artístic. L'any 2011 va conduir el programa de televisió Òpera en texans. Més tard va dirigir i conduir This is Opera (2015), This is art (2017 i 2018) i 200. Una noche en El Prado (2019). El 2023 presentà Això no és una cançó per a TV3.
Uma viagem sensorial onde a música é a protagonista. O autor leva-nos pela Europa do século XX, uma história marcada por memórias, arte e passado europeu.
A história de um piano que liga gerações e nacionalidades, numa época marcada por guerra e tragédia.
O autor consegue transmitir o poder emocional da história que conta, ainda que o desenvolvimento do enredo e dos personagens seja superficial. Senti que houve alguma repetição na história e alguns momentos mais lentos.
Gostei dos textos mais poéticos que o autor adicionou, mas senti mesmo que faltou profundidade aos personagens.
O autor utiliza o piano como uma metáfora, um símbolo de tudo o que sobrevive ao tempo: o amor, a amizade, a beleza e a capacidade humana de encontrar redenção na arte.
No geral, é uma leitura que se destaca pela sua sensibilidade e pela forma como celebra a música como força transformadora.
Uma leitura com forte carga simbólica e emocional, mas que para mim, ficou um pouco aquém.