Amor Proibido + Age gap + Gravidez inesperada + Homem obcecado (ela é irmã da ex esposa dele)Escapei de um acidente que quase me matou. Ganhei um novo rosto e cicatrizes que o espelho não deixa esquecer. As crianças se assustam quando me veem, e eu… nunca fui bom com elas.
Me tornei mais fechado, focado no trabalho. A ideia de continuar a minha linhagem parece cada vez mais distante.
Tenho cuidado da irmã da minha esposa, como prometi a ela que faria.
Nina cresceu. Quatro anos se passaram, e agora ela é uma mulher. A mesma personalidade intensa, fala demais, faz perguntas, e a curiosidade dela continua épica.
Os cabelos estão coloridos, não é mais o loiro de antes. E, droga, ela está linda.
É errado me sentir atraído por ela.
Nós dois sabemos disso.
A Proibição não pesa o suficiente para apagar o que existe entre nós.
Eu estou quebrado, arruinado.
Ela é jovem, cheia de sonhos.
Eu não tenho perspectivas… e sei que não mereço alguém como ela.
Meu problema?
Não quero deixá-la ir.
Não consigo. Sou egoísta. Eu simplesmente não suporto perdê-la.
É decepcionante investir em uma leitura que se diz revisada, mas que, na prática, apresenta falhas primárias de revisão. Erros ortográficos e gramaticais gritantes comprometem a imersão e levantam um questionamento inevitável: o que, de fato, foi revisado? Infelizmente, não é um caso isolado nas obras da autora, o que sugere uma necessidade urgente de reavaliar sua equipe de revisão de texto. Exemplo: — Tem só alguns livros de estudo em uma caixa morfando. (Capítulo 16, página 180) Aqui temos um combo de equívocos: Concordância e Regência: Para indicar existência, o padrão culto exige "Há" ou "Existem". Mesmo no uso coloquial do "Ter", o plural (Têm) seria obrigatório para concordar com "livros". Semântica: O termo "morfando" é tecnicamente inadequado. A menos que os livros sejam Power Rangers em plena metamorfose, o termo correto para o desgaste por umidade é mofando. Infelizmente, esses são apenas alguns exemplos de uma série de deslizes espalhados por toda a narrativa.
Quanto ao enredo, a volta da personagem Ivy revelou-se um erro. Trata-se de uma figura fraca e irritante, que não acrescenta substância à história, servindo apenas como "enchimento". O relacionamento entre Victor e Nina já possuía conflitos orgânicos o suficiente; a inclusão dessa personagem sonsa apenas tornou o ritmo arrastado e a leitura cansativa. 🤡
Gostei do livro. De verdade. Eu tava ansiosa pra ler o livro do Victor, criei expectativa, esperei, e quando comecei foi uma leitura que me prendeu. A história é boa, envolvente, bem construída. Eu gostei dos personagens, gostei do caminho que a narrativa tomou, gostei da escrita.
Foi uma experiência muito positiva.
Mas sabe quando não vira um 10/10? Não porque seja ruim, longe disso. O livro é muito bom. Só não bateu naquele lugar que vira favorito absoluto, que você fecha e pensa: “é isso”.
Ainda assim, vale muito a leitura. Eu gostei bastante, foi uma ótima experiência, só não entrou pra minha lista de inesquecíveis. E tá tudo bem.
Eu li todos os livros dessa série, com certeza esse foi o melhor. A entrega de Victor é linda, ele precisava da alegria de Nina na vida dele! É uma situação complicada por ele ser ex da irmã dela mas a autora soube trabalhar bem esse quesito. A única critica é que alguns finais de capítulos não achei que ficaram bem construídos.
Eu já imagina que o livro do Victor seria foda, mas não imaginava que seria tanto assim. Os sentimentos estão ali e a gente quase consegue toca-los. Nina é linda,as ao mesmo tempo frágil.
Eu amei! O romance foi envolvente e encantador… com certeza o meu favorito da serie. Não posso negar que quero muito outros livros principalmente o do juiz