Quatro estações. Quatro capítulos de uma jornada que começa no frio cortante de um adeus e floresce até à liberdade de um novo começo. No inverno, ela enfrenta o peso do fim, o luto por uma história que parecia eterna. Na primavera, aprende a aceitar o que passou, reencontra-se no meio das flores que crescem no jardim. No verão, descobre a leveza de viver sem amarras, celebra cada sorriso e cada passo como se fosse a primeira vez. No outono, num sopro de folhas douradas, percebe que para seguir em frente é preciso soltar aquilo que já não a define. Uma história de dor, renascimento, amor próprio e aceitação, onde as estações da alma se entrelaçam com as estações do ano e mostra que, mesmo nas despedidas, há espaço para poesia.
Uma leitura muito fácil de se fazer e muito prazerosa onde encontrei muitos versos com os quais me identifiquei. Deveras orgulhoso por este projeto e por fazer parte dos seus apoiantes e leitores. 👌🏻
Há anos que me conheço a dizer que "Poesia não é a minha cena", mas depois vem a Laura, com a sua Calma, e mostra-me que poesia pode sim, ser a minha cena e a cena de todos. Porque poesia é sobre sentir, e não sobre interpretar sentimentos; porque poesia é sobre viver, e não imaginar o que o outro viveu; porque poesia é sobre identificarmo-nos com palavras, emoções e vivências... Este é um livro onde reina o caos e a calma; onde as emoções são exploradas, não só as da Laura, mas as de cada um de nós. É um livro que merece ser lido e partilhado, porque nos faz ter vontade de sentir e partilhar. Que o caos da cura seja a cura do caos, e sempre com calma.
Uma escrita crua e verdadeira, que nos deixa ver as fases de um luto, mas que nos deixa perceber que há sempre esperança. E que o tempo, e as estações, são a melhor forma de a encontrar.