Um romance sobre solidão, destino e o poder redentor do amor - mesmo aquele que chega tarde demais. Uma estreia fulgurante no mundo editorial português.
Em sua casa, um homem assiste a um espetáculo silencioso no funerais em streaming. Um passatempo diário que, um dia, é interrompido pela descoberta de alguém que não deveria estar lá.
Marcados por ausências antigas, ele procura nas despedidas alheias um reflexo do seu próprio vazio, e ela dá colo aos que acabam de chegar ao mundo, como forma de curar a própria ferida. Entre o início e o fim da vida, os dois cruzam-se num território a solidão. Um romance sobre o isolamento humano, o peso da ausência e os caminhos que nos levam de volta ao que perdemos.
Foi uma leitura envolvente e emocional, com uma sensibilidade que me prendeu e me fez querer continuar a descobrir o que estava por detrás de tudo aquilo que as personagens carregavam. Gostei especialmente da forma como o livro trabalha as emoções, as relações e tudo aquilo que tantas vezes escondemos, dos outros e até de nós próprios. Há uma certa fragilidade presente na história que gostei bastante.
Que tenho a dizer? Nem sei… uma leitura super confusa, sinto que falta alguma conexão, um elo de ligação entre as personagens. Parece que foram “despejadas” algumas ideias daquilo que seria o livro,mas que não foram desenvolvidas. Tenho mesmo pena de não ter funcionado para mim pois ouvia tanta gente a falar bem que fui com as expectativas um pouco altas de mais.