As tentativas constantes de Kate Pryde de levar uma vida normal dão terrivelmente errado quando ela se vê no meio de uma briga iniciada por dois adolescentes teimosos com habilidades extraordinárias – as quais, é claro, eles são péssimos em controlar. Ela jurou não ser professora, mentora, professora, sensei ou qualquer coisa que a lembre de sua antiga vida. Mas será que a Rainha Branca vai obrigá-la? E há uma nova rebelião mutante, e Polaris está à frente de tudo! Mas como eles sabem tanto sobre as missões secretas da X-Factor? Destrutor precisa procurar um traidor na equipe... mas como fazer isso se o culpado for ele mesmo?!
Dr. Eve Louise Ewing is a writer and a sociologist of education from Chicago. Ewing is a prolific writer across multiple genres. Her 2018 book Ghosts in the Schoolyard: Racism & School Closings on Chicago's South Side explores the relationship between the closing of public schools and the structural history of race and racism in Chicago's Bronzeville community.
Ewing's first collection of poetry, essays, and visual art, Electric Arches, was published by Haymarket Books in 2017. Her second collection, 1919, tells the story of the race riot that rocked Chicago in the summer of that year. Her first book for elementary readers, Maya and the Robot, is forthcoming in 2020 from Kokila, an imprint of Penguin Random House.
Her work has been published in many venues, including The New Yorker, The New York Times, The Atlantic, The Nation, The Washington Post, The New Republic, Poetry Magazine, and the anthology American Journal: Fifty Poems for Our Time, curated by Tracy K. Smith, Poet Laureate of the United States. With Nate Marshall, she co-wrote the play No Blue Memories: The Life of Gwendolyn Brooks, produced by Manual Cinema and commissioned by the Poetry Foundation. She also currently writes the Champions series for Marvel Comics and previously wrote the acclaimed Ironheart series, as well as other projects.
Tenho achado que Excepcionais X-Men está sendo o melhor título mutante de acompanhar da fase atual, mesmo estando apenas na segunda edição. Não é por acaso que a roteirista, Eve L. Ewing, foi promovida a um título com maior abrangência. Escepcionais é daquele tipo de quadrinho que, mesmo tendo lido só um gibi de vinte páginas, parece que você leu um arco inteiro (ainda mais se comparados com gibis do Bendis). Tanta coisa aconteceu e tanta recompensa para nossa memória que a história trouxe. Kitty e os personagens novos são bem desenvolvidos e a arte de Carmen Carnero está muito melhor aqui do que em Capitão América, por exemplo. O título satélite deste gibi, X-Factor, poderia ser mais recheado de crítica social, principalmente por ter o rei atual das críticas sociais, Mark Russell, como seu roteirista. A arte de Bob Quinn é boa, mas parece que depende muito da colorização de Jesus Aburtov. Também queria que os dois desenvolvessem mais os outros personagens da equipe e não apenas os seus líderes. A ver o que as próximas edições reservam.
A parte de excepcionais x-men está fantástica realmente para quem ama a kitty pride um prato cheioo já x-factor que estou em analise mas estou curioso para oque está por virr
PT Kitty Pryde está a tentar viver uma vida normal, longe dos problemas dos mutantes, mas acaba por se envolver com um grupo de jovens mutantes que está agora a descobrir os seus poderes e que a vê como a mentora de que precisam.
Na outra história temos Havok, irmão de Scott Summers, agora líder dos novos X-Factor, mas com a constante sensação de que alguém os está a tentar tramar.
É uma leitura relativamente agradável, mas, tirando as personagens, nunca senti verdadeiramente que estava a ler uma história dos X-Men. Dá mais a sensação de que estão apenas a “encher chouriços” enquanto tentam encontrar ideias novas e refrescantes para perceber para onde levar os X-Men daqui para a frente.
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EN Kitty Pryde is trying to live a normal life, far away from mutant-related problems, but she ends up getting involved with a group of young mutants who are only now discovering their powers and who see her as the mentor they need.
In the other story, we follow Havok, Scott Summers’ brother, now leading the new X-Factor team, while constantly feeling that someone is trying to set them up.
It’s a fairly enjoyable read, but aside from the characters themselves, I never truly felt like I was reading an X-Men story. It feels more like they are simply buying time while trying to come up with fresh new ideas about where to take the X-Men next.