A gente tende a tomar atitudes precipitadas quando acha que comparar a nossa vida com a vida dos outros é mais importante do que seguir os próprios passos.
Em seu livro de estreia, Luanda Vieira provoca reflexões sobre coragem, sucesso e felicidade. Partindo de experiências pessoais, sua escrita lírica e evocativa mostra as batalhas intensas que enfrentou para conquistar os seus sonhos e a descoberta de que nenhum desejo vale o adoecimento; afinal, nada é definitivo.
Com um relato poderoso e honesto sobre o poder e a coragem de mudar de rumo e recalcular a rota, a jornada de autodescoberta e empoderamento de Luanda serve também como aprendizado para todos aqueles que já enfrentaram resistências externas na busca de seus sonhos. A partir de suas palavras podemos aprender a ter novas conversas. Podemos entender que, em um mundo que não foi feito para o sucesso de todos, priorizar a saúde e a autenticidade pode fazer mais sentido do que "chegar lá" a qualquer custo.
Aprendemos desde cedo que devemos “correr atrás dos nossos sonhos”, mas, depois de ler esse livro, você começa a se questionar se realmente vale a pena fazer isso ou até onde vale.
Conheci Luanda Vieira pelo podcast O Corre Delas, que fala sobre carreira sob uma perspectiva feminina. Apesar de ser um conteúdo totalmente voltado para o público feminino, para mim ele sempre foi feito para gays e mulheres.
Mesmo sendo um livro autobiográfico, a maior lição que tirei da leitura foi a importância de dizer “não” e, principalmente, de fazer isso quando finalmente chegamos lá.
Foi um livro em que marquei várias frases e que, assim que tiver um tempinho, quero revisitar para absorver melhor todos os insights que tive durante a leitura.
queria abraçar luanda agora. por mais que não vivemos uma mesma realidade, pude me sentir acolhida a cada palavra.
sua escrita abraça, e nos lembra que está tudo bem. está tudo bem sermos nós, entendermos nossos limites, dizer não, parar quando necessário.
eu era a bailarina assim como ela. a perfeição, disciplina e humilhação sempre tiveram presentes na minha vida — até hoje. mede de errar, de não dar certo, de decepcionar… palavras ditas no passado pesam até hoje.
a leitura fluiu como uma tarde em baixo de uma árvore afastada da poluição. não via o tempo passar, mas sabia que estava presente a cada linha.
luanda disse, nossos sonhos mudam, eles se moldam como nós. talvez o que sonhamos hoje, não seja o que nos cabe. e eu, com 21, finalizando minha faculdade, entendi isso. entendi que o que tanto lutei parar entrar, não é como me vejo nos próximos anos. o tempo passou e me moldou.
luanda, obrigada por este abraço literário, sua história é inspirado, seus trabalho, sua luta… estou com você!
Daqueles livros que te dão um soco no estômago e um quentinho no coração, ao mesmo tempo. Bom saber que compartilhamos muitas das angústias da vida adulta, e não estamos sós.
3.5 ⭐️ o livro é bem escrito, uma leitura fluida, com algumas reflexões interessantes sobre trabalho, coragem e ir atrás do que queremos. masss senti falta de mais aprofundamento, das histórias serem contadas em mais detalhes e com especificidade, e menos frases de impacto gerais.
Quando comecei a ler, foi difícil parar. A Luanda escreve de forma poética e hipnotizante. O livro é um ato de amor e coragem. Acompanhamos sua trajetória profissional, passamos pelas conquistas, aventuras e também pelos episódios de racismo vividos pela autora. São relatos muito fortes, impossível dimensionar o quão cruel e horrível é passar por tudo isso.
Me deu uma felicidade enorme ler cada conquista narrada pela Luanda. Impossível não sentir sua alegria e não se emocionar com todos os acontecimentos. Essas páginas são lindas, assim como aquelas que narram sua relação com a família (da muita vontade de abraçar sua mãe, que mulher incrivel).
Devo confessar que, assim como a Luanda, eu também sou apaixonada por moda e já tive esse sonho em comum (o meu era ser estilista). Claro que, com o tempo e com as mudanças da vida, entendemos que talvez não caibamos mais dentro dele ou, como no meu caso, precisamos adaptá-lo à nossa realidade, e tá tudo bem também. Como o título do livro já diz, nada é definitivo. Às vezes, algo que desejávamos muito deixa de fazer sentido, e precisamos ter coragem para abraçar as mudanças para abrir espaço para o novo florescer.
terminei o livro da Luanda Viera como quem termina uma longa conversa com uma amiga. daquelas conversas que te deixam repensando sobre tudo. como disse pra ela, eu demorei pra começar a ler o livro, mas comecei na hora certa. dizem que os encontros acontecem como tem que acontecer, né? chorei diversas vezes e me vi na Luanda em muitas situações, da adolescência à vida adulta, da vivência de ser uma mulher negra em espaços que não nos entendiam ali mas ao mesmo tempo sempre nos exigiram excelência. em uma parte do livro ela fala inclusive sobre uma colega de trabalho e o quanto compartilhar uma experiência faz a gente ser visto. me senti vista e com ainda mais coragem depois de terminar esse leitura. obrigada por isso, e que a gente tenha cada vez menos medo de abraçar tudo que somos. 🤎
Incrível. Leiam sem medo. Encontrei uma amiga que não via há anos na livraria Martins fontes da avenida paulista e recebi a indicação. Comprei por educação. Li duas páginas e simplesmente não consegui parar de ler. Foi um abraço um acolhimento. Muito bem escrito