Cassie e Zoe eram tão inseparáveis quanto duas irmãs poderiam ser, mas já se passaram duas décadas desde a última vez que conversaram. No início dos anos 2000, a banda Griffin Sisters incendiava os músicas inesquecíveis, vozes em harmonia, a beleza magnética de Zoe e o impressionante talento de Cassie — tímida, mas genial na voz e ao piano.
Ao lado delas estava Russell, o parceiro de banda, que deu vida a canções inesquecíveis e que, ao mesmo tempo, abriu uma ferida que nunca cicatrizou. Os três conquistaram fãs e viveram uma temporada de sucesso. Mas, como toda banda aparentemente indestrutível, eles também tinham rachaduras invisíveis. Então, uma noite em que tudo implodiu.
Vinte anos depois, Zoe é uma dona de casa em Nova Jersey, enquanto Cassie vive sozinha, isolada no Alasca. Em uma busca pela tia desconhecida, Cherry, a filha adolescente de Zoe, está determinada a reunir as duas e remendar uma história que parecia perdida para sempre.
À medida que segredos vêm à tona, Cassie e Zoe são obrigadas a enfrentar as escolhas do passado e encarar o que realmente fica depois da as cicatrizes que mostramos ao mundo e aquelas que carregamos em silêncio.
Jennifer Weiner is the #1 New York Times bestselling author of eighteen books, including Good in Bed, In Her Shoes, and, most recently, That Summer. A graduate of Princeton University, she lives with her family in Philadelphia. Visit her online at JenniferWeiner.com.
coisas que gostei: curti muito a ambientação do cenário pop do início dos anos 2000 — super assistiria uma série nesse contexto —; a Cherry é uma protagonista que me divertiu; gostei de como a relação das irmãs Zoe e Cassie foi desenvolvida no começo do livro e no desfecho.
coisas que não gostei: a autora fez questão de enfatizar a cada duas páginas o quanto a Cassie era a irmã feia e gorda, e a Zoe era a irmã bonita e magra. desde o começo do livro, quando elas são crianças, até o fim, quando ambas já tem 40 anos. a gente já entendeu!!!! parece que as personagens não tinham outro traço de personalidade que fosse relevante. a Cassie tem uma percepção tão desproporcionalmente negativa sobre si mesma que a história ficou muito irreal pra mim, e absolutamente ninguém (a não ser um personagem) parecia enxergar beleza nela. e a Zoe teve um shift de personalidade completo no meio da história, eu ficava dividida entre o choque com a crueldade dela com a irmã e a raiva com a Cassie por aceitar aquele tratamento calada. enfim.