Esse pensamento, tão urgente e profundo, surge em algum momento da vida de cada um de nós e coloca em perspectiva todas as nossas prioridades e problemas. Mas e se essa fosse mais do que uma simples suposição? E se tivéssemos, de fato, apenas mais uma hora? E se você também tivesse apenas um breve momento para fazer um balanço, lembrar-se, encontrar aquilo que mais importa? E se só restasse uma hora para esquecer as ilusões e, finalmente, viver? Roger-Pol Droit propõe neste livro um exercício radical, decisivo, que vale todas as lições de filosofia e sabedoria. De forma brilhante, o autor nos faz mergulhar em nossa própria consciência, para que, ao fim, possamos descobrir o que é essencial para nós.
Eine Stunde und dann bist du tot. Doch was haben diese 60 Minuten an Bedeutung, wenn sie zu kurz sind um etwas „bedeutungsvolles“ zu machen. Der Autor geht in viele menschliche Themengebiete ein und nimmt uns mit in seine Gedankenwelt. Dabei sind die Worte, die er schreibt so kurz und grammatikalisch bewusst ein Nirwana.
Demorei uma eternidade para ler porque esse não é o meu tipo de livro. Eu não tinha interesse em ler, então não posso dar mais de duas estrelas. It took me forever to read this, because this is not my kind of book. I didn't have any interest on reading it, so I can't give more than 2 stars.
El título sugiere por definición un estado de urgencia. Apenas 60 minutos nos separan de nuestro final. ¿Qué hacer durante ese lapso? ¿Qué pensar? ¿Miramos hacia atrás para recordar o intentamos vivir con intensidad ese presente que se hace breve de manera inexorable? Confrontar estas interrogantes es lo que nos propone el filósofo Roger-Pol Droit, las cuáles él contesta desde su propia perspectiva y con ello nos invita a plantearnos nuestras propias respuestas.
En esencia el estar colocados en ese lapso breve y dramático, resulta en un buen en escenario para plantearnos lo que en la vida en verdad importa. Para ello Droit sugiere escapar de los lugares comunes, de los valores entendidos, de los clichés.
A manera de ejemplo, él crítica a aquellos que recomiendan que debemos aprender a morir, ¿Y cómo se puede hacer esto si la muerte es algo irrepetible? Quizá, entonces, el planteamiento que nos deberíamos hacer es cómo, si podemos, conducimos nuestra vida hasta el final.
Por último, vale la pena destacar que la obra de Droit demuestra un empeño por discutir cuestiones filosóficas de una forma amena y cercana a nuestra cotidianeidad.
Mais um achado do kindle unlimited. Pequeno ensaio de rápida leitura com a visão do autor a respeito da vida humana: elogios ao amor, à dúvida, ao instante, à escrita. O texto toma a liberdade de não usar letras maiúsculas nem pontos; mesmo assim, a leitura é fluida. O filósofo cita muito Montaigne e Espinosa, mas acho que há muito de Nietzsche também, em especial na ideia de aceitar a possibilidade de viver tudo novamente. Não há nada de novo ou original nesse livro, e acredito que ele não interessa a quem conhece bem os filósofos que servem de referência ao autor, mas, como filiado ao Sindicato dos Leitores Comuns, devo dizer que gostei da leitura: é leve e faz pensar.
Neste livro o autor divaga sobre a morte e o que é essencial...sobre a busca incansável do ser humano por sentido, sobre a obsessão do ser humano de entender tudo, sobre amor, sobreo ódio, sobre a vida...
É muito pessoal, este livro. Trata sobre as crenças, certezas e dúvidas do próprio autor ...
Foi um boa leitura..me fez refletir em alguns pontos. Eu não concordei com parte do que foi dito, mas gostei da leitura.
O autor escreve muito bem, é poético, irônico, às vezes.
Hayatımda bu kadar kötü çevrilmiş bir kitap henüz okumadım. Cümleler o kadar düşük ve anlamsız ki… Başta okuduğumu anlayamamamın nedenini konunun sofistikeliğine verdim ve okumaya devam ettim, ancak ilerleyen sayfalarda cümleler daha anlamsız bir hal almaya başladı. Bir oturuşta bitireceğimi düşündüğüm bu kitabı maalesef tamamlayamayacağım. Böyle güzel bir konuda yazılmış bir kitabın, Türkçeye güzel çevrilememesi üzücü.
Le titre m'avait alléché, et j'ai emprunté le livre en espérant y trouver des idées éclairantes sur ce qui compte vraiment en fin de vie. Après tout, l'auteur se dit philosophe... Malheureusement, j'y ai surtout lu une série de banalités sur l'amour, l'art, la famille ou le savoir.