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Mentes Dispersas
Um guia essencial que oferece esperança e conselhos
a quem vive com PHDA e a todos os que se sentem dispersos.
Com base em décadas de experiência clínica e investigação, Gabor Maté, um dos mais respeitados especialistas internacionais em saúde mental, apresenta-nos uma perspetiva inovadora sobre a Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção (PHDA), transmitindo uma mensagem de otimismo não só a crianças e adultos que vivem com esta condição, mas a todos os que se sentem frequentemente distraídos, ansiosos ou incapazes de controlar a sua impulsividade.
Neste livro transformador, Gabor Maté, também ele diagnosticado com
* Desfaz vários mitos relacionados com a PHDA.
* Convida o leitor a compreender como o ambiente e as experiências da infância moldam o cérebro, as emoções e a capacidade de atenção.
* Mostra, com clareza e uma enorme empatia, que a PHDA é um problema de desenvolvimento emocional que compromete o autocontrolo das emoções e da atenção.
* Permite que os pais compreendam o que motiva os seus filhos com PHDA e que os adultos com PHDA obtenham um entendimento mais profundo sobre os seus comportamentos e emoções.
* Oferece estratégias e conselhos práticos para promover o desenvolvimento emocional e neurológico.
Este guia compassivo e encorajador irá ajudar pais, educadores, profissionais de saúde ou qualquer pessoa interessada em proporcionar uma existência mais serena a quem vive com uma mente dispersa.
a quem vive com PHDA e a todos os que se sentem dispersos.
Com base em décadas de experiência clínica e investigação, Gabor Maté, um dos mais respeitados especialistas internacionais em saúde mental, apresenta-nos uma perspetiva inovadora sobre a Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção (PHDA), transmitindo uma mensagem de otimismo não só a crianças e adultos que vivem com esta condição, mas a todos os que se sentem frequentemente distraídos, ansiosos ou incapazes de controlar a sua impulsividade.
Neste livro transformador, Gabor Maté, também ele diagnosticado com
* Desfaz vários mitos relacionados com a PHDA.
* Convida o leitor a compreender como o ambiente e as experiências da infância moldam o cérebro, as emoções e a capacidade de atenção.
* Mostra, com clareza e uma enorme empatia, que a PHDA é um problema de desenvolvimento emocional que compromete o autocontrolo das emoções e da atenção.
* Permite que os pais compreendam o que motiva os seus filhos com PHDA e que os adultos com PHDA obtenham um entendimento mais profundo sobre os seus comportamentos e emoções.
* Oferece estratégias e conselhos práticos para promover o desenvolvimento emocional e neurológico.
Este guia compassivo e encorajador irá ajudar pais, educadores, profissionais de saúde ou qualquer pessoa interessada em proporcionar uma existência mais serena a quem vive com uma mente dispersa.
- GenresNonfiction
389 pages, Kindle Edition
Published January 8, 2026
About the author
Gabor Maté
73 books9,250 followersDr Gabor Maté (CM) is a Hungarian-born Canadian physician who specializes in the study and treatment of addiction and is also widely recognized for his unique perspective on Attention Deficit Disorder and his firmly held belief in the connection between mind and body health.
Born in Budapest, Hungary in 1944, he is a survivor of the Nazi genocide. His maternal grandparents were killed in Auschwitz when he was five months old, his aunt disappeared during the war, and his father endured forced labour at the hands of the Nazis.
He emigrated to Canada with his family in 1957. After graduating with a B.A. from the University of British Columbia in Vancouver and a few years as a high school English and literature teacher, he returned to school to pursue his childhood dream of being a physician.
Maté ran a private family practice in East Vancouver for over twenty years. He was also the medical co-ordinator of the Palliative Care Unit at Vancouver Hospital for seven years. Currently he is the staff physician at the Portland Hotel, a residence and resource centre for the people of Vancouver's Downtown Eastside. Many of his patients suffer from mental illness, drug addiction and HIV, or all three.
Most recently, he has written about his experiences working with addicts in In the Realm of Hungry Ghosts.
He made national headlines in defense of the physicians working at Insite (a legal supervised safe injection site) after the federal Minister of Health, Tony Clement, attacked them as unethical.
Born in Budapest, Hungary in 1944, he is a survivor of the Nazi genocide. His maternal grandparents were killed in Auschwitz when he was five months old, his aunt disappeared during the war, and his father endured forced labour at the hands of the Nazis.
He emigrated to Canada with his family in 1957. After graduating with a B.A. from the University of British Columbia in Vancouver and a few years as a high school English and literature teacher, he returned to school to pursue his childhood dream of being a physician.
Maté ran a private family practice in East Vancouver for over twenty years. He was also the medical co-ordinator of the Palliative Care Unit at Vancouver Hospital for seven years. Currently he is the staff physician at the Portland Hotel, a residence and resource centre for the people of Vancouver's Downtown Eastside. Many of his patients suffer from mental illness, drug addiction and HIV, or all three.
Most recently, he has written about his experiences working with addicts in In the Realm of Hungry Ghosts.
He made national headlines in defense of the physicians working at Insite (a legal supervised safe injection site) after the federal Minister of Health, Tony Clement, attacked them as unethical.
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Community Reviews
Displaying 1 - 10 of 10 reviews
May 12, 2026
Studiile spun că ADHD-ul se transmite genetic. Autorul vine și demontează acest lucru. Gabor Mate este de părere că societatea și emoțiile modelează viața oamenilor. Poți să capeți deficit de atenție dacă ai fost tratat necorespunzător sau ignorat în copilărie. Ambianța din familie este foarte importantă în creșterea copiilor.
Aveam mari așteptări de la ea. Explică foarte bine teoria, ne ajută să-i înțelegem mai bine pe cei cu deficit de atenție, dar partea practică lipsește cu desăvârșire. Aveam nevoie de exemple clare, metode de pus în practică.
Aveam mari așteptări de la ea. Explică foarte bine teoria, ne ajută să-i înțelegem mai bine pe cei cu deficit de atenție, dar partea practică lipsește cu desăvârșire. Aveam nevoie de exemple clare, metode de pus în practică.
February 20, 2026
Fui diagnosticada con TDAH desde mis 5 años y medicada con Ritalin. Ser neuro divergente en un mundo diseñado para los neurotípicos hace que todos los esfuerzos que para la gente normal son superables, para nosotros se sienta como una gran montaña cuesta arriba con poco oxígeno.
Este libro fue un gran regalo, en cierta medida liberador, porque me permitió entender desde muchas profundidades psicológicas, emocionales y fisiológicas nuestro funcionamiento. Pero también es cierto que nació una necesidad imperativa de que las personas de mi contexto inmediato pudiera leerlo para entenderme mejor, olvidando que no va a ser de interés de todo el mundo; pero sería tan hermoso que la gente pudiera hablar de inclusión realmente entendiendo como nos esforzamos los TDAH por ser parte de la sociedad sin perdernos en anular nuestra esencia.
Somos personas que vivimos en el dolor, el rechazo, la invalidación la mayor parte de nuestra vida. Mucha literatura nos ha condenado al fracaso.
Y hace un tiempo escribí en Linkedin lo siguiente, pero me arrepentí y lo borré porque podía ser contraproducente:
Ser neurodivergente no es solo una forma distinta de 𝘱𝘳𝘰𝘤𝘦𝘴𝘢𝘳 𝘦𝘭 𝘮𝘶𝘯𝘥𝘰, es también una forma distinta de habitarlo.
En entornos laborales que premian la 𝗲𝘅𝘁𝗿𝗼𝘃𝗲𝗿𝘀𝗶ó𝗻 constante, la 𝗺𝘂𝗹𝘁𝗶𝘁𝗮𝗿𝗲𝗮 forzada y la 𝘂𝗻𝗶𝗳𝗼𝗿𝗺𝗶𝗱𝗮𝗱, ser diferente puede sentirse como estar fuera de lugar… incluso cuando estás dando lo mejor de ti.
Quienes somos #neurodivergentes enfrentamos retos invisibles:
⚡ El cansancio extremo de “enmascarar” para encajar
⏳ La lucha interna por cumplir expectativas que no fueron diseñadas para nuestra forma de pensar
♟️ El dilema constante entre ser eficientes y ser fieles a nosotros mismos
Y también, desafíos sutiles en el relacionamiento y la atención:
🗣️ Interrumpimos sin querer, no por descortesía, sino porque pensamos en voz alta o nos emocionamos tanto que tememos olvidar la idea.
🧩 Nos cuesta leer entre líneas o entender silencios que otros interpretan con facilidad.
✍️ Podemos tener dificultad para tomar nota o mantener la atención sostenida en reuniones largas o cargadas de estímulos.
🤯 A veces salimos de una conversación dándole vueltas a si dijimos algo inapropiado sin darnos cuenta.
Y aunque parezcamos intensos, dispersos o distantes… estamos profundamente comprometidos, solo que procesamos distinto
Y también traemos enormes fortalezas:
🎯 Hiperfoco: cuando algo nos apasiona, podemos profundizar con un nivel de detalle que otros no alcanzan.
🌟 Creatividad no convencional: pensamos fuera de lo esperado y proponemos caminos distintos de innovación 💡.
🔍 Pensamiento divergente: vemos múltiples soluciones donde otros solo ven una.
🧠 Capacidad para detectar patrones ocultos: conectamos ideas, señales y datos de forma intuitiva.
♾️ Persistencia auténtica: cuando algo nos importa, no soltamos fácil; investigamos, exploramos, insistimos.
❤️ Sensibilidad emocional profunda: aunque no siempre se note, percibimos más de lo que decimos.
Hablar de inclusión no es solo hablar de género, raza o discapacidad física.
La neurodivergencia es una forma de diversidad silenciosa. 🤫
Tan silenciosa, que muchas veces se confunde con “el compañero difícil”, “el que interrumpe mucho”, “el que no se concentra”, “el que no encaja”.
Hablar de neurodivergencia en entornos laborales no debería ser un tabú.
Debería ser parte activa de la conversación sobre diversidad, equidad e inclusión.
Porque no se trata solo de que el talento se adapte a la empresa.
Se trata de que la empresa también aprenda a adaptarse al talento.
¿Estamos listos para construir culturas que escuchen antes de juzgar, que valoren lo diferente y abracen otras formas de pensar?
Este libro fue un gran regalo, en cierta medida liberador, porque me permitió entender desde muchas profundidades psicológicas, emocionales y fisiológicas nuestro funcionamiento. Pero también es cierto que nació una necesidad imperativa de que las personas de mi contexto inmediato pudiera leerlo para entenderme mejor, olvidando que no va a ser de interés de todo el mundo; pero sería tan hermoso que la gente pudiera hablar de inclusión realmente entendiendo como nos esforzamos los TDAH por ser parte de la sociedad sin perdernos en anular nuestra esencia.
Somos personas que vivimos en el dolor, el rechazo, la invalidación la mayor parte de nuestra vida. Mucha literatura nos ha condenado al fracaso.
Y hace un tiempo escribí en Linkedin lo siguiente, pero me arrepentí y lo borré porque podía ser contraproducente:
Ser neurodivergente no es solo una forma distinta de 𝘱𝘳𝘰𝘤𝘦𝘴𝘢𝘳 𝘦𝘭 𝘮𝘶𝘯𝘥𝘰, es también una forma distinta de habitarlo.
En entornos laborales que premian la 𝗲𝘅𝘁𝗿𝗼𝘃𝗲𝗿𝘀𝗶ó𝗻 constante, la 𝗺𝘂𝗹𝘁𝗶𝘁𝗮𝗿𝗲𝗮 forzada y la 𝘂𝗻𝗶𝗳𝗼𝗿𝗺𝗶𝗱𝗮𝗱, ser diferente puede sentirse como estar fuera de lugar… incluso cuando estás dando lo mejor de ti.
Quienes somos #neurodivergentes enfrentamos retos invisibles:
⚡ El cansancio extremo de “enmascarar” para encajar
⏳ La lucha interna por cumplir expectativas que no fueron diseñadas para nuestra forma de pensar
♟️ El dilema constante entre ser eficientes y ser fieles a nosotros mismos
Y también, desafíos sutiles en el relacionamiento y la atención:
🗣️ Interrumpimos sin querer, no por descortesía, sino porque pensamos en voz alta o nos emocionamos tanto que tememos olvidar la idea.
🧩 Nos cuesta leer entre líneas o entender silencios que otros interpretan con facilidad.
✍️ Podemos tener dificultad para tomar nota o mantener la atención sostenida en reuniones largas o cargadas de estímulos.
🤯 A veces salimos de una conversación dándole vueltas a si dijimos algo inapropiado sin darnos cuenta.
Y aunque parezcamos intensos, dispersos o distantes… estamos profundamente comprometidos, solo que procesamos distinto
Y también traemos enormes fortalezas:
🎯 Hiperfoco: cuando algo nos apasiona, podemos profundizar con un nivel de detalle que otros no alcanzan.
🌟 Creatividad no convencional: pensamos fuera de lo esperado y proponemos caminos distintos de innovación 💡.
🔍 Pensamiento divergente: vemos múltiples soluciones donde otros solo ven una.
🧠 Capacidad para detectar patrones ocultos: conectamos ideas, señales y datos de forma intuitiva.
♾️ Persistencia auténtica: cuando algo nos importa, no soltamos fácil; investigamos, exploramos, insistimos.
❤️ Sensibilidad emocional profunda: aunque no siempre se note, percibimos más de lo que decimos.
Hablar de inclusión no es solo hablar de género, raza o discapacidad física.
La neurodivergencia es una forma de diversidad silenciosa. 🤫
Tan silenciosa, que muchas veces se confunde con “el compañero difícil”, “el que interrumpe mucho”, “el que no se concentra”, “el que no encaja”.
Hablar de neurodivergencia en entornos laborales no debería ser un tabú.
Debería ser parte activa de la conversación sobre diversidad, equidad e inclusión.
Porque no se trata solo de que el talento se adapte a la empresa.
Se trata de que la empresa también aprenda a adaptarse al talento.
¿Estamos listos para construir culturas que escuchen antes de juzgar, que valoren lo diferente y abracen otras formas de pensar?
September 4, 2026
Um guia muito útil para começar a compreender as origens da PHDA, que recomendo a qualquer pessoa com interesse nesta temática. No entanto, esperava um pouco mais de explicação prática, enquanto profissional de saúde mental, sobre como orientar estas pessoas.
February 9, 2026
Este o carte destul de tehnica, dar daca ai rabdare pana la capat, sunt multe detalii curioase/interesante. Incepi sa ti pui intrebari, cum a fost trecutul tau, de unde apare deficitul de atentie.. si majoritatea duc spre copilarie, ambianta din familie!
Si ce este mai important sa cresti un copil cu multe reguli sau fericit?
Si ce este mai important sa cresti un copil cu multe reguli sau fericit?
January 17, 2026
Deși ADD apare în meta-studii ca fiind 70–80% ereditar, teza susținută aici afirmă că un factor major îl reprezintă stresul familial din primii ani de viață. O carte de căpătâi.
August 29, 2026
Explicações genéticas reducionistas, sem fundamentação científica, deixam indivíduos e familiares desamparados no processo de cura.
Senti ter descoberto o que sempre me impedira de alcançar o equilíbrio psicológico: a união dos fragmentos dissonantes da minha mente.
Desequilíbrio entre a consciência intelectual e o autocontrole emocional e comportamental é típico de pessoas com TDAH.
A lei da entropia domina tudo: a ordem é passageira; o caos, absoluto.
O que está sempre presente, nos dias bons e ruins, é a sensação de ter perdido algo importante na vida.
A resposta para o desenvolvimento é o desenvolvimento, e esse desenvolvimento só ocorro em condições adequadas.
A culpa parental, mesmo que mal atribuída, é uma dor que a hipótese genética ajuda a aliviar.
Sejam quais forem as esperanças, os desejos ou as intenções do pai ou da mãe, a criança não têm uma experiência direta desse genitor: o que ela vivencia é o cuidado parental.
Graus de sensitividade refletem graus de sentimento.
A sensibilidade só é transmutada em sofrimento e transtornos quando o mundo é incapaz de escutar as reações fisiológicas e psíquicas afinadas da pessoa sensível.
Três quartos do nosso crescimento cerebral ocorrem fora do útero após o nascimento, com a maior parte ocorrendo nos primeiros anos.
Do ponto de vista embriológico e anatômico, o olho é uma extensão do cérebro: é quase como se uma parte do cérebro estivesse visível.
O apego nada mais é que nossa necessidade de estar perto de alguém. Representa a necessidade absoluta que o vulnerável bebê humano tem de uma proximidade sólida com pelo menos uma figura parental que o alimente, proteja e esteja constantemente disponível.
Toda vez que gritamos com alguém no trânsito, estamos refletindo nosso passado como bebês.
O que nossos medos e fantasias em relação ao futuro refletem senão nosso passado?
O que mais afeta emocionalmente uma criança não é o divórcio em si, mas as tensões de longo prazo e o peso emocional que precedem qualquer divórcio.
Quase todos os adultos minimizam os efeitos dos traumas vividos.
Nossa cultura faz determinados comportamentos de TDAH parecerem, até mesmo, desejáveis e recompensadores.
O propósito original da dissociação é separar nossa consciência de uma dor emocional, desassociar uma da outra. Podemos pensar na dissociação como um anestésico psicológico.
Como desligar-se pode ser perigoso e ao tempo protetor, somente em determinadas condições a natureza nos permite usar isso como defesa. A primeira dessas condições é uma aflição intensa – não é preciso se desligar da dor de uma topada no dedão, por exemplo. A segunda condição é a impotência. Se houver ajuda possível, o mais seguro é sentir dor e gritar por socorro.
Outra reação ao medo ou à ansiedade pode ser a agitação, devido à atividade do centro cerebral em que essas emoções são geradas, a amígdala.
Se a hiperatividade expressa ansiedade, a apatia expressa vergonha. Assim como a ansiedade, a vergonha é uma emoção de apego.
A vergonha começa como um estado fisiológico normal que escapou da regulação pelo córtex, tornando-se profundamente entranhada na identidade do indivíduo.
Novas formas de processar emoções precisam de novos circuitos neurais, e a criação de novos circuitos exigem novas experiências num ambiente emocional favorável.
A primeira coisa que devemos fazer é convencer a criança de que seus pais a querem e a amam exatamente como ela é.
Muitas vezes o que gera as maiores dificuldades não é o comportamento dos filhos, e sim nossa incapacidade de tolerar suas reações negativas.
Os pais devem pensar em atividades interessantes para fazer com o filho ou apenas oferecer sua total atenção. Quando estiverem com a criança, não devem fazê-lo por mera obrigação, mas permanecer plenamente presentes. A criança precisa perceber que os pais fazem questão de estar com ela.
A criança nunca deve sentir que a aceitação dos cuidados depende do desempenho dela em determinada tarefa. A aceitação deve ser incondicional.
As pessoas não precisam de julgamento; precisam de aceitação.
A autorregulação é o objetivo do desenvolvimento e é o que mais falta no TDAH. Um dos significados de autorregulação é a capacidade de manter o ambiente interno dentro de um intervalo funcional e seguro independentemente das circunstâncias externas.
Aprender a dar à criança não a atenção que ela está pedindo, mas a atenção que ela precisa.
A fome só é saciada quando o cuidador aproveita qualquer oportunidade para dedicar atenção à criança justamente quando ela não pediu.
A manipulação e o controle são reações de medo baseadas em ansiedades inconsciente. A pessoa verdadeiramente forte não precisa dirigir e controlar cada aspecto em seu entorno.
Não podemos culpar o gatilho pelo tiro da espingarda. Uma pessoa pode apertar o gatilho quanto quiser, mas , se não houver munição, a arma não vai disparar.
O poder da obsessão vem do inconsciente e governa o indivíduo, ao passo que uma pessoa com verdadeira força de vontade está no comando das próprias intenções.
A criança que é uma ameaçada ou tratada com rispidez parece ser apegada aos pais, mas na verdade esse apego esconde o medo de ser rejeitada ou castigada.
Sentimentos não precisam ser expressos por meio de comportamentos destrutivos.
A pressão é algo que se faz com a criança. A automotivação acontece dentro dela, é um processo do qual ela participa ativamente.
À medida que se sente mais segura e confiante, a criança passa a ter uma independência cada vez maior.
O processo de criar vínculos com outras pessoas e se adequar à coletividade chama-se socialização.
Quem estamos tentando ensinar deve vir antes do o que estamos tentando ensinar.
Para promover a criatividade, o principal é validar a intenção e o esforço, mais que avaliar o resultado.
Se houver amor e aceitação incondicionais dentro de casa, isso será uma influência bem mais poderosa que as pressões externas.
A autoestima causal é volúvel, aumenta e diminui junto com o desempenho da pessoa; a autoestima genuína é sólida, não vem de fora.
Quando desaprendemos a dizer não, abrimos mão da autoestima.
A memória implícita é responsável por boa parte do comportamento humano, e seus mecanismo são ainda mais influentes por serem inconscientes.
A humanidade precisa de gente sensível, que não quer ou não consegue desviar os olhos do que há de errado no mundo.
Assim como a hipersensibilidade exacerba o sentimento de rejeição, a autorregulação deficiente devido à inibição comprometida do córtex exagera a reação à rejeição.
A grande questão é como ser fiel a si mesmo enquanto se convive com os outros.
Nossa escolha de parceiro reflete os padrões de relacionamento iniciais gravados nos circuitos neurais do córtex pré-frontal direito, em especial sua porção orbitofrontal.
A mente com TDAH se assemelha muito a uma tela de TV: não se pode acessar dois canais ao mesmo tempo.
Autoaceitação não significa, portanto, gostar de si mesmo em todos os momentos da vida, e sim tolerar as próprias emoções, todas elas, inclusive as incômodas.
Só se pode fazer escolhas quando se está consciente e desperto, não antes. O despertar não é repentino; é gradual e acontece em etapas.
A solidão contemplativa é diferente de estar sozinho lendo, ouvindo música ou perdido em devaneios. Significa dedicar certa atenção à própria vida, aos próprios pensamentos e sentimentos. Assim como a natureza, tem um efeito integrador e harmonioso.
A necessidade de valorizar o esforço é uma certeza que não nos abandona.
Senti ter descoberto o que sempre me impedira de alcançar o equilíbrio psicológico: a união dos fragmentos dissonantes da minha mente.
Desequilíbrio entre a consciência intelectual e o autocontrole emocional e comportamental é típico de pessoas com TDAH.
A lei da entropia domina tudo: a ordem é passageira; o caos, absoluto.
O que está sempre presente, nos dias bons e ruins, é a sensação de ter perdido algo importante na vida.
A resposta para o desenvolvimento é o desenvolvimento, e esse desenvolvimento só ocorro em condições adequadas.
A culpa parental, mesmo que mal atribuída, é uma dor que a hipótese genética ajuda a aliviar.
Sejam quais forem as esperanças, os desejos ou as intenções do pai ou da mãe, a criança não têm uma experiência direta desse genitor: o que ela vivencia é o cuidado parental.
Graus de sensitividade refletem graus de sentimento.
A sensibilidade só é transmutada em sofrimento e transtornos quando o mundo é incapaz de escutar as reações fisiológicas e psíquicas afinadas da pessoa sensível.
Três quartos do nosso crescimento cerebral ocorrem fora do útero após o nascimento, com a maior parte ocorrendo nos primeiros anos.
Do ponto de vista embriológico e anatômico, o olho é uma extensão do cérebro: é quase como se uma parte do cérebro estivesse visível.
O apego nada mais é que nossa necessidade de estar perto de alguém. Representa a necessidade absoluta que o vulnerável bebê humano tem de uma proximidade sólida com pelo menos uma figura parental que o alimente, proteja e esteja constantemente disponível.
Toda vez que gritamos com alguém no trânsito, estamos refletindo nosso passado como bebês.
O que nossos medos e fantasias em relação ao futuro refletem senão nosso passado?
O que mais afeta emocionalmente uma criança não é o divórcio em si, mas as tensões de longo prazo e o peso emocional que precedem qualquer divórcio.
Quase todos os adultos minimizam os efeitos dos traumas vividos.
Nossa cultura faz determinados comportamentos de TDAH parecerem, até mesmo, desejáveis e recompensadores.
O propósito original da dissociação é separar nossa consciência de uma dor emocional, desassociar uma da outra. Podemos pensar na dissociação como um anestésico psicológico.
Como desligar-se pode ser perigoso e ao tempo protetor, somente em determinadas condições a natureza nos permite usar isso como defesa. A primeira dessas condições é uma aflição intensa – não é preciso se desligar da dor de uma topada no dedão, por exemplo. A segunda condição é a impotência. Se houver ajuda possível, o mais seguro é sentir dor e gritar por socorro.
Outra reação ao medo ou à ansiedade pode ser a agitação, devido à atividade do centro cerebral em que essas emoções são geradas, a amígdala.
Se a hiperatividade expressa ansiedade, a apatia expressa vergonha. Assim como a ansiedade, a vergonha é uma emoção de apego.
A vergonha começa como um estado fisiológico normal que escapou da regulação pelo córtex, tornando-se profundamente entranhada na identidade do indivíduo.
Novas formas de processar emoções precisam de novos circuitos neurais, e a criação de novos circuitos exigem novas experiências num ambiente emocional favorável.
A primeira coisa que devemos fazer é convencer a criança de que seus pais a querem e a amam exatamente como ela é.
Muitas vezes o que gera as maiores dificuldades não é o comportamento dos filhos, e sim nossa incapacidade de tolerar suas reações negativas.
Os pais devem pensar em atividades interessantes para fazer com o filho ou apenas oferecer sua total atenção. Quando estiverem com a criança, não devem fazê-lo por mera obrigação, mas permanecer plenamente presentes. A criança precisa perceber que os pais fazem questão de estar com ela.
A criança nunca deve sentir que a aceitação dos cuidados depende do desempenho dela em determinada tarefa. A aceitação deve ser incondicional.
As pessoas não precisam de julgamento; precisam de aceitação.
A autorregulação é o objetivo do desenvolvimento e é o que mais falta no TDAH. Um dos significados de autorregulação é a capacidade de manter o ambiente interno dentro de um intervalo funcional e seguro independentemente das circunstâncias externas.
Aprender a dar à criança não a atenção que ela está pedindo, mas a atenção que ela precisa.
A fome só é saciada quando o cuidador aproveita qualquer oportunidade para dedicar atenção à criança justamente quando ela não pediu.
A manipulação e o controle são reações de medo baseadas em ansiedades inconsciente. A pessoa verdadeiramente forte não precisa dirigir e controlar cada aspecto em seu entorno.
Não podemos culpar o gatilho pelo tiro da espingarda. Uma pessoa pode apertar o gatilho quanto quiser, mas , se não houver munição, a arma não vai disparar.
O poder da obsessão vem do inconsciente e governa o indivíduo, ao passo que uma pessoa com verdadeira força de vontade está no comando das próprias intenções.
A criança que é uma ameaçada ou tratada com rispidez parece ser apegada aos pais, mas na verdade esse apego esconde o medo de ser rejeitada ou castigada.
Sentimentos não precisam ser expressos por meio de comportamentos destrutivos.
A pressão é algo que se faz com a criança. A automotivação acontece dentro dela, é um processo do qual ela participa ativamente.
À medida que se sente mais segura e confiante, a criança passa a ter uma independência cada vez maior.
O processo de criar vínculos com outras pessoas e se adequar à coletividade chama-se socialização.
Quem estamos tentando ensinar deve vir antes do o que estamos tentando ensinar.
Para promover a criatividade, o principal é validar a intenção e o esforço, mais que avaliar o resultado.
Se houver amor e aceitação incondicionais dentro de casa, isso será uma influência bem mais poderosa que as pressões externas.
A autoestima causal é volúvel, aumenta e diminui junto com o desempenho da pessoa; a autoestima genuína é sólida, não vem de fora.
Quando desaprendemos a dizer não, abrimos mão da autoestima.
A memória implícita é responsável por boa parte do comportamento humano, e seus mecanismo são ainda mais influentes por serem inconscientes.
A humanidade precisa de gente sensível, que não quer ou não consegue desviar os olhos do que há de errado no mundo.
Assim como a hipersensibilidade exacerba o sentimento de rejeição, a autorregulação deficiente devido à inibição comprometida do córtex exagera a reação à rejeição.
A grande questão é como ser fiel a si mesmo enquanto se convive com os outros.
Nossa escolha de parceiro reflete os padrões de relacionamento iniciais gravados nos circuitos neurais do córtex pré-frontal direito, em especial sua porção orbitofrontal.
A mente com TDAH se assemelha muito a uma tela de TV: não se pode acessar dois canais ao mesmo tempo.
Autoaceitação não significa, portanto, gostar de si mesmo em todos os momentos da vida, e sim tolerar as próprias emoções, todas elas, inclusive as incômodas.
Só se pode fazer escolhas quando se está consciente e desperto, não antes. O despertar não é repentino; é gradual e acontece em etapas.
A solidão contemplativa é diferente de estar sozinho lendo, ouvindo música ou perdido em devaneios. Significa dedicar certa atenção à própria vida, aos próprios pensamentos e sentimentos. Assim como a natureza, tem um efeito integrador e harmonioso.
A necessidade de valorizar o esforço é uma certeza que não nos abandona.
January 10, 2026
informatii interesante pentru mintile neintelese . ai mintea in toate partile si esti destul de agitat, e de citit 😏😏
September 22, 2026
Não tenho TDAH, nem cuido de ninguém que tenha, então este livro para mim funcionou mais como uma introdução geral ao tema. Gosto em especial do fato de que ele parece ter uma visão muito crítica da medicina tradicional, embora não rejeite o uso de medicação. É uma abordagem do TDAH que leva em conta sobretudo as influências do ambiente. Para mim, funcionou bem como primeira leitura sobre o assunto.
June 26, 2026
Cartea aceasta trebuie citită de părinții tineri.. Am observat multe simptome detaliate de autor care sunt din ce în ce mai des întâlnite într-o clasă obișnuită de gimnaziu a anului 2026...deficit de atenție, tulburare de comportament..toate explicate și din prisma copilului: ce simte el, ce crede și cum vede lumea înconjurătoare și cum îl percep adulții. Un titlu foarte interesant, recomand! 👍🙂
August 28, 2026
De todos os livros que li até agora de PHDA, este foi, sem dúvida, o melhor!
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