This Ain’t a Love Song não é um romance fácil, confortável ou previsível.. e ainda bem! Ana L. Gil entrega uma história intensa, crua e emocionalmente honesta, que desconstrói a ideia do amor romantizado e nos obriga a olhar para as relações sem filtros 💔
A escrita é direta, envolvente e cheia de personalidade. Não adoça a dor nem tenta suavizar conflitos: mostra-os como são: confusos, imperfeitos e, por vezes, dolorosos. Cada capítulo soa mais a desabafo do que a promessa, e isso torna a leitura ainda mais real ✨
As personagens são profundamente humanas. Carregam bagagem emocional, inseguranças, erros e escolhas difíceis. Não são feitas para serem idealizadas, mas compreendidas. A FMC destaca-se pela vulnerabilidade e pela coragem de se perder para se reencontrar, enquanto o MMC vive naquele espaço perigoso entre o querer e o saber fazer melhor 😮💨 A química entre eles não é leve nem inocente — é intensa, desequilibrada, cheia de tensão emocional e silêncios que dizem mais do que palavras 🔥
Este livro fala sobre limites, autodescoberta e sobre aprender que nem todas as histórias de amor foram feitas para ser cantadas. Algumas servem para ensinar, para doer e para libertar. Há crescimento, confrontos internos e a aceitação de que amar também pode significar ir embora 🤍
This Ain’t a Love Song é um romance emocionalmente maduro, imperfeito e marcante — daqueles que ficam na cabeça porque se parecem demasiado com a vida real 🎶
I really enjoyed the author's writing. It's a style that connects with the reader because it uses everyday, simple, and current expressions, instead of giving the text a more formal or sophisticated tone. In this case, the author opts for natural, accessible, and spontaneous language. By writing in a way that's very similar to speech, the text almost feels like a conversation between friends, where ideas flow directly, without much concern for formalities. This linguistic choice creates empathy, brings the reader closer, and makes the reading lighter and more engaging. But don't be fooled into thinking that this means there's no depth, because there are phrases like: "There's something in certain people - like an echo that the skin recognizes before the head understands!" (...), which make us think and feel!
The MMC, Ares, has a hint of past trauma lurking there, just the way we like it, and the FMC is emotional chaos, under reconstruction. But that pair of friends, Felicia and Luis, is the most enjoyable part of the book! The interactions when they're around are super fun, while also showing us what true friendship should be like! Since this is the first book, I'll definitely want to read the second one.
This Ain’t a Love Song foi uma leitura que me apanhou de surpresa. Não é um romance óbvio nem fácil, mas é exatamente isso que o torna tão especial. Acompanhar a Noa foi sentir cada insegurança, cada tentativa de recomeço e cada muralha que ela levanta para não voltar a sofrer. Ela é imperfeita, irónica, frágil e extremamente real.
O Ares entra na história quase sem avisar, sem promessas nem grandes declarações, e gostei muito disso.
A ligação entre eles cresce de uma forma inexplicável, entre conversas simples, silêncios carregados e emoções que nenhum dos dois parece saber bem como lidar.
Nada é forçado, nada é exagerado, e isso tornou tudo muito mais intenso. A música tem um papel na história e senti que muitas emoções foram feitas para serem sentidas naquele espaço entre o que é dito e o que é sentido.
É um livro que fala de amor, sim, mas também de dor, de cura e de aprender a ficar quando fugir parece mais fácil.
No fim, fiquei com aquela sensação quentinha de quando uma história é honesta demais para nos deixar indiferentes. A Noa e o Ares ficaram comigo depois da última página, tal como uma canção que continua a tocar baixinho, mesmo quando o livro já acabou.
4,5⭐️O começo deste livro é simplesmente cativante. Uma escrita super fluida e realista, que nos faz sentir verdadeiramente parte da história, como se estivéssemos mesmo naquele grupo de amigos.
Ri-me imenso com a Noa, o Luis e a Felicia, com a forma como lidam com situações caóticas e complicadas (principalmente com Oreos 😅), trazendo leveza a momentos em que, na vida real, só nos apetece escapar da realidade e escavar um buraco.
Gostei muito mesmo, da Noa. Admiro imenso a força que ela teve logo no ato inicial, algo que eu, certamente, não seria capaz de fazer. E o Ares… o deus grego que ilumina por onde passa, que salva a Noa do seu passado e que, com muito custo em admitir, acaba por deixar que Noa o salve também a ele.
O livro retrata muitas inseguranças e escolhas complicadas, mas adorei a forma como a autora decidiu expor tudo isto de maneira realista, com um toque de comédia que torna a leitura mais leve e próxima.
Este foi, sem dúvida, uma das melhores surpresas que tive a ler autores portugueses.
“This Ain’t a Love Song” não é um romance cheio de promessas fáceis ou declarações épicas. É cru, sarcástico, emocionalmente inteligente e, acima de tudo, muito real. A escrita da autora tem uma leveza rara, usa analogias certeiras, humor ácido e pensamentos internos que nos fazem rir porque… são exatamente aquilo que também já pensámos.
Noa é uma protagonista imperfeita, com defesas afiadas e uma mente que não se poupa. Ares traz a profundidade de alguém que já caiu fundo demais. A dinâmica entre os dois não vive de dramatismo forçado, mas de tensão emocional bem construída.
Gostei especialmente da forma como o livro fala de reconstrução, de segundas oportunidades e de reconhecer aquilo que sentimos, mesmo quando dói admitir.
É diferente do romance português tradicional. Mais moderno. Mais direto. Mais próximo da forma como realmente pensamos.
Uma leitura fácil, super leve, divertida do principio ao fim. É aquele tipo de livro que lês e vais chorar por mais. Adorei todas as personagens, principalmente o Ares e a Noa. ❤️ Para quando o próximo? Porque este demorei menos de vinte e quatro horas por isso, eu preciso do próximo para ontem. Quero agradecer à autora pela cedência do seu livro e mal posso esperar por conhecer mais livros desta autora. E quanto a vocês, não percam esta oportunidade e venham conhecer esta autora portuguesa. Acreditem que não se vão arrepender.
Uma história que parece uma comédia romântica mas vai muito além disso,entre risos e dialogos afiados,a história fala de perdas recomeços ,solidão e aquela sensação dolorosa de estar num lugar e saber que já não pertence ali. Adorei a história, adorei a escrita❤️
Este casal maravilhoso, ganhou o meu coração este ano. Adorei a história, a envolvencia do casal, mesmo sendo o típico clichê é uma história viciante e amorosa que vos vai derreter e prender do início ao fim. Ansiosa pelo segundo ❤️🔥
Adorei…. Este livro não é uma história simples ou fácil, é profunda, aborda temos difíceis, mas tão importantes. A escrita é simples e viciante, poética até, com frases marcantes, que retiro para a vida. A Noa é tão querida, doce e o Ares carismático. Ambos tem profundidade, e que bom foi ve-los a criar algo tão mágico! Obrigada Ana Luísa 💜
Uma história viciante com uma escrita bonita e direta, que nos agarra desde o início. Momentos engraçados, outros em que o nosso coração fica mais apertado e personagens que representam uma amizade verdadeira como o Luís e a Felicia tornam esta história tão real.
Gostei muito deste livro. A escrita é simples e muito próxima dos pensamentos que todos temos no dia a dia, o que torna tudo mais real. É uma história de amor humana, sem parecer irrealista. Recomendo! 📚✨
Que romance maravilhoso!!! Lido num dia,porque não dá para largar... é de prender do início ao fim, o Ares e a Noa são personagens fortes, cheias de cicatrizes que nos deixam ansiosos por saber o que acontece... não é o romance típico, é toda uma construção de pessoas ao longo do livro de forma fluída que só dá vontade de ler e ler ... Aguardo os próximos da série, gostei muito da escrita da Ana Luísa!
Confesso: sou mais de thrillers… mas este início de ano tem-me feito render completamente aos romances. E que pontaria tenho tido! Um atrás do outro, histórias maravilhosas! 🤍
Não conhecia esta autora e posso dizer: ganhou uma fã.
Nesta história conhecemos Noa e Ares. Noa é uma mulher de garras escondidas, forte por fora, mas com um coração frágil, marcado por perdas e desilusões. Ares é tudo aquilo que parece impossível: carismático, elegante, sexy, um verdadeiro deus grego que ilumina qualquer espaço onde entra.
Noa está na pior fase da sua vida. Foi traída pelo namorado com a melhor amiga, perdeu a mãe há dois anos e colocou a própria vida em pausa para cuidar da irmã, Camila. Como se não bastasse, recebe um convite inesperado e cruel: o casamento do ex-namorado com a ex-melhor amiga. Ir ou não ir? Noa decide ir… mas não sozinha. Resolve contratar um acompanhante, alguém à altura do que merece. No dia do casamento, os nervos tomam conta dela: o acompanhante está atrasado. Até que ele chega. E não é um acompanhante qualquer — é Ares.
O que começa como um acordo (que depressa percebe que não é o acompanhante contratado) torna-se rapidamente algo impossível de ignorar. A atração é imediata, intensa, quase inexplicável. Mas quando os sentimentos entram em cena, também chegam os segredos, os fantasmas do passado e as complicações que ameaçam deitar tudo a perder.
Entre drama, amor e uma pitada de comédia, esta é uma história que nos lembra que, quando é verdadeiro, até quem parece estar contra acaba por ajudar.
Gostei muito do final… mas será que Noa e Ares conseguem aguentar a pressão, o julgamento e o peso do passado para deixar o amor vencer?
este livro prova que, mesmo depois da dor, o amor pode voltar a encontrar-nos
“this ain’t a love song” apresenta-nos uma narrativa leve, envolvente e profundamente emotiva, capaz de nos encher o coração à medida que a história se desenrola.