O que acontece quando uma tempestade te isola no cimo de uma montanha, a neve te faz esquecer o mundo à tua volta… e ficas sozinha com o único homem que nunca deverias desejar?
Layla Birch sempre fez o que se esperava boa rapariga, responsável, com planos bem definidos. Até o destino a levar até a um rancho no topo de uma montanha onde vive Colton Wilder, um cowboy com quase o dobro da sua idade, forte, misterioso e… pai do seu ex-namorado.
Quando uma tempestade de neve os faz ficar retidos no rancho, o isolamento intensifica os olhares, e a tensão estende-se como um fio quente, impossível de ignorar. Não são apenas os gestos, nem sequer as é a forma como ele se aproxima e recua, como se lutasse contra algo que também a arrasta a ela. Lá fora, a neve cai sem parar.
Lá dentro, a distância entre os dois diminui, lenta e inevitavelmente. Vão-se aproximando de uma linha que nenhum deles devia cruzar. E, ainda assim, cada momento torna mais difícil rejeitar o desejo que cresce, profundo e proibido.
Este livro é para quem gosta de homens que parecem ter sido esculpidos num tronco de carvalho… e que têm a simpatia de um urso com fome. 🌲🐻
Layla Birch sempre foi a “boa rapariga”: a que segue as regras, faz o que é esperado e tenta manter tudo sob controlo. O problema é que fazer tudo certo não impede que a vida descarrile — e um ex-namorado desastroso é a prova disso. É assim que Layla acaba num rancho isolado nas montanhas de Crimson Ridge.
À primeira vista, parece que está a fugir do passado. Mas, no fundo, Layla está apenas a tentar descobrir quem é quando deixa de viver para corresponder às expectativas dos outros. Nunca sentiu que pertencesse verdadeiramente a lugar nenhum — e a necessidade de se sentir escolhida, validada e segura é mais real do que gostaria de admitir.
Crimson Ridge parece o lugar perfeito para recomeçar... até Colton Wilder entrar em cena. 🤠
Reservado, intenso e tão sólido quanto a terra onde vive, Colton é o tipo de homem que parece fazer parte da própria montanha. Dono de um rancho isolado, foi pai demasiado cedo e vive com a culpa de não ter estado presente o suficiente. Ainda assim, guarda a esperança de conseguir, um dia, reparar desse erro.
Quando Layla aparece à sua porta, perdida no meio do caos que o próprio filho criou, Colton faz o que sempre fez: ajuda.
O que nenhum dos dois esperava era a atração absurda que surge quase de imediato. O problema? Colton é o pai do ex-namorado de Layla. 👀
Entre olhares demorados, tensão constante e uma química impossível de ignorar, ambos sabem que estão a entrar em território perigoso. E quando uma tempestade de neve os isola no rancho, nas montanhas, resistir torna-se cada vez mais difícil.
Eles tentam. A sério que tentam.🔥
Mas Layla tem a juventude e a liberdade que Colton nunca teve oportunidade de viver… e Colton oferece a estabilidade e a força que Layla nunca encontrou em mais ninguém.
E às vezes aquilo que parece errado no papel… é exatamente aquilo que o coração insiste em querer...
“Alguns caminhos só se encontram quando nos perdemos” Uma leitura arrebatadora, daquelas que nos puxam para dentro da história desde as primeiras páginas e não nos larga até ao fim. Layla é a definição de resiliência. Sempre fez o que se esperava dela, cresceu depressa e aprendeu a sobreviver sozinha. Quando chega a Crimson Ridge, traz consigo o peso do passado, a solidão e a necessidade de recomeçar. A sua vulnerabilidade é crua, real e profundamente comovente. É impossível não querer protegê-la. Colton Wilder é o típico homem fechado, moldado por perdas, responsabilidades e solidão. Um cowboy rude à primeira vista, mas com um coração pesado e uma lealdade inabalável. A diferença de idades, o contexto proibido e o facto de ser o pai do ex-namorado dela criam uma tensão constante, quase sufocante, que ele tenta combater a todo o custo, sem sucesso. O slow burn é magistral. A proximidade forçada, o isolamento da montanha, a neve a cortar o mundo exterior tudo contribui para uma atmosfera carregada de desejo contido, olhares demorados e sentimentos que se recusam a ser ignorados. Este não é apenas um romance quente e intenso. É uma história sobre duas pessoas feridas que se encontram no momento em que mais precisam uma da outra. Sobre permitir-se sentir, mesmo quando tudo parece errado. Sobre baixar defesas, enfrentar culpas e escolher o amor apesar do medo. O cenário de Crimson Ridge está lindamente construído, sente-se o frio, o isolamento, o trabalho duro do rancho e a vida crua da montanha. A escrita da Elliot Rose é envolvente, visual e emocionalmente carregada, equilibrando na perfeição tensão, dor, entrega e esperança. Um romance proibido que prende, provoca e emociona. Um início fortíssimo para a série Crimson Ridge, que deixa uma vontade de regressar a este mundo e conhecer as próximas histórias. Intenso, arrebatador e inesquecível. Foi para mim uma honra e um enorme orgulho poder ler este livro antecipadamente. Quero deixar um enorme agradecimento à alma dos livros pela confiança e apoio que têm para comigo. Deixa-me de coração quentinho. Muito obrigada por acreditarem no meu trabalho. E que privilégio fazer parte deste livro que para mim será sempre especial.
📖 A história acompanha a Layla, uma estudante de Medicina Veterinária que precisa de completar várias horas de estágio para conseguir terminar o curso. 🐎 É nessa procura que vai parar a uma quinta onde acaba por conhecer o Colt… e o verdadeiro problema começa aí. 😅 Porque o Colt não é apenas um homem mais velho e absurdamente atraente. Ele é: 🤠 um cowboy rabugento, dono de uma quinta de criação de gado, 🔥 consideravelmente mais velho que ela, 💣 e, pior ainda… o pai do ex-namorado dela. O Colt tenta resistir à atração óbvia que sente pela Layla, preso entre a moralidade, a lealdade familiar e o medo do caos que esta relação pode causar. Já a Layla sabe exatamente aquilo que quer e não tem grande intenção de fugir dessa atração. A tensão do livro vive muito deste romance proibido e do ambiente de cidade pequena, onde toda a gente comenta a vida de toda a gente. ✍️ Gostei bastante da dinâmica proibida. Há qualquer coisa na escrita que prende logo desde o início, e a química entre a Layla e o Colt é impossível de ignorar. A premissa do “pai do meu ex” traz aquele nervosinho constante e a curiosidade de perceber como vai rebentar a bomba quando o ex descobrir toda a história. 😬 ❌ O problema foi o meio do livro… aí a coisa descarrilou completamente para mim. Tornou-se maçador e cansativo, principalmente pelo excesso de smut. Eu gosto de romances quentes, mas houve ali uma fase em que parecia que as personagens deixavam de fazer qualquer outra coisa. As cenas são extremamente detalhadas, muito gráficas e acabam por se tornar repetitivas. Ainda no smut também me fez confusão os termos utilizados na descrição da anatomia🫣 . 🤯 O enredo, que devia aprofundar o conflito emocional, o segredo e as consequências familiares, ficou completamente em segundo plano. O ritmo da história praticamente parou e comecei a sentir que a autora estava só a “encher chouriços” com mais cenas íntimas para aumentar o número de páginas. Chegou a um ponto em que eu só queria que eles tivessem conversas sérias ou que finalmente acontecesse o inevitável confronto com o ex-namorado… em vez de mais uma descrição anatómica exaustiva. 😂 💡 Nota final: adorei o início pela tensão e gostei do final pelo drama familiar e pelas consequências da relação. O meio? Sinceramente, podia ter sido metade. No geral, foi uma leitura divertida e viciante q.b., mas a Elliot Rose exagerou claramente no smut e esqueceu-se que a história precisava de continuar a andar fora dos lençóis. É um “gostei”… mas com várias ressalvas. 🔥📖
Que história tão boa. Tão perfeita. Não lhe mudava nada. Absolutamente nada.
O caminho que estes dois personagens percorreram um com o outro ajudaram-nos a curarem-se das mágoas tão profundas que a vida lhes deu.
Layla é leal, honesta, responsável, profissional e bastante adulta. E talvez por isso a diferença de idades entre eles não se fez notar.
Adorei todo o rumo da história. O slow burn que queima a cada página, os momentos de tensão e desejo e o quão bem Colt tentou evitar ceder.
Como sou uma amante de animais, adorei as descrições com o gado e a preocupação em que a manada esteja bem. A natureza e o ritmo do trabalho em condições agrestes.
Foi perfeito.✨ O final foi tudo o que eles mereciam.
Uma história intensa, envolvente e cheia de química desde as primeiras páginas. “Rumo ao Selvagem” leva-nos por um caminho emocional onde perder-se é, muitas vezes, a única forma de se encontrar. Gostei muito da dinâmica entre as personagens — existe tensão, vulnerabilidade e momentos que fazem o coração bater mais rápido. A escrita é fluída e fácil de ler, o que faz com que a leitura avance quase sem darmos conta. ✨ O que mais gostei: A construção emocional e a forma como o romance evolui entre força e fragilidade. 💭 Recomendo a quem: A leitores que gostam de romances intensos, com personagens marcadas pelo passado e uma ligação poderosa. 📖 Em poucas palavras: Um romance apaixonante, com alma e emoção.
Gostei da premissa, gostei do age gap, gostei da história da Layla e gostei do ar carrancudo do Colt, mas... precisava de mais história e desenvolvimentos 💖
Demorei imenso tempo, acho que demora muito a desenvolver e depois é muito do mesmo. Não achei mau mas não achei óptimo. Não acho que seja um livro que vá aconselhar…