Pareceu-me ouvir, a cada frase lida, a voz de um homem presente, uma voz próxima, lúcida, atenta.
Arte, ciência, amor. Três fundamentos de uma última lição.
Gostei particularmente de sentir que Alexandre Quintanilha também me respondia, que parte da resposta era fruto da mesma vida, sob o mesmo céu, e que nas respostas, como pretendia, germinava a semente de uma nova indagação.