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Construindo dispositivos clínicos: Escuta territorial e psicanálise nas situações sociais críticas

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Este livro é uma obra coletiva, de um coletivo de psicanálise: REDE SUR psicanálise e intervenção social. Escrita em muitas mãos
contempla, ao mesmo tempo, a singularidade de cada integrante da equipe. É uma espécie de mapa ou fragmento de mapa, de caminhos percorridos pelo coletivo em seu fazer psicanalítico no qual estão entremeadas a teoria, a técnica e a experiência criativa na criação de dispositivos em diferentes realidades e contextos. A práxis psicanalítica é um ofício, é artesanal, tem um método, entretanto escapa a todo cálculo e predição. Embora replicável, cada campo de intervenção e trabalho é único e demanda diferentes formas de engajamento para colocar a ética da psicanálise – o dizer e as palavras – a serviço da escuta como função instituinte da vida nas situações sociais críticas. (Emília Estivalet Broide)

163 pages, Paperback

Published October 30, 2025

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Profile Image for Gabriel.
51 reviews6 followers
November 28, 2025
Um excelente trabalho do casal Broide e seus colegas do coletivo Sur. Com certeza, a pérola ao meu ver trata-se do capitulo que busca destrinchar a metodologia do grupo, introduzindo os conceitos como escuta territorial, dispositivos clínicos, ancoragens e muito mais.

Fico me perguntando - inclusive dividi esse pensamento com os autores numa roda de conversa que eles fizeram no lançamento em Porto Alegre em 2025 - o quão possível seria que muitas das técnicas e metodologias do coletivo fossem transcritas num contexto institucional de um psicanalista inserido no serviço público, como é meu caso. Isso por que o coletivo Sur trabalha a partir de projetos: demandas pontuais do primeiro/terceiro setor e também da própria administração pública para com o casal, o que levanta questionamentos quanto aos limites da replicabilidade do trabalho deles por outros psicólogos e psicanalistas dentro de suas próprias instituições. De qualquer maneira, também é válida a leitura a partir da apropriação que pude fazer dos dispositivos e do que isso pode reverberar na minha equipe enquanto novas ferramentas conceituais. O outro fator preocupante, e que pouco é discutido neste e no livro anterior, é a sustentabilidade das intervenções quando o coletivo se retira do território. Será que isso não pode sobrecarregar as instituições públicas envolvidas com as novas demandas levantadas?

Devo dar um belo destaque ao trabalho da psicanalista Júlia Rombaldi e Diego nas escolas: a escrita é precisa com um exemplo de um caso que dá uma dimensão mais palpável à intervenção. Também, chama a atenção que a autora é a única que faz uma menção explícita ao trabalho de Lourau, analista institucional cujas contribuições atravessam todo o tempo o livro.
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