Um romance terno e divertido que nos ensina o que, no fundo, todos os amantes de gatos já sabem de ter um pequeno felino ao lado pode mesmo mudar a nossa vida. Para melhor. Uma história doce e mágica que vai aquecer os nossos corações.
Esta história começa com um gatinho de seis semanas, de nariz sujo, olhos verdes brilhantes e pelo preto eriçado, a vaguear sozinho, à chuva, pelas ruas de uma cidade. Não sabe aonde o levará o seu percurso ou com quem se cruzará, mas são muitas as histórias e as pessoas que já o esperam, para juntos percorrerem esse a jovem Matilde, vítima de bullying pelos colegas de escola; Diana e Paolo, almas solitárias destinadas a unir-se; Mario, um estafeta que ficou sem emprego e sem casa; Demir, um rapaz de coração enorme e grandes sonhos; Teresa, uma idosa que precisa de companhia; e Elena, uma mulher com uma carreira brilhante, mas infeliz. Para eles, o protagonista desta fábula será o fiel companheiro que lhes trará conforto nos momentos difíceis, a presença que os ajudará a encontrar coragem para dar aquele passo importante, o amigo em quem poderão confiar nos momentos de solidão. Mas ele não sabe tudo isto, porque ainda é um gatinho e isto é apenas o começo. O começo da história do gato dos sete nomes.
Os elogios da crí
«Um romance envolvente e uma homenagem aos nossos adorados gatos.» Libero
«Nas páginas de O Gato dos Sete Nomes, as histórias das personagens abordam temas profundamente atuais que tocam a todos, contados com delicadeza através da vida de um gato.» RAI — TGR Lazio
«Uma leitura agradável e fluida, em que as sete histórias, tal como as famosas sete vidas dos gatos, nos fazem refletir sobre como um gato, mesmo que não salve o mundo, é capaz de mudar silenciosamente o curso das pequenas coisas.» Il Messaggero
«Um fenómeno com milhões de visualizações, Federico Santaiti, realizador e conceituado criador de conteúdos, leva o leitor numa viagem pelo extraordinário e singular mundo dos gatos. Através de um enredo envolvente, as histórias de sete pessoas entrelaçam-se na perfeição com as "sete vidas" de um gato preto que, nas diferentes vidas dos protagonistas do romance, surge como resposta no preciso momento em que alguém precisa dele.» Libero
Un micetto nero, con gli occhi verdi ed un ciuffetto di peli bianchi a forma di diamante al centro del petto, sfugge ai volontari di un rifugio per animali. Inizia così la sua avventura che lo porterà a conoscere più persone, che gli daranno nomi diversi e si prenderanno cura di lui... e lui saprà come ripagarle.
È un libro molto tenero che racconta la grande gioia, felicità ed empatia che questi animali sanno trasmettere nella vita delle persone che li accolgono. Il protagonista della storia è un micetto dallo spirito libero, un grande osservatore sempre curioso. Proprio questa curiosità lo porta a scoprire i bisogni, le tristezze e le insicurezze nascoste nell’animo delle persone. Attraverso semplici gesti, a volte anche simpatici e leggeri, riesce quasi sempre a dare il via a cambiamenti importanti, aiutando gli altri a compiere scelte decisive o a realizzare desideri che spesso vengono accantonati per paura. La trama del libro è lineare e segue la crescita di questo gattino, che attraversa le vite di diverse persone nel corso del tempo: si parte da delle ragazzine, si passa ad adulti, fino ad arrivare a una nonnina, che sembra quasi rappresentare il riflesso della sua vecchiaia. C’è anche un ricongiungimento finale con la prima persona che si era presa cura di lui, come a suggellare una ciclicità della vita e a esprimere una sorta di riconoscenza verso chi lo ha accolto per primo. Il titolo non sembra essere casuale: il numero sette richiama simbolicamente le sette vite del gatto. In questo caso, però, il micetto, pur vivendo un’unica esistenza, sembra viverne simbolicamente sette, perché accompagna la vita di sette persone diverse, aiutandole a ritrovare serenità e felicità. Nel corso della storia vengono affrontati temi importanti e attuali: il bullismo, come nel caso di una ragazzina derisa per il suo aspetto fisico, e quindi il bisogno profondo di essere accettati per ciò che si è; le delusioni d’amore e la paura di rimettersi in gioco dopo una sofferenza; la perdita del lavoro e della casa, che può lasciare disorientati ma anche spingere a ricominciare con determinazione; il tema dell’immigrazione e della difficoltà di costruirsi una vita in un paese diverso dal proprio; la vecchiaia, con le sue fragilità e la solitudine; e infine anche il mondo del lavoro e dei ritmi frenetici, che rischiano di soffocare la vita personale e i sentimenti. In tutte queste situazioni, il gattino diventa una presenza capace di far scattare nelle persone quel cambiamento necessario per affrontare la vita in modo più sereno e consapevole, senza mai essere invadente. Ciò che ho apprezzato maggiormente di questo libro, che in alcuni momenti è anche molto commovente, è la straordinaria capacità dei gatti di intuire i sentimenti umani e di esserci sempre nei momenti più difficili. Questa sensazione l’ho sentita in modo particolare anche perché ho due gatti e mi sono riconosciuta in diverse situazioni raccontate. È proprio questo aspetto che vorrei sottolineare con forza: la sensibilità con cui il libro riesce a raccontare il legame profondo tra esseri umani ed animali, e il modo in cui, a volte, una presenza costante e vibrante, con il suo dolce linguaggio di fusa, può davvero fare la differenza nella vita delle persone.
Um gatinho preto, sozinho à chuva com seis semanas de vida. É assim que começa. A partir daí, acompanhamos a vida inteira deste gato a cruzar o caminho de sete pessoas diferentes, cada uma num momento em que precisava de algo que não sabia bem nomear.
Federico Santaiti estrutura o romance em torno dessas sete histórias e a fórmula funciona. Cada capítulo tem vida própria, mas o fio condutor mantém o ritmo. As personagens podiam facilmente cair em lugares-comuns: a miúda vítima de bullying, o casal solitário que ainda não se conheceu, o homem que perdeu o emprego e a casa, a idosa que ficou sem ninguém. Mas o autor trata-as com calor e contenção suficientes para que se sintam reais. Gostei!
São 208 páginas que se lêem depressa. Não por serem rasas, mas porque o livro sabe exactamente o que quer ser e não se prolonga mais do que o necessário, o que nem sempre acontece.
O final faz o que tem de fazer. O gato viveu uma vida longa e cheia de sentido, e quando chega ao fim, custa. Esse custo é o sinal de que a história ganhou as suas últimas páginas. Mas custou, muito.
Trata-se de um romance sereno e bem construído que não tenta ser mais do que é.
Se tens carinho por animais e por histórias sobre o modo silencioso como as vidas se cruzam, este livro encontra caminho.
Un gatto può farti piangere d’emozione? Penso proprio di sì e lui ci è riuscito alla grande. In questo piccolo ma intenso libro seguiamo la vita di questo dolcissimo e sensibile felino, che con il suo istinto riesce a scovare persone in difficoltà. Aiuta chi incontra a fare una crescita tale che poi può lasciare andare alla propria strada e proseguire il cammino verso gli altri. Non so dire quale sia stata la storia più bella ma sicuramente l’ultima è la più straziante, perché vive al fianco di un’anziana che ritrova la figlia. Il momento più triste è stata la morte, dove ha rivissuto le sue tappe di vita, come se il vetro della finestra fosse un ponte, un tramite oltre l’immensità.
Seguo l’autore su instangram per il suo Amore per i gatti e cosi quando ho visto il suo libro non ho resistito perche parlava di un gatto e delle sue avventure. Libro semplice ma nulla di che,a tratti banale con un po troppa retorica . Simpatica l’idea del gatto che cambia le vite delle persone pero troppo scontato ,non mi ha colpito piu di tanto seppure sia scorrevole nella lettura. Una lettura che nn consiglierei,c’e’ di meglio.
La trama e la scrittura saranno anche semplici, ma mi ha fatto emozionare davvero tanto. Sarà perché in questi ultimi mesi il mio gatto è stato un grande supporto psicologico per me, mi sono immedesimata in alcuni passaggi. Sul finale singhiozzavo senza alcun ritegno.
“O Gato dos Sete Nomes” é uma leitura absolutamente encantadora, daquelas que parece simples à primeira vista, mas que vai ganhando camadas à medida que avançamos. A escrita de Federico Santaiti é delicada, quase poética, e consegue transformar algo tão aparentemente banal como a vida de um gato numa reflexão profunda sobre identidade, pertença e as múltiplas versões de nós próprios.
Cada “nome” do gato traz consigo uma nova perspetiva, uma nova fase, quase como se estivéssemos a acompanhar diferentes vidas dentro da mesma história. É impossível não criar uma ligação emocional, há momentos ternos, outros mais melancólicos, mas todos muito humanos (mesmo quando falamos de um gato).
O ritmo é perfeito, nunca apressa nem arrasta, e a forma como tudo se liga no final deixa aquele tipo de satisfação que só os bons livros conseguem dar.
É uma história sobre mudanças, sobre quem somos e quem podemos vir a ser e sobre como, às vezes, todas essas versões coexistem dentro de nós.
Recomendo mesmo, especialmente se gostam de livros que parecem pequenos mas dizem tanto. Este ficou comigo.
Nesta fábula acompanhamos as diferentes fases da vida do gato “dos sete nomes”. Em cada momento da sua vida vai conhecendo diferentes pessoas, cada uma com desafios e dificuldades por enfrentar e que se tornam mais fáceis graças à presença deste companheiro de quatro patas.
A escrita do autor é muito leve, fluida e bonita. É um livro pequeno, mas com uma mensagem tocante e especial.
Un finale allo stesso tempo duro e meraviglioso! Sembrava un libro da leggere sotto l'ombrellone e invece si è rivelato una stupenda storia di amore moltiplicata per sette. Grazie!