Maitê Passos é uma garota linda, de dezessete anos e mais de cem quilos. Ela passou a infância e a adolescência sendo resumida ao peso. Mas e quando é justamente esse o fator que pode mudar completamente a sua vida? Em meio ao turbilhão do ensino médio, com uma mãe obcecada por dietas, um crush antigo por Alexandre, o cara mais gato da escola, e uma amizade deliciosa com Isaac, fotógrafo amador, Maitê vai descobrir que não precisa ser igual a todas as outras meninas para ser feliz.
Larissa Siriani é uma paulistana que nunca fez a menor ideia do que queria fazer da vida - até começar a escrever. É autora de mais de dez livros publicados e uma centena de historias que ainda não conseguiu colocar no papel.
Ontem, véspera de feriado, por algum motivo tive muito sono muito cedo e fui deitar. Resolvi finalmente começar o livro. Imaginei que não fosse passar do prólogo por causa do sono, mas isso foi um tanto ingênuo e trouxa da minha parte sabendo que era um livro da Lari. As Bruxas de Oxford e O Coração da Magia não me deixaram dormir pra continuar lendo, e com Amor Plus Size foi igual. Quando conhecemos a Maitê, ela é uma garota insegura de 17 anos que não tem muitos amigos, sofre bullying de alguns colegas insuportáveis -- uma, em especial -- e acredita ser invisível pro cara que tem sido seu crush há anos. Uma mão do destino chamada "professora de Geografia" acaba fazendo com que ela vire amiga do cara, mas as inseguranças continuam. Maitê é gorda e, por causa do bullying e das pressões da mãe, não faz a menor ideia de quão bonita é. Até que seu melhor amigo, Isaac, aspirante a fotógrafo, resolve usá-la de ~cobaia~ pra uma câmera nova... e isso acaba rendendo uma carreira bem-sucedida de modelo plus size e uma boa melhora na autoestima. SIM. APENAS SIM. Poderia fazer uma lista de motivos pelos quais APS é importantíssimo. E isso não tem nada a ver com o fato de que você lê em três horas porque não dá pra largar depois de começar. Primeiro, a Maitê é uma protagonista nerd e gorda e a história trata ela sem nenhuma depreciação por causa disso. Deveria ser óbvio, mas não é. O que acabamos vendo normalmente é a necessidade de fazer a personagem emagrecer e mudar de personalidade e amigos, até o príncipe encantado ver que ela sempre ~foi linda por dentro~ ou alguma porcaria do tipo. Fugindo desses clichês da ficção, é muito mais real e representativo: não tem nada de errado com você por não ser do padrãozinho. Segundo, as amizades são incríveis e o romance é bonitinho sem causar diabetes visual. Achei que seria relevante comentar. Terceiro, além de tudo isso, ainda dá tempo de falar sobre distúrbios alimentares. Desde o começo, de uma forma sutil mas bem clara pro leitor, há uma personagem que parece estar passando por algo do tipo. A abordagem da situação conforme a história vai passando é muito boa. Enfim... como já me estendi demais, vou terminar com: pfvr, LÊ ESSE LIVRO.
4,5. Eu terminei esse livro com um calorzinho no coração, tão amorzinho! Primeiro eu gostei muito, muito, muito da escrita da Larissa. Esse foi o primeiro trabalho que li da autora e fiquei bastante encantada em como ela guiou a narrativa e todo o resto, com certeza vou ficar outros livros dela. Isso já era um ponto positivo, mas eu também gostei muito do personagem e do enredo. A Maitê é uma protagonista/narradora que a gente se apega fácil e logo vai criando um carinho muito grande por ela, assim como todos seus amigos e familiares. E falando em familiares, eu AMEI que ela tomou um tempo pra desenvolver as relações familiares da Maitê, especialmente com a mãe e toda aquele conflito tão recorrente em situações como aquela. E o melhor de tudo, claro, é o fato da Maitê ser essa personagem maravilhosa que representa muito bem a realidade de uma adolescente gorda, suas inseguranças, frustrações e tudo que precisa encontrar no caminho. O tipo de representação que dá gosto de ver na literatura jovem (principalmente nacional). Ah, e eu adorei sentir toda a vibe bem BR no livro! Vestibular, recreio, festinha de aniversário com churrasco e parentes vendo último capítulo da novela... É tudo tão perto da nossa realidade que só me fez amar ainda mais essa história! No começo eu fiquei um pouco incomodada com a hostilidade da Maitê com a Maria Eduarda, mas eu entendo que esses tipos de conflitos são reais (e também amei que a Larissa não deixou a Duda como uma personagem plana e desenvolveu ela também). Mas uma coisinha ou outra me incomodou, como, por exemplo, a utilização de termos como "morena" pra descrever personagens negras ou "oriental" pra japonesas, acho que nesse ponto a autora poderia ter tido um pouco mais de cuidado. Não é algo tão recorrente e não afetou o meu encanto pela história, mas poderia não ter tido isso. ENFIM, Amor Plus Size é um YA BR que é além de muito importante, com certeza vai fazer você sorrir muito enquanto lê. Mais que recomendo!
Faz muito tempo conheço o trabalho de Larissa Siriani. Tanto tempo que até me sinto envergonhado por só agora finalmente tomar vergonha na cara e ir ler um trabalho da autora. Por isso, ao ter a chance de fazer a solicitação deste lançamento para a Galera Record, abracei a oportunidade com unhas e dentes.
Amor Plus Size vai contar a história de uma adolescente com mais de 100 kg, com muitos problemas de auto estima e que vai se descobrir uma modelo fotográfica. Isto é a tudo o que eu sabia ao começar a narrativa e tudo o que acho que devo contar, pois este é um livro em que acontece tanta coisa que seria praticamente impossível fazer um resumo melhor.
De fato, este é um livro enganosamente pequeno. Pois a cada capítulo, vemos tanto da vida de Maite que seria reducionista citar apenas um como destaque. Entretanto, os problemas com a auto imagem e o body shaming sofrido pela protagonista é sim um ponto que merece - e deve! - ser discutido.
Analisando após a leitura, acho que fui muito mais empático com a Maite do que simpático. O Bullying que ela sofre de uma colega de escola aliado a relação extremamente problemática com a mãe deixam sim um gosto amargo na narrativa - e isto acaba implicando na visão que temos dela. Mesmo assim, a história possuem seus momentos mais leves, como a amizade dela com duas meninas do colégio, além do dilema amoroso - que reconheço: já sabia qual era o rumo... Só aqueles dois eram obtusos demais para não verem o óbvio.
Meu único problema com o livro se deve a construção dos capítulos. Eles foram muito longos, MUITO, e isto deixa a leitura um pouco arrastada. Mesmo assim, diante dos temas abordados de forma tão assertiva pela autora - como a importância da auto imagem, a problemática do body shaming e até os distúrbios alimentares - são aqueles tipos de puxão de orelha que precisamos levar e nos faz abrir os olhos para algumas de nossas atitudes.
Definitivamente, Amor Plus Size foi uma leitura necessária para mim. Mesmo sendo voltado para o público jovem, é um livro maduro e com uma narrativa muito bem trabalhada. Sem dúvidas, o tipo de história que todos deveriam ler, adolescente ou adulto.
Nota: 3,5/5 Esse livro estava precisando existir. É uma fórmula jovem clichê que já foi escrita várias vezes? Sim, e continua super divertido. Um romance representativo de leitura confortável e fluida.
Não se trata de um estudo de gordofobia ou quaisquer fenômenos sociais. Maitê é uma protagonista gorda encontrando seu final feliz com dignidade, sem humilhação, como toda menina gorda merece. Larissa entrega temáticas adolescentes sem ser constrangedora ou absurdamente irresponsável e toda a trama é interessante de acompanhar.
Com certeza recomendado! Mas talvez não para quem tenha muita sensibilidade referente ao peso e alimentação. A gordofobia sofrida pela personagem não dá um ar trágico, é apenas o suficiente para deixar qualquer pessoa decente incomodada. Também não deve ser lido esperando boa representação étnico-racial.
Eu gostei muito da história da Maitê! É um livro muito gostoso de ler, porque a escrita da Larissa é super fluida e leve, mesmo abordando assuntos sérios. E é super real! Tudo que acontece na vida da Maitê é muito próximo da realidade, e foi muito nostálgico ler esse livro.
Essa leitura aconteceu em decorrência da minha necessidade de um livro leve para contrastar com outra leitura mais densa e trabalhosa. De modo bem abrangente, ela foi suprida. Amor Plus Size é um livro divertido na medida do possível, mas (desculpa, eu vou usar muito essa palavra daqui para frente) deixa a desejar em diversos pontos.
Meu conflito dominante com esse livro anda de mãos dadas com o fato de que ele pode ser muito importante para muitas pessoas. Sou gordo, não nego (até porque não tem como mentir sobre isso) e não consegui me relacionar com a protagonista. Abrangendo inúmeros tópicos sobre gordofobia, um assunto que todos deveriam deixar de olhar a olhos magros, é gritante o quanto as palavras usadas nessa história podem, e vão, influenciar muitas pessoas por aí que precisam, mesmo sem perceber, de um empurrãozinho na autoestima. Entretanto, em decorrência desses mesmos pontos, deixa de contar uma história realmente interessante. O que, posto em balança, desproporciona a experiência em geral. A mensagem é válida, mas seu desenrolar é genérico.
Pela capa, e até mesmo pela sinopse, é de se esperar que a história tenha uma pegada mais sessão da tarde. O que não é ruim. Muitos por aí se encaixam muito bem nesse nicho e se destacam por suas individualidades. Mas em Amor Plus Size temos uma visão muito clara de todo o resto da trama logo no primeiro capítulo. O que derruba por terra toda a minha expectativa de uma leitura rapidinha e reconfortante. Pegue um filme adolescente aleatório e ponha-o lado a lado com esse livro que o resultado será: mesma coisa. Uma protagonista excluída que não acredita em si mesma, mãe disfuncional, pai confortante, é apaixonada pelo bonitão da escola enquanto seu melhor amigo é desesperadamente apaixonado por ela em segredo, e uma menina malvada que a persegue sem motivos originais. É como um quebra-cabeça formado por pedaços de outras histórias que já são formadas a partir de terceiras.
As ligações entre os personagens são bem fracas. Boa parte do início do livro é concentrada na influência exagerada da mãe de Maitê em fazê-la emagrecer a qualquer custo, o que por si só já é bem irritante, mas o que mais me surpreendeu foi o quão rápido esse assunto foi deixado de lado. Tão logo ela se torna modelo plus size, como é mostrado no prólogo, onde Maitê já é bem resolvida tanto profissional quando emocionalmente, essa opressão pela parte da mãe desaparece. Tudo bem ela aceitar a escolha da filha, mas o modo abrupto que isso é "resolvido" parece deixar algo faltando. As amigas de Maitê, Josiane e Valentina, são legais, mas facilmente esquecíveis. Alexandre, o boy gostosão da escola, é engraçado, mas acrescenta apenas intriga mínima para a história. Ela e Isaac, seu melhor amigo, têm um relacionamento muito simplista, com uma mutualidade evidente que tenta te conquistar mais profundamente, mas a quantidade exagerada de dicas que os dois se gostam sem fazer algo acontecer vão quebrando o clima pouco a pouco. É, claramente, um livro de muitas contradições, muitos "mas". O único personagem que cativou de maneira mais duradoura foi Lucas, o irmãozinho, empregando diálogos muito fofos, recheados da facilidade das crianças de ver assuntos adultos, mas (como costumeiro) é pouco utilizado ao longo do aconteceres.
A escrita da Larissa me incomodou um pouco. Sem contar que o trabalho realizado pela Editora Verus em cima dela também não foi dos melhores. Em parágrafos longos demais, causando certa canseira durante a leitura, e uma diagramação que confortavelmente preencheria 500 páginas, mas foi socada em 300, o que (creio eu) deveria ser um YA, está mais próximo de um infanto-juvenil com personagens mais velhos do que qualquer outra coisa devido sua linguagem infantilizada. Maitê está para completar dezoito anos e mesmo assim é uma pessoa muito inocentinha que proporciona diálogos bobos demais para que a confidenciasse uma visão mais madura como acredito ter sido a pretensão.
De modo algum deixo de recomendar essa leitura. É muito comum da minha parte big picturizar uma coisa que nem sempre faço ideia do que realmente se trata, então possivelmente foi um problema de expectativas. A Desconstrução de Mara Dyer que o diga. Amor Plus Size carrega um tipo muito despretensioso de empoderamento que não bateu com meu pensamento, mas tem potencial para encantar muitas pessoas páginas afora.
Já tinha lido outros livros da Larissa, e Amor Plus Size evidencia o crescimento e maturidade de sua escrita. Em Amor Plus Size acompanhamos Maitê, uma adolescente acima do peso, com problemas de autoimagem, bullying, entre outras questões que acompanham pessoas que estão no Ensino Médio (e, pensando bem, depois dele também), como paixonites platônicas pelo cara mais gato da escola. O começo do livro pode ser meio confuso, porque é muita informação de uma vez, já que Maitê está contando sua história para uma jornalista, e dá muitos detalhes. Porém, conforme a história vai se desenrolando, e os personagens são construídos, o livro flui de forma fácil e rápida. Li em menos de dois dias, porque a história é envolvente. É mais um exemplo de como livros YA podem tratar de temas pesados e tabus: aqui temos gordofobia, bulimia, anorexia e problemas de autoimagem. Também temos discussões sobre o período escolar e o bullying, mesmo que de pano de fundo. Uma coisa que achei legal é que as personagens agem como se fossem... adolescentes, sabe? Errando, acertando, tentando, explodindo de raiva, tendo crises de ciúmes, tentando aprender quem são. E isso é legal, porque nada é mais irritante em livros YA do que adolescentes que agem como eruditos. Assim, existem esses adolescentes com vocabulário superdesenvolvidos e gostos peculiares, além de extremamente inteligentes, no mundo real. Mas é chato quando todos os personagens são retratados dessa forma. Ou quando há aqueles personagens simplesmente burros. Não temos nada disso daqui, há um equilíbrio bem legal. Também gostei que a autora deixa claro que a Maitê pode ser gorda, mas que deve se cuidar, fazer exercícios, se alimentar melhor e tudo mais. Não para emagrecer. Mas para ser saudável, e não ter problemas no futuro. O mesmo serve para as menina magras. Magreza não é sinônimo de gente saudável. Enfim, a história da Maitê é bonita, triste em muitos momentos, e real. Espero que ajude outras meninas a se sentirem bem consigo mesmas, que ajude adolescentes a se conhecerem.
Vídeo review: https://youtu.be/ovpJu7euvvY // APS é um livro de grande importância que levo no coração: fui uma das leitoras beta e foi escrito por uma amiga super querida, a Lari - uma janeite que ama Emma (e vejo um pouquinho de Knightley no Isaac hahaha), uma Socially Awkward Darcy girl e uma escritora talentosa!
Apesar que não sofrer os mesmos problemas da Mai, me identifico com várias partes da sua história. Me diverti, chorei, torci até a última página desse livro incrível!
APS deve estar na estante de todas as bibliotecas escolares e públicas para que as adolescentes tenham a possibilidade de ler o livro nacional que trata de assuntos que afetam quase todos, especialmente na fase cheia de dúvidas que é a adolescência.
Posso estar sendo um pouco imparcial nessa review? Sim. Talvez. Mas como leitora beta eu sei o quanto a narrativa de APS cresceu e se transformou desde que li em 2014. A escrita da Lari evoluiu tanto! Só posso sentir orgulho da minha amiga.
Agora, cadê o mais histórias com o meu ship? EU PRECISO (Vou entrar na campanha com a AB. hahahaha)
O que falar desse livro??? Eu conheci a escrita da Larissa na época do Orkut, lembro de alguns de seus livros como Vermelho Sangue, Toda Garota Quer e Caçada. A comunidade Nossos Romances Adolescentes marcou minha adolescência e eu amava acompanhar as histórias que eram postadas lá. No entanto, o trabalho da Lady Lah que eu mais acompanhei na época foi Ardente Perigo que ela posteriormente continuou postando em uma comunidade própria. Nunca me esquecerei do Théo e nem das semanas que fiquei acompanhando as postagens capítulo por capítulo. O tempo passou... O orkut morreu... A vida tomou direções que eu nunca imaginei... Eu continuei seguindo a Lari no Twitter e mais para frente seu canal no YT, mas infelizmente não tinha lido seus trabalhos mais recentes. Foi um desleixo praticamente imperdoável, que pretendo consertar. Recentemente passei a utilizar o Kindle Unlimited e eu estava dando uma olhada na minha lista de desejos e me deparei com Amor Plus Size (que eu tinha colocado lá na época de lançamento) e vi que agora o livro faz parte do K.U. (haha, amei a sigla, vou adotar) Eu não pensei duas vezes, coloquei para ler e agora um dia depois já devorei o livro. Devo confessar que eu não sou mais o público alvo da história, é uma história teen, com um romance teen, que depois que eu deixei de ser teen não tem mais tanto apelo como na boa época de NRA. Ainda assim, tudo sobre a história de Maitê me chamou a atenção e ao ler foi como voltar a adolescência... Eu me identifiquei muito com a personagem... Nunca sofri bullying na escola, nem nada muito grave na minha família, mas sempre fui a mais alta, a mais gordinha entre minhas amigas, eu também nunca tive uma autoestima muito boa, tenho ansiedade, me isolo bastante, enfim... Ver a forma como Maitê lida com essas questões, a forma como ela começa a se aceitar e a se gostar mais foi muito inspirador e cativante. Adorei os outros personagens também, a forma como a Maitê interage com eles. A-M-E-I o Isaac de imediato. O final foi perfeito. Agora partiu ler Todos nós vemos estrelas no K.U.
Não imaginei o que estava por vir quando comecei Amor Plus Size. Comecei a me encantar pelos personagens no primeiro capítulo e, quando vi, não conseguia mais parar de ler. Ultimamente tenho tido ótimas experiências com livros nacional e ainda bem que esse também caiu nas minhas mãos em 2017. É um livro muito necessário, no qual Larissa apresenta com bom humor e desenvoltura todos os problemas e superação de uma garota que, assim como milhões de pessoas, se sentem desconfortáveis consigo mesmas e precisam de alguma maneira dar mais valora a si. Não teria como não marcar 5 estrelas se me identifico tanto com Maitê e sua "jornada". Parabéns a Larissa pelo livro, pela escrita e por deixar meu final de ano mais feliz.
Primeiramente quero deixar claro que o principal tema desse livro é importante e é bem desenvolvido. Temos uma protagonista gorda com problemas de auto-imagem e uma vilã que sofre de distúrbios alimentares. Essa parte me chamou muita atenção, e a autora tratou disso muito bem, sem ficar didático. Teve também a questão da mãe da Maitê (a protagonista) trazer sentimentos negativos pra filha sem estar consciente disso, como forçar dietas pra menina perder peso rápido e entrar em roupas mais justas, que gostei de ver retratado. Às vezes um parente bem intencionado pode causar graves problemas, e realmente curti como tudo se desenrolou nesses quesitos. E temos amizades femininas! \o/ Sério, as conversas entre as três amigas eram minhas partes favoritas. E os pais são presentes na vida da Mai. E o Lucca - irmão mais novo dela - é um fofo! Ele e as amigas dela roubaram a cena, na minha opinião. Além disso, como a história se passa na minha cidade, consegui me identificar muito com o cenário e os personagens. Em especial, destaco a despedida da escola.
Meu grande problema foi o quesito romance. OK, já devia imaginar os clichês porque geralmente eles existem em livros contemporâneos adolescentes, mas em alguns casos achei que a autora exagerou. O primeiro é o clichê do amigo/interesse amoroso, que comigo não cola mais. O segundo foram as crises de ciúmes - desnecessárias u-u - da Maitê quando ela conhece a namorada de seu amigo Isaac. Entendo que adolescentes são imaturos, e ainda temos a confusão de sentimentos da personagem - mas fico incomodado do mesmo jeito. Que direito ela tinha de chamar a garota de "piriguete" e "vadia peituda" só porque o Isaac estava namorando? Tem também o caso do garoto popular pelo qual ela é super apaixonada no começo, e daí rola uma amizade que pode virar algo a mais ou não - deixo pra você, leitor (a) descobrir isso ;) -e, sinceramente, gostaria de ler uma história onde garotos e garotas possam ser amigos. Simplesmente isso. A cena final foi digna de comédia romântica da Kate Hudson. E sério mesmo que namorar alguém pra fazer ciúmes em outra pessoa é legal? Deixo claro aqui que não acredito que a autora goste ou incentive esse comportamento, e sim que está retratando adolescentes. Mas mesmo assim, não consegui torcer para o casal, de qualquer lado que fosse. Infelizmente, não funcionou para mim. :/
Enfim, tirando o romance, gostei do livro. Fica a dica, então, de um livro com temas atuais muito importantes e bem desenvolvido e escrito, no geral.
Depois de ver várias indicações para eu ler o livro da Larissa eu comecei e não quis parar mais. Leitura fluída e super rápida, demorei mais pq estou em plena bienal do livro e sem tempo pra ler. A história é muito fofa e fala sobre primeiro amor, empoderamento feminino, auto descobrimento e auto aceitação. Apesar de ser um YA ele fala com todas as idades e também falou muito comigo. A única coisa que me incomodou foi a dependência que os personagens tem com os pais, mas isso pode ser pessoal pq apesar de eu morar na capital, passei minha adolescência em cidade pequena e sai de casa com 19 anos, mas isso não é nada. O livro mexeu muito comigo que já fui ler o conto desse livro e já comprei mais dois contos da autora. Uma das partes que amei no livro está nos agradecimentos onde a autora agradece a ela mesmo no livro pq foi fruto do esforço e sonho realizado que ela tanto lutou e isso eu achei o máximo!!! Precisamos nos valorizar, nos aceitar e correr atrás do que nos faz feliz!!!! LEIAM!!!!!
Não tem como não amar um livro que se inicia com uma letra de música da Demi Lovato, né? Estou explodindo em vários corações nesse momento, completamente apaixonado por essa história e por esses personagens tão cativantes, eu sinto que sou amigo de todos eles, é verdade, sinto que a qualquer momento a Maitê vai me mandar uma mensagem dizendo algo do tipo: não esqueça que você é incrível.
A obra (sim, estou viciado em falar a obra) é uma delícia de ser lida, a todo momento eu estava sorrindo, ou surtando e prendendo o ar por não saber como a protagonista iria lidar com seus problemas de autoestima, e todas as vezes ela lidava bem, ou de um jeito parecido com a forma que eu lidaria, e isso foi incrível, o fato de me identificar com vários personagens da trama, ou com decisões tomadas fazia tudo parecer real pra mim. O livro tem vários pontos positivos, mas o principal, é que não senti raiva de ninguém, não é uma história feita para nos fazer amar os mocinhos e odiar os vilões, cada personagem tem a sua verdade, a sua bondade e sua maldade, eles são humanos. É um livro bem adolescente, com festas, escola, amizades e os primeiros romances, mas vai além disso, não fica no superficial, não tem uma mensagem importante que chega quase lá, mas não passa disso, não, a Larissa nos dá uma história realmente encantadora e inspiradora que nos faz amar do começo ao fim, e isso pode parecer meio clichê, e talvez seja mesmo, mas ver a jornada da Maitê em se aceitar, se conhecer e se afirmar no mundo, é lindo de mais.
Enquanto a personagem busca pelo amor próprio e a libertação do que a privava da felicidade, nós vamos fazendo o mesmo, vamos crescendo junto com ela, vamos aceitando nossas próprias imperfeições e nos amando, nem que seja um pouquinho mais, e honestamente: precisamos de mais livros assim. Nós precisamos de mais livros que nos faça sorrir, que nos faça acreditar em nós mesmos, que mostre que somos perfeitos com nossas imperfeições. Isso pode soar como shade para os últimos livros que li, e é mesmo, mas não precisamos apenas de personagens lindos, ricos, descolados e que não se parecem conosco. Ontem mesmo li a Rascunho do mês de março, e tinha uma frase interessante lá, “a literatura deve recuperar aspectos da nossa realidade e da nossa experiência pessoal pela imaginação”, precisamos nos enxergar de alguma forma no que lemos, temos que tirar coisas boas dessas leituras, e não apenas o desejo de ter uma vida perfeita ou viver um romance clichê que não vai acontecer pra 80% de nós.
O livro tem alguns erros de revisão (estou fazendo curso de revisão e preparação de texto, tudo muito novo, então erros de revisão não passam despercebidos pra mim), e isso diminuiu a minha nota, mas muito pouco, porque a mensagem de autoconhecimento, aceitação e empoderamento superam esses erros e os vários clichês que têm no livro. E vale lembrar antes de terminar, que nós todos temos algo que não gostamos no nosso corpo ou em nosso comportamento, e estamos quase todos fora de um padrão imposto por sei lá quem, mas precisamos entender todos os dias que não é necessário alcançar esses padrões para sermos felizes, precisamos apenas ficar bem com tudo que somos.
AMEI MUITO!!!! Nossa senhora, este livro deixou-me tão desesperada que tive que colocar a cabeça contra a almofada e gritar. Amei as amigas dela. Posso roubar o Isaac para mim por favor ahaha? Este livro fala sobre assuntos super importantes como a anorexia e a bulimia, que infelizmente é algo que acontece muito frequentemente, principalmente nos jovens. Gostei muito do facto de ser sobre uma personagem que está acima do peso (o que dá para entender até pelo título) e eu acho muito importante haver livros sobre este gênero de temas porque eu acho que é essencial as pessoas entenderem que não se está acima do peso porque se quer. Uma pessoa não acorda e pensa "hum...quero estar acima do peso", simplesmente não funciona assim, e ter pessoas ao nosso lado sempre a lembrar-nos que estamos a pesar mais do que devíamos só piora. Neste livro, podemos ver perfeitamente a pressão que a própria mãe coloca sobre ela e o quão enclausurada ela se sente, e eu acho tão fundamental a leitura de livros deste gênero! Para além de tudo isso, gostei muito de terem falado sobre modelos acima do peso. "Ele estava a observar a fotógrafa mexer nas luzes, mas parou quando me viu e só ficou a encarar-me, exatamente como fizera no dia anterior, na porta da sua casa, como se eu fosse a única rapariga do mundo inteiro que merecesse a sua atenção." "O que a mamãe não entendia era que eu não precisava que ela me dissesse aquilo. Eu não precisava que ninguém me dissesse, na verdade. O meu reflexo lembrava-me disso todo dia- um dos motivos pelos quais eu tinha "acidentalmente" quebrado o único espelho de corpo inteiro da casa a jogar bola com o Lucca dentro do nosso quarto. Aquilo deprimia-me. Nunca havíamos comprado outro, e eu sentia.me melhor assim. A Maria Eduarda fazia questão de me lembrar daquilo todo dia- Então por que a minha mãe também precisava assumir esse papel?" "Mas o que ela e todas as outras pessoas precisavam entender era que eu não estava daquele jeito por escolha. Ninguém acorda um dia e pensa: hum, acho que a partir de hoje vou ficar obeso. Não se trata de uma decisão prática, uma escolha que a gente toma e da qual pode se orgulhar, porque todos os dias pessoas vão rir de ti e dizer como és imperfeita."
Aaah, eu adorei esse primeiro contato que eu tive com a escrita da Larissa! Ela escreve super bem, a história corre num ritmo bom, e a voz da Maitê narrando é sensacional. Parece que é um amigo contado a história. Eu não liguei muito pro aspecto do romance, mas a história em si é fantástica e eu adorei acompanhar.
Leitura rápida, bem escrita, que deveria constar entre os livros paradidáticos de todo colégio, pelas importantes mensagens que passa ao público juvenil.
Eu demorei um pouquinho pra pegar o ritmo de Amor Plus Size - os primeiros 30% do livro foram meio arrastados - mas de repente eu me vi VICIADA e não conseguia parar de ler. Li mais da metade do livro em um dia, e só fiz pausas porque tinha ficado muito tempo na cama lendo.
Eu AMEI ler a história da Maitê, ver como ela foi crescendo e lidando com a pressão da mãe e dela mesmo e tudo, e AMEI a relação dela com o Isaac desde o primeiro momento (rolou até uns gritinhos ). A amizade dela com a Val e a Josi foi ótima também (adorei ver que a Maitê tinha todos esses amigos incríveis) e até o desenvolvimento da Maria Eduarda foi legal. Teve uma coisinha ou outra no discurso da Maitê quando ela estava falando de outras meninas que me incomodou, mas, no geral, adorei o livro.
Em "Amor Plus Size" acompanhamos a história de Maitê, uma adolescente gorda que sofre com o preconceito e a opressão que uma sociedade magra coloca em cima de pessoas fora do padrão.
A trama é agradável até certo ponto. O objetivo de passar uma mensagem de autoaceitação é bom, mas poderia ser melhor. O início é gostosinho de ler, contudo depois de uns 40%, a história parece que não desenvolve e fica rodando em círculos até uns 85% da leitura, eu diria. Se a escrita da autora não fosse tão fluída, acho que eu teria pulado umas partes, confesso. rs
Os personagens são típicos adolescentes, com seus dramas e fofoquinhas. Isso foi bastante verossímil. Infelizmente, Maitê foi a que menos curti. Suas amigas e seu melhor amigo são aquele tipo de amizade que você quer ter para a vida inteira. O irmão da protagonista é uma fofura e um dos maiores fãs da mais velha. Até mesmo Alexandre, o par romântico, é super legal e não desdenha de Maitê ou fala mal dela pelas costas, o que eu achei um toque interessante.
Ao se encaminhar para o final, a autora aborda assuntos importantes sobre padrão de beleza e distúrbios alimentares, como a anorexia, por exemplo. Porém, senti que essa parte ficou corrida, deixando um tanto superficial. Assuntos desse gênero merecem atenção e um desenvolvimento mais encorpado. Poderia ter cortado algumas partes do desenrolar e acrescentados mais detalhes neste ponto.
Ainda assim, gostei do desfecho divertido que a autora deu para a protagonista e seus coadjuvantes. Também curti a forma que a autora escolheu para contar, com Maitê relembrando como tudo aconteceu. Ficou parecendo um filme.
Esse é um livro juvenil, logo todo o texto é escrito para esse público. Isso pode ser algo que afaste alguns leitores. Agora, se você gosta de leituras leves (principalmente para intercalar com as mais pesadas), essa é uma ótima opção.
Gostaria de ter lido esse livro quando era mais nova, no começo da puberdade e consequente período de maior insegurança com ser gorda. É um clichê bom. Um clichê representativo que termina com umas passagens que acalentam o coração e cheio de esperanças típicas de um amor jovem. A autora conseguiu captar perfeitamente o que passa na cabeça de uma adolescente gorda e muitas vezes me pegava pensando o quão bobas são certas preocupações que me eram tão rotineiras desde quando tinha uns 13 anos. Essas inseguranças machucam e existir livros como esse é essencial para a aceitação e valorização de adolescentes por todo o país. Fico realmente feliz. Maitê é uma adolescente normal, fala besteira, tem paixonites e... é gorda. Por mais que isso seja um fator central no livro (e sou grata que seja), também é apenas mais uma das características dessa protagonista que tanto se assemelha a realidade de muitas. O romance no livro é bem adolescente, bom para dar um sorriso e desejar tudo de bom para eles. No entanto, o que mais me marcou foram as passagens que tratam de autoimagem não apenas da Maitê, mas também de outras personagens e a reflexão que isso acaba por criar em nós mesmas. Recomendo mais para adolescentes! Mas, se você, uma jovem adulta que nem eu, quiser relembrar memórias da adolescência e ter uma leitura despretensiosa, é um livro bem leve.
Em um mundo que mulheres gordas não são protagonistas em nada direito, mesmo sendo um livro clichê; Amor Plus Size é muito necessário e apreciado – por mim pelo menos. Confesso que estava esperando não gostar do livro, As bruxas de Oxford foi uma decepção, mas a escrita da Larissa evoluiu muito nesse livro. Embora ainda seja meio repetitiva, da pra se deixar levar e ela te envolve bastante. Do meio pro fim senti que o livro ficou um pouco arrastado e enrolado, mas gostei mesmo assim porquê ela humanizou outras personagens que foram “feitas” pra se odiar, transformou em pessoa real aquela que geralmente só é xingada. Senti falta de cenas que demonstrassem mais a química do casal, mas gostei deles como um todo(mesmo sentindo que tudo foi meio corrido entre eles)
Gostei das lições do livro, da sutileza que ela teve em assuntos delicados sem forçar como muitos autores fazem. O livro tem seus defeitos, quase dei um 3 quando vi a rivalidade feminina no livro e o slut shaming(que foi algo que me incomodou no livro, mesmo que ela tenha humanizado a “vilã”)
mesmo não sendo perfeito; é um bom livro, sinto que toda garota adolescente fora do padrão precisa dar uma chance pra se enxergar um pouco na literatura.
Ganhei esse livro de presente quando tinha 13 e lembro de imediatamente ter deixado de lado pq jurava que era um livro de "auto-ajuda", com aquelas frases motivacionais que eu já estava cansada de ouvir, não imaginei que fosse uma história mais profunda e que fosse me representar tanto assim. Fui gordinha a minha vida toda e me identifiquei com praticamente a maioria do que foi apresentado. Maitê era exatamente como eu era 10 anos atrás. Adorei a evolução sútil mas muito significativa da protagonista até o fim do livro; não parecia uma pessoa nova, mas uma versão melhor de quem ela já era, o que é muito melhor. O que mais me surpreendeu foi como foram tratados vários assuntos em apenas 275 páginas: ascensão a fama, paixão adolescente x amor maturo, falsas amizades, desespero por atenção e popularidade, atitudes parentais com boas intenções mas tóxicas, pressão da transição da adolescência para a idade adulta, e auto aceitação. Tudo isso com uma escrita delícia que tem uma vibe daqueles filmes sessão da tarde clichês que você assiste todas as vezes que passa. Era um livro que a minha versão pré adolescente precisava para ver que muitas coisas que eu sentia não era apenas coisa minha.
muito divertido, um clichê de se deixar o coração quentinho. não vejo problemas em autores usarem de uma fórmula que já foi muito explorada, desde que se saiba o que está fazendo e consegue ter a capacidade de inovar em cima, o que foi o caso de amor plus size.
larissa conseguiu explorar temáticas como disturbios alimentares, gordofobia e body shaming, sem cair em esteriótipos. foi verdadeiramente inspirador.
só achei meio desnecessário o clima inicial de rivalidade feminina entre a maitê e a maria eduarda, além da cena em que ela chama de vadia e piriguete uma menina que nem conhece direito e que não fez nada contra ela, mas é só uma observação mesmo. ponto positivo por ter humanizado a maria eduarda, que no final foi muito mais do que a vilã de dezessete anos sem um propósito válido.
outra coisa, o friends to lovers funcionou demais nessa história. eu achei que foi sutil ao mesmo tempo em que não foi, teve um bom desenvolvimento apesar de não ser totalmente o foco da trama foi uma gracinha sem fim, já quero reler o conto de dia dos namorados da maitê e do isaac.
Gostei da história, principalmente da relação dela com a mãe. Me irritei um pouco com a personagem, que parecia sofrer de um delay de resposta muitas vezes e também o deslumbramento com o piá da sala dela achei bem exagerado. Também perdi as contas de quantas vezes a palavra "pigarro" e derivados apareceu no livro.
Ainda achei que o discurso da segunda médica, já indicada pelo agente dela continha discurso gordofóbico, como se o fato de ela ser gorda fosse uma propensão para doenças.
Isso me incomodou um pouco. Que o livro abordou mais a questão da bulimia e anorexia e não da gordofobia e o impacto disso na vida das pessoas gordas/obesas apesar de a protagonista ser gorda.
Achei que o livro se prendeu um pouco demais na voz interna da Maitê, o que deixou tudo um pouco cansativo - mas imagino que talvez eu só não seja o público-alvo da história. Enquanto lia, eu só conseguia pensar que a minha versão adolescente, de 12/13 anos, teria se engajado muito mais com o plot e se beneficiado de todas as pequenas "lições" na narrativa.
Ainda assim, penso que o livro tem pontos muito positivos: cenas muito fofas, algumas reviravoltas importantes, uma personagem principal cuja vida tem mais dimensão e objetivos que apenas o romance, o Lucca (haha) e a forma bonita como ela transforma relações que inicialmente eram de antagonismo.
A ideia de Amor Plus Size é muito interessante - contextualizar a própria imagem para adolescentes ao mesmo tempo que discute distúrbios alimentares em tempos que o cyberbulling está provocando verdadeiros estragos e em que taxas de suicídios e depressão estão cada vez mais altos.
A história cumpre muito bem o seu papel, mas não espere nada além disso. A narrativa parece muito com o que hoje é produzido nos Estados Unidos - aquela coisa genérica resultante de dezenas de workshops/cursos voltados para escritoes - enfim, não é ruim, mas também não é nada memorável.
Nesse romance, Larissa Siriani capta todas as desventuras de uma menina gorda que passa pelo mais difícil dos períodos da vida: a adolescência. Com Maitê, sentimos as dificuldades e alegrias de se sentir diferente do mundo, da cobrança, das descobertas e da aceitação sobre quem se é. Foi lindonpoder partilhar desses momentos, de me identificar com tantas coisas e entender que, no final, o Amor está sempre por aí - mesmo que você ache que não o merece.
eu amei demais essa história! É muito importante termos livros que tenham a personagem principal como alguém gordinho, mais visibilidade. A forma que a autora no insere na vida da Mai é incrível, com uma narração leve e que nos prende! Temos uma personagem adolescente como todas já fomos, uma realidade escolar REAL (não aquela coisa fantasiosa que muitos livros mostram). E o romance? tão leve e natural, mas ao mesmo tempo tão amorzinho ♥️♥️♥️ ameeei