Entre gritos sufocados e silêncios ensurdecedores, Amanda levanta-se todos os dias para desafiar o reflexo que a acusa. Herdeira de uma infância difícil de definir, mãe de dois filhos que ama mais do que a si mesma, ela luta para não repetir heranças do passado, nem sucumbir ao caos da sua mente. Em páginas de confissão brutal e ternura inesperada, Mãe de Merda é um retrato nu e visceral de quem se sente partida, mas insiste em tentar. “Quero que me conheças como sou”, diz Amanda ao Alex, o homem que nunca largou a mão dela, mesmo nos dias em que ela própria quis largar tudo. Naquela noite, tivemos tudo sem eufemismos, mãe de merda. Entre confissão e redenção, esta é a história de uma mulher que se recusa a ser apenas vítima ou vilã. É um relato cru e terno sobre o que significa amar quando a mente nos mente tanto. Amanda descobre algo que nunca pensou as cicatrizes não contam apenas o que lhe foi tirado, as cicatrizes não doem, brilham, como marcas silenciosas de tudo o que não a quebrou.
Um lindo duro de ler. Uma história de vida que me emocionou. Um livro que amei e que me fez deitar uma lágrima de fora. Amei amei amei Temo várias temáticas (maternidade,luto,perdas,violência obstétrica,violência doméstica,vícios,transtornos,etc) e que são escritos tão bem e tão reais que chocam. A Selma está de parabéns