A obra apresenta uma reflexão profunda sobre os “parasitas simbólicos” — influências invisíveis que moldam pensamentos, emoções e comportamentos sem que percebamos. Misturando filosofia, psicologia e metáforas contemporâneas, o texto questiona a autenticidade do “eu” e revela como narrativas externas, padrões emocionais, vícios e ideologias podem assumir o controle interno. Em meio a uma “guerra psíquica”, o leitor é convidado a enfrentar a possibilidade de que parte de sua identidade pode ter sido ocupada por forças simbólicas ancestrais e modernas. O livro não oferece respostas prontas; provoca inquietação, lucidez e coragem para olhar para dentro e reconhecer o que é verdadeiramente seu — e o que nunca foi.