أخاف من تحبيب الظن في من الإخفاق في عمل ما، ومن الأحكام التي يصدرها الناس علي أخاف من الهجر، من إزعاج الآخرين لي، من إبداء رأيي، ومن التعبير عن مشاعري ... فلِمَنْ يُسر رجل مثلي بمخاوفه اليومية؟ ومن أين يبدأ؟
يقترح هذا الكتاب توزيع كل مخاوف الحياة اليومية إلى أربعة أصناف. وهي مخاوف مترابطة في ما بينها لأنها ناجمة كلها عن نزاع دائم في قلب كل واحد منا، بين الطفل الذي كنا عليه والكهل الذي ستصير. بيد أن ذلك النزاع الداخلي لا يسلم منه أحد، إنما يوجد أشخاص أقل خوفا من غيرهم فحسب. ثمة أناس عديدون تضنيهم مخاوفهم وتمنعهم من عيش حياتهم بطريقة مرضية تماما، والمخاوف الغامرة تؤدي في غالب الأحيان إلى فقدان معنى الحياة، وتفشي المرض، والشعور بأننا تدور في حلقة مفرغة. هذا الكتاب نظري وتطبيقي في الوقت ذاته، نجد فيه كل المخاوف الممكنة، أو ما يعادلها، إلى حدود الخوف من المهاتفة، واحمرار الوجنتين.... ويقترح حلولا عملية وملموسة لعلاجها.
غالبا ما يقول الفرد: لو يزول خوفي، سأصير سعيدًا، فهل ذلك ممكن ؟ كيف تشفي من مخاوفنا ونتصالح مجددا مع الحياة؟
أنهيت قراءتي الأولى لهذا الكتاب، وأقول الأولى عن قصد، لأن العودة إليه في المستقبل ليست احتمالًا بل ضرورة. نادرًا ما أكرر قراءة كتاب، فالمعتاد أن أنتهي وأمضي، لكن هذا العمل بالذات لا يسمح لك بالمغادرة بهذه السهولة.
هناك شيء ما في صفحاته يشبه الهزة الأرضية: تبدأ خفيفة، بالكاد تنتبه لها، ثم فجأة تجد سطح حياتك يتشقق، وتتبعثر فوقه أشياء كنت تظن أنها مستقرة. الألم حاضر، نعم، لكنه الألم الذي يكشف ما تحت الركام: طبقات دفينة من الذات لم تسمح لها بالخروج يومًا.
هذا الكتاب يضعك ـ أحيانًا دون إنذار ـ في مواجهة نفسك. ولعل ذلك ما يجعله ثقيلًا على البعض، لأن ليس كل إنسان مستعدًا للنظر في مرآة لا تجامل. قد تجد نفسك تعيد التفكير في علاقتك بوالديك، بزواجك، بقراراتك بل ربما في أصل الصورة التي تبني بها حياتك كلها.
يقوم الكاتب، د. أود سيميريا، بتشريح عدد من الأساليب الدفاعية اللاشعورية التي نعتمدها دون وعي، تلك التي تندس في تفاصيل حياتنا وتحولها إلى حلقات مفرغة من الهروب، الرفض، أو العجز عن الفعل. ورغم أن الكتاب مقسم إلى أربعة مخاوف رئيسية: الخوف من الكِبَر الخوف من تأكيد الذات الخوف من الفعل الخوف من الفراق
إلا أن د. سيميريا يجعل من الخوف من الكِبَر المحور الذي تدور حوله بقية المخاوف. فهو ليس مجرد خوف من التقدم في السن، بل خوف أعمق. ولهذا يتشابك هذا الخوف مع كل خوف آخر، ويعيد تشكيله في صور مختلفة.
ينتمي الكتاب إلى فئة العلاج الوجودي وهو نهج علاجي وفلسفي يرى أن معاناة الإنسان لا تنبع فقط من الماضي أو من الخلل النفسي، بل من الاصطدام بأسئلة الحياة الأساسية: من أنا؟ ماذا أريد؟ ماذا أفعل بحريتي؟ ولماذا أخاف أن أختار؟
الغاية ليست إزالة الخوف، بل فهمه.وليست أيضاً جعل الحياة أسهل، بل جعلها أكثر وعيًا. فحين ترى نفسك بوضوح، لا يعود الهروب مجديًا.
ولهذا، يشبه هذا الكتاب بوابة صغيرة تفتح على مساحة واسعة داخل النفس. لن تخرج منها كما دخلت، وربما لهذا فقط يستحق القراءة مرة أخرى.
Mărturisesc. Când mai e multă lună și puțin salariu, 😅mi-e teamă să-mi verific contul.😳
🤯Mi-e teamă să nu bat câmpii, să nu cad în penibil când îmi dau cu părerea într-un cadru formal. Mă tem de sarcini administrative, de eșec, de laude și mă-ngrozesc mersul la service cu mașina sau treburile care necesită dosare cu șină (la propriu și la figurat). Astea sunt frici "cotidiene", asta ca să nu intrăm în dezbateri metafizice.
Fricile astea, dragii moșului, spun despre mine că (uneori) nu vreau să fiu adult. Adult înseamnă să-ți exerciți puterea: ✔️să-ți porți de grijă, ✔️să iei decizii și ✔️să-ți asumi consecințe. 🤔Cam de cacao când e mai simplu să procrastinez, să ma lamentez, să mă bosumflu, să mă fac că nu-i nimic sau să las pe alții or pe voia sorții, că poate se rezolvă de la sine.
Dar când lași fricile să preia puterea, s-ar putea să pierzi. Și să TE pierzi. Mă rog, predic eu așa dar asta n-o să fie ultima dată când amân schimbul de ulei.😅😅.
Dacă și ție ți-e greu să fii adult, îți recomand cartea asta.
Petite bible pour ceux qui cherchent à se comprendre et potentiellement avoir des pistes de travail sur soi 😇 En complément d’une thérapie cela peut être un vrai plus 👍🏼
Melhores trechos: "...Os quatro medos são os seguintes: 1. O medo de crescer ou de assumir realmente sua condição de adulto. Os medos que daí resultam estão ligados à questão da autonomia e expõem claramente a persistência de comportamentos herdados da infância (medo do escuro, de seu corpo de adulto, da sexualidade, da autoridade dos pais, de adoecer etc.). 2. O medo de se afirmar ou de definir-se, de ocupar um lugar e um papel preciso entre os outros (medo de não estar à altura, de ser um “impostor”, de ser uma nulidade, de não ser reconhecido, de incomodar, de ser rejeitado etc.). 3. O medo de agir, ou dificuldade de tomar decisões e agir, de se projetar e de construir uma evolução pessoal por si e para si (medo de fazer escolhas, de faltar, medo de espaços públicos ou fechados, medo de se comprometer, de passar à ação, de fracassar etc.). 4. O medo da separação ou de confiar em laços com outras pessoas, manifestando principalmente o medo da separação e do abandono (medo de suas emoções e sentimentos, da solidão, de não ser amado, de ser agredido, enganado, abandonado etc.). Estes quatro medos fundamentais abrangem todos os medos que encontramos na vida cotidiana. Eles estão relacionados entre si pelo fato de que todos surgem de um conflito constante dentro de cada um de nós, um conflito entre a criança que não somos mais e o adulto que estamos tentando nos tornar... Na verdade, todos os psicólogos sabem muito bem disso: vivemos em um mundo cheio de crianças disfarçadas de adultos. Então, aqui está uma pergunta crucial: até que ponto podemos ter certeza de que somos adultos?... Confrontada com a dura e inquietante realidade, a criança pode, muito cedo, manifestar uma tendência a recuar e tentar desaparecer. É um mecanismo de defesa que pode persistir em algum grau na idade adulta. Para enfrentar suas angústias existenciais (morte, solidão, falta de sentido, responsabilidade), o indivíduo busca, de alguma forma, viver nos 'bastidores' da sua vida. Para isso, ele desenvolverá um modo de ser caracterizado pelo que a psicologia existencial chama de 'fusão', no qual ele procura fundir-se com os outros, apagando os contornos de sua individualidade... Assim, tendemos a nos colocar numa posição de inferioridade, dependência e passividade diante dos outros. As outras pessoas parecerão sempre mais adultas, mais competentes, mais responsáveis. Estabeleceremos com elas uma relação comparável àquela entre criança e adulto, buscando sempre ficar sob as asas de um protetor... O apagamento por fusão tem o objetivo de afastar as angústias para longe da consciência, mas ele mesmo pode ser fonte de angústia. Com efeito, a partir de certo ponto, o autoapagamento pode provocar o medo do completo desaparecimento. Surgem, então, como forma de compensação, comportamentos que não estão voltados ao apagamento dos limites de si, e sim à superação desses limites. Em vez de se fundir ao ambiente, a criança procurará distinguir-se, excedendo ou mesmo transgredindo todas as fronteiras... Essas pessoas nunca encontram a serenidade ou a paz de espírito que desejam. Elas continuam com medo, medo do abandono, medo de não serem realmente importantes para os outros, medo de ficarem entediadas, medo de não encontrarem sentido em suas vidas. Recusar-se a crescer realmente tem um preço alto e apresenta desvantagens em múltiplas áreas... Para simplificar, digamos que existem dois tipos de famílias com alto grau de toxicidade: famílias fusionais e famílias heroicas. Nas primeiras, a imposição de solidariedade acaba por encerrar a criança numa espécie de bolha invisível da qual ela terá a maior dificuldade para sair. Ela será criada com a ideia de que não se deve criar laços sérios fora da família. Também terá que respeitar um princípio de transparência concordando em não ter nenhuma intimidade ou vida privada. Em famílias heroicas, ao contrário, os filhos serão levados a se individualizar além da medida e a partir o mais rápido possível. Os vínculos geralmente serão bastante distantes e a atitude dos pais (ou de um deles) pode beirar a indiferença, às vezes o desprezo. No entanto, insidiosamente, os pais se apresentarão como modelos, e sobretudo como modelos insuperáveis, suscetíveis de esmagar o filho, de o confrontar com a sua suposta (e insuperável) insuficiência... É preciso que se admita o seguinte: a vida adulta só pode começar realmente quando você for capaz de dizer aos seus pais: eu não sou mais sua criança. Continuo sendo seu filho ou sua filha, mas não sou mais sua criança... Trair os pais é, na realidade, deixar de trair a si mesmo. É graças a essa traição que o indivíduo pode começar a se descobrir e a conquistar maior autenticidade... Não fazer nada nos confronta com o próprio fato de existir. O tédio é talvez o que torna nossa existência mais dolorosamente sentida... Divertir-se é esquecer-se da própria existência. É isso que queremos dizer quando falamos da nossa necessidade de 'fugir', quando dizemos que queremos 'esvaziar a cabeça'. Esvaziar de quê? Da única coisa que realmente possuímos: nossa presença em nós mesmos. Mas trata-se de uma experiência difícil... Por conta disso, o tempo escorre entre os dedos. Literalmente não o vemos passar, o que é uma forma de anulá-lo. 'Matar o tempo' nos permite viver o presente como crianças... Viver o momento presente é, de fato, perceber a própria presença no mundo... Uma criança, de fato, tem a tendência em ver as coisas 'de baixo'. Comparando-se aos adultos, é difícil para ele atribuir a si mesmo qualidades ou mesmo uma interioridade digna de interesse. Ele se sente 'insuficiente'... Seja recorrendo à desvalorização ou à supervalorização, um adulto nunca será tão insignificante quanto gostaria, ou tão superior quanto espera ser. Ele sabe que, no fundo, é apenas um adulto que conta histórias a si mesmo para não crescer... Mas este famoso 'inconsciente' não seria, no fundo, o que resta de infantil, impulsivo e irracional em nós? Pelo menos é o que se pode supor ao examinar alguns dos nossos comportamentos... Quando falamos de autoestima, geralmente ignoramos um fato óbvio: a falta de autoestima sempre vem acompanhada de uma falta de respeito próprio. É importante distinguir as duas noções. Estimar é medir o valor de uma coisa ou de uma pessoa e fazer uma representação disso. De maneira mais simples, é considerar se uma coisa é boa ou não. Respeitar é mostrar consideração, levar em conta. Em outras palavras, a autoestima é um pensamento, enquanto o respeito é uma ação concreta. Obviamente, pensamento e ação estão interligados... A criança, de fato, depende do olhar dos adultos para tomar consciência de seu valor. Ela espera ser validada e valorizada por eles porque ainda não teve tempo ou meios para avaliar-se a si mesma. É preciso esclarecer, todavia, um ponto importante: para o adulto, a falta de autoestima é certamente uma grande dor na vida cotidiana... O que deve ser buscado é uma relação de adulto para adulto, e não mais a de criança e pais... Escolher e decidir é sempre uma aposta. No entanto, o adulto que persiste em viver como uma criança tem uma aversão particular ao risco e ao desconhecido. Ele suspende, então, sua decisão, a evita e a adia. Escolhe não escolher. Ou, se preferir, escolhe no modo de não escolher (o que ainda é escolher)... Escolher é sempre, em um nível muito profundo — ou seja, existencial — escolher viver. Todas as escolhas que fazemos, mesmo as mais triviais, testemunham, no fundo, um desejo de viver... Na verdade, quando encontramos um problema, procuramos uma solução e agimos. No entanto, as pessoas que ruminam fazem o contrário: quando encontram uma solução, procuram o problema... O isolamento, a ruminação e o ressentimento constituem defesas relativamente pertinentes para a criança pequena que se sente inundada pela frustração, medo, raiva e é incapaz de se sentir suficientemente segura em seus relacionamentos com os outros. No entanto, a persistência dessas defesas na idade adulta é dolorosa e destrutiva. A única solução para sair do ciclo é desenvolver uma capacidade real de tomar decisões... É preciso aceitar que podemos nos enganar e até mesmo admitir que inevitavelmente cometeremos erros. A confiança em si mesmo reside em se estimar o suficiente para suportar que às vezes estaremos equivocados. Não somos perfeitos, temos falhas e faltas, e é inútil lutar contra essa condição... Sociólogos e psicólogos explicam que o desenvolvimento do uso do e-mail e das mensagens de texto tornou a chamada de voz mais rara, o que faz com que muitas pessoas se sintam inseguras ao telefone. Além disso, a fala direta exigiria mais espontaneidade do que a escrita e, sem a ajuda da linguagem não verbal (posturas, gestos, expressões faciais), seria mais difícil se fazer entender... Dirigir é admitir, querendo ou não, uma autonomia geralmente negada. A própria rodovia age como um símbolo da vida: uma linha mais ou menos reta na qual entramos sem poder voltar atrás e da qual não saímos quando queremos. Não há outra escolha senão avançar. É impossível dar voltas. Nessas condições, não é surpreendente que as defesas psíquicas vacilem e deixem as angústias existenciais reprimidas reaparecerem à luz do dia... Para o adulto fusional, o medo de fracassar é (inconscientemente) apenas uma espécie de justificativa para não agir. 'Por que tentar algo se tenho certeza de que não vai funcionar?' Também é uma ordem implícita para não concluir nada e, portanto, não ter sucesso... Toda relação é ao mesmo tempo fonte de alegrias e medos: alegria da troca, amor, amizade, consideração, alegria de ser objeto de orgulho ou admiração; mas também medo de ser abandonado, traído, manipulado, desprezado, incompreendido, rejeitado, ridicularizado, rebaixado, esquecido… Assim, estamos sempre cheios de dúvidas e perguntas: até que ponto posso confiar no outro? Até que ponto ele é sincero comigo? Como posso amar uma pessoa e, ao mesmo tempo, não a amar, invejá-la, sentir ciúmes ou guardar ressentimentos dela?... Solidão é estar sozinho, sem ninguém com quem estabelecer trocas. O isolamento ontológico é algo completamente diferente: é a solidão que se pode sentir mesmo quando se está bem acompanhado; é estar 'sozinho na própria cabeça', perceber que a sua consciência não pode se fundir com outra. É possível comunicar-se, mas sentimos que há um abismo intransponível entre a nossa consciência e a dos outros... O adulto não assumido parece dizer: 'Dê-me a pessoa certa e mostrarei que sou capaz de amar'. Como em outros momentos, ele poderia dizer: 'Dê-me dinheiro e mostrarei que posso ter sucesso'. Ou, ainda: 'Torne-me famoso e mostrarei meus talentos'. Ora, pensar corretamente significaria inverter a causalidade, ou seja, se esforçar para ser capaz de amar — e, antes de tudo, amar a si mesmo — e assumir-se como adulto diante dos outros adultos. Isso também significaria considerar que não se trata de encontrar a pessoa certa, mas sim inventar e construir a 'relação certa'. Pois, para um casal, são os momentos vividos juntos que fazem com que um e outro moldem sua adequação — que não existe a priori... Se você tem dificuldades para dizer não, talvez você acrescente que não gosta de conflito (e quem gosta?), que não quer magoar os outros, que é uma pessoa conciliadora e prestativa. Mas é provável que a verdadeira razão seja outra: você teme que seu 'não' resulte na expulsão da sua base de segurança. Uma expulsão que significaria a perda instantânea do seu valor... Veja como todos os dias surgem mil pequenas oportunidades para você assumir o que realmente quer para si mesmo. O importante é aceitar o risco de desapontar o outro, afirmando o seu lugar, e até mesmo se atrever a pensar: 'Não tenho medo de você', o que significa: tenho o direito de existir tanto quanto qualquer pessoa e expressar o que eu realmente preciso nesta vida..."
Bien que cette lecture m’ait fait prendre conscience de certains de mes comportements, je trouve qu’elle propose finalement assez peu de solutions.
Si je résume : tous les adultes sont des enfants qui répondent à des situations de la vie d’adulte avec des mécanismes d’enfants - jusqu’ici rien d’étonnant. On fait la différence entre l’enfant fusionnel et l’enfant héroïque et ça c’est un concept assez intéressant.
Par ailleurs, j’ai trouvé le ton général du livre franchement moralisateur voire paternaliste.
This book changed my life. I think I read it at the right time; that's why I loved it so much. It's easy to understand and gets straight to the point. It highlights the unspoken reasons why we act strangely as adults. It made me understand many of my behaviours and fears. It's as good as several appointments with a shrink.
J'ai commencé à lire ce livre en janvier et j'ai eu du mal à le terminer. La description des quatre peurs est bien faite, mais l'auteur passe trop de temps à donner des exemples de ses patients; la plupart du livre se concentre sur l'illustration de ces peurs dans la vie réelle. J'aurais voulu plus de solutions et de stratégies thérapeutiques, mais l'auteur semble plutôt encourager le lecteur à réfléchir sur sa propre vie pour trouver les réponses recherchées. La thèse—qu'on est tous de grands enfants—est pertinente et il est vrai que j'ai beaucoup réfléchi en lisant ce livre. Pourtant, quelque chose semble manquer.
قرأت الترجمة العربية، كتاب مثير للاهتمام ويطرح مخاوف الإنسان بعمق وببساطة، لا توجد حلول حقيقية لهذه المخاوف غير أن معرفتنا لها ومعرفة مشاركة الكثير من البشر لهذه المخاوف يخفف من تأثيرها على سلوكنا.
🔥 El miedo no es solo un sentimiento, es una prisión mental que nos limita y nos impide vivir plenamente.
En Los cuatro miedos que te impiden vivir, Eudes Semeria nos ofrece una guía para entender y superar los miedos más comunes que todos enfrentamos: el miedo al rechazo, al fracaso, a la muerte y a lo desconocido. Con un enfoque práctico y directo, el autor nos invita a explorar estos miedos no como obstáculos insuperables, sino como barreras mentales que podemos aprender a reconocer y liberar. La propuesta de Semeria no es solo teorizar sobre estos miedos, sino ofrecer un método claro para enfrentarlos y transformarlos en oportunidades de crecimiento personal.
🌿 A lo largo del libro, descubrí herramientas valiosas para comprender mis propios miedos y cómo estos han influido en mis decisiones y en mi vida. La lectura me permitió reflexionar sobre cómo a menudo actuamos bajo la sombra de nuestros miedos, sin darnos cuenta de que la verdadera libertad radica en enfrentarlos con valentía. Es un libro que no solo ofrece teoría, sino que también nos da pasos concretos para aplicar en nuestro día a día, ayudándonos a liberarnos de esos temores que nos frenan.
📌 ¿Vale la pena leerlo? Si alguna vez has sentido que tus miedos te impiden avanzar o vivir plenamente, este libro es una excelente opción. Ofrece una perspectiva fresca y liberadora, con consejos prácticos que pueden ayudarte a dejar atrás los miedos que te limitan y a vivir con mayor confianza y libertad.
Lo encontré muy interesante y lleno de información. Es un libro que no tiene pelos en la lengua. Tiene partes en las que me sentí muy identificada. Pero siendo honesta, a ratos se me hizo un poco denso, sobre todo hacia la mitad, y empecé a sentir que el enfoque era medio negativo. Me faltaron más herramientas concretas o soluciones, y cuando las daba, era muy breve.
Creo que no fue el momento indicado para leerlo, no me ayudó tanto como esperaba, pero eso no significa que sea un mal libro. Al contrario, tengo una gran parte del libro destacado, y tiene mucho contenido que puede servirle a alguien que esté en otra etapa. Así que no lo descarto, solo no fue para mí ahora.