“Não o conheci, sei que foi um pai em défice. Como tantos outros da mesma geração e de outras gerações anteriores e posteriores, mesmo que nao tenham dado por isso. A frase pode ser condescendente, mas não é uma amnistia. Olho à minha volta e, no som da água que escorre, consigo ouvir um coro de fantasmas num cântico pelo tempo perdido.”
Um texto que me levou a rever e a reflectir sobre a minha parentalidade... a sofrida e a vivida... o papel do pai, do avô em nós e o Eu como pai e futuro avô. Um desafio escrito de forma leve, clara, por vez poético, por vezes científico. Um registo reflectido.