Um volume frenético, recheado de ação – que não traz explicações para o que aconteceu com Okarun – e foca em mostrar o treinamento e resultado dos protagonistas para enfrentar a ameaça alienígena estabelecida no volume anterior.
No começo do mangá, temos um breve foco no Okarun, mostrando que ele se encontrou com Seiko e um novo conceito é apresentado ao leitor: ondas eletromagnéticas em espirais. Eu achei tal conceito e explicação confuso, mas não foi nada aprofundado a respeito disso, logo, acredito que isso será abordado mais para a frente. Assim, Okarun retorna ao seu corpo, e mesmo machucado, busca forças para se levantar e ir ao encontro de seu time para enfrentar os alienígenas.
No que tange o restante do grupo, eles treinaram e aperfeiçoaram suas técnicas, principalmente Jiji e Momo, que conseguiram canalizar suas energias e criar golpes poderosos (o do Jiji é sensacional).
Após o treinamento, eles partem para enfrentar os alienígenas. De maneira resumida, até que eles conseguem se portar bem contra os invasores, com Aira traçando um plano interessante e os demais conseguindo executar. O grande problema que os protagonistas enfrentam, é a quantidade de inimigos, pois, mesmo que eles treinaram e conseguem lutar contra os aliens, explorando suas fraquezas, o número de invasores é muito maior do que eles conseguem dar conta.
Assim, a luta começa a virar de lado e ficar favorável aos alienígenas, com Aira sofrendo um dano absurdo de um golpe direto, e deixando o leitor com vontade de ler mais, o mangá encerra a luta dessa forma nesse volume.
Em sequência, ainda temos alguns capítulos, que focam primeiramente no Sakata, dando a entender que de alguma maneira ele irá se juntar a batalha nas próximas edições. Em seguida, temos o foco dos capítulos na Bamora, em que finalmente nos é apresentado sua origem.