Nesse volume 1 de Batman publicado pela Panini, temos o ultimo arco da revista Batman, escrito por Chip Zdarsky, enquanto na Detective Comics, temos o começo da fase do Tom Taylor.
No que tange a revista do Homem Morcego, a história começa de maneira bem promissora, com um contexto bem mais pé no chão - se comparado a fase inicial do Chip Zdarsky.
Aqui, temos um roteiro focado em trabalhar a figura do Bruce Wayne como um investidor em Gotham, que trouxe melhorias para a população com revitalização de áreas periféricas e investimento em saúde, educação e demais setores essenciais para o povo.
Enquanto isso, o Edward Nigma surge como uma figura reabilitada, gerindo uma empresa de criptomoedas, ao lado de um novo líder da Corte das Corujas.
Já na Detective Comics, Tom Taylor inicia sua fase trabalhando com algo semelhante ao que ele discutiu na revista do Asa Noturna: questões envolvendo o impacto sociopolitico do dinheiro.
Enquanto com Dick Grayson ele trabalhou o personagem investindo na cidade e utilizando o dinheiro para a população, com o Batman, ele traz a discussão do acúmulo de capital enquanto um privilégio, e como adquirir bens - que só podem ser acessado por milionários - torna a sociedade mais desigual, mostrando a culpa que o Batman possui. Tudo isso por conta de um novo procedimento/tratamento que promete retardar a velhice e postergar a juventude.
Além disso, na Detective Comics, o Batman também precisa investigar uma serie de assassinatos de jovens delinquentes, que até então, não possuem correlação.