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Em um de seus mais intrigantes casos, Hercule Poirot enfrentará um opositor que desafiará sua inteligência e sagacidade: o tempo. Procurado pela bela jovem Carla Lemarchant, Poirot é contratado para investigar um terrível crime que acontecera dezesseis anos antes, e que envolveu os pais da moça. Caroline Crale foi condenada à prisão perpétua e submetida a trabalhos forçados pelo assassinato do marido, o famoso pintor Amyas Crale. Mas, antes de morrer na prisão, enviara à filha, então criança, uma carta afirmando sua inocência.
Tantos anos depois, não há mais evidências a serem colhidas. As pistas e provas deverão ser tomadas apenas na análise psicológica das testemunhas, e, para tanto, Poirot contará com sua capacidade de compreensão profunda do espírito humano para desvendar esse mistério.
Nas entrevistas que Poirot faz com as cinco testemunhas do crime se revelam seus caracteres e intenções, e fortes sentimentos vêm à tona: angústia, inveja, amor, desejo, cobiça, ciúme. Quem, além de Caroline, teria motivos para assassinar Amyas? O que se esconde por trás dos relatos das testemunhas? O que de fato aconteceu na propriedade dos Crale naquele fatídico dia? Nada leva a crer que alguma daquelas pessoas possa ter assassinado Amyas Carle, impulsionando o leitor a prestar muita atenção aos detalhes dos relatos, a fim de acompanhar o aguçado raciocínio de Poirot nesta trama cheia de sutilezas, e que culmina em uma surpreendente revelação do assassino e dos curiosos motivos do assassinato.
253 pages, Kindle Edition
First published May 1, 1942



Hercule Poirot said slowly, "Granted that what you say is true, mademoiselle, sixteen years have gone by!"
Carla Lemarchant said, "Oh, of course it's going to be difficult! Nobody but you could do it! (...) I've heard about you," Carla said. "The things you've done. The way you have done them. It's psychology that interests you, isn't it? Well, that doesn't change with time. The tangible things are gone—the cigarette end and the footprints and the bent blades of grass. You can't look for those any more. But you can go over all the facts of the case, and perhaps talk to the people who were there at the time (...). And you'll know what really happened..."
“One must have the courage to face reality. Without that courage, life is meaningless. The people who do us most harm are the people who shield us from reality.”
“So young. Something innocent, something appealing, something helpless. But youth is not that! Youth is crude, youth is strong, youth is powerful—yes, and cruel! And one thing more—youth is vulnerable.”
“I should hope, M. Poirot, that whatever our feelings, we can keep them in decent control. And we can certainly control our actions.”





