Cidália vê a sua neta Constança, a única família que lhe resta, partir para a faculdade, deixando a Aldeia da Paz. Para combater a solidão e a saudade, resolve procurar Isménia, uma amiga de quem há muito não tem notícias, e é surpreendida pelo seu frágil estado de saúde.
Movida pelo inesgotável desejo de ajudar os outros, Cidália resolve levar Isménia consigo para a Quinta do Velho, onde mantém a custo uma pequena exploração agrícola. Aí, o ritmo lento do quotidiano, a companhia de Jacó, o fiel papagaio, e a unida comunidade que tão bem a acolhe trazem a Isménia a paz e o conforto que a vida lhe parecia ter negado. Constança, por sua vez, encontra novas razões para visitar mais frequentemente a aldeia, quando conhece João, o jovem fisioterapeuta que acompanha a amiga da avó.
Entre gestos simples e o aroma das flores, a força invisível da bondade de Cidália faz renascer a esperança e transforma a vida de todos os que a rodeiam. Por onde quer que passe, a amizade e o amor que Cidália coloca em cada gesto juntam-se à memória de dias passados e assumem-se como as maiores fontes da felicidade humana.
Este é um livro que emana ternura. Tem uma escrita simples e conta uma história de proximidade, repleta de pormenores tradicionais portugueses facilmente reconhecíveis. Ao longo da narrativa encontramos personagens encantadoras, guiadas por valores sólidos.
É também a prova de que, para escrever uma boa história, que ainda assim aborda temas e problemas atuais, não são necessários grandes vilões ou tramas demasiado rebuscadas. O que encontramos aqui são relações humanas autênticas e um ambiente acolhedor.
No fundo, é um livro sobre a importância de cada pequeno pormenor do dia a dia e da própria vida, sobre a força do amor, do perdão, da bondade e também da amizade.
É, acima de tudo, um livro esperançoso. E hoje, depois de fazer a apresentação com o José, percebi ainda melhor que este é um livro pensado para toda a gente. É um livro que não exige grandes interpretações ou leituras complexas para ser apreciado, e isso parece-me muito importante.
Percebi que o José escreve com o propósito claro de chegar a todos os leitores, mesmo àqueles que possam ter tido menos oportunidades de instrução. Na sua visão, qualquer pessoa deve ter direito à literatura. Por isso opta conscientemente por uma linguagem mais simples e acessível, e isso parece-me um gesto de grande generosidade, até de bondade, muito semelhante à que encontramos nas próprias personagens do livro.
Ainda assim, não faltam aqui temas sensíveis, tratados com grande cuidado. As personagens femininas e masculinas revelam fragilidades muito humanas, e as femininas, em particular, são intensas e muito bem trabalhadas. A Cidália, a personagem central da história, é uma figura de enorme força, apesar de tudo aquilo por que passou na sua vida, consegue tornar-se um verdadeiro apoio para toda uma comunidade.
E isso leva-nos a uma das ideias mais fortes do livro, o sentido de comunidade, de ajuda entre pessoas que se conhecem, de atenção ao que os outros estão a viver.
Numa altura em que isso parece cada vez mais urgente, o livro recorda-nos algo fundamental: a importância da empatia, a capacidade de nos colocarmos no lugar do outro, de compreender as outras pessoas e, acima de tudo, de realmente as vermos.
🕊️💛 “Não se chora apenas quando se perde quem se ama, também se chora quando se antevê uma despedida.” 💛🕊️
“Pensando bem, talvez todos tenhamos uma fase em que nos importamos demasiado com o que pensam de nós. O que dizemos, o que vestimos ou como nos apresentamos perante os outros. Vamos deixando que os dias passem e, enquanto nos preocupamos apenas com aquilo que queremos mostrar, como se fôssemos sempre maravilhosos e radiantes, esquecemo-nos do que realmente importa: o que somos por dentro. (…) “A palavra fortuna pode ter imensos significados. Há aquela que se contabiliza e que, tantas vezes, arrasta a ganância e a avareza. E há a outra, que não tem dimensão e que começa no coração de quem quer a vida preenchida de amor.” - Cidália Velho
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“Talvez a esperança possa ser tão ou mais poderosa do que a realidade que a ciência traz, ou não fossem as palavras de alento muito mais emotivas do que as que sustentam os factos. E se, tantas vezes, são as boas emoções que mantêm as pessoas vivas, porque não alimentá-las até onde for possível?” - Cidália Velho
🩷🩵 “A vida oferece o amor. O que se transforma em saudade, depois da partida de quem se ama, e o que continua a alimentar o coração, enquanto durar a vida de quem fica.” 🩵🩷
Gostei imenso. Ler este livro foi um colo de afetos, com personagens cativantes, que me fizeram sorrir, enternecer e emocionar.
"Existem sorrisos que precisam de acontecer enquanto se conjugam os verbos que não incluem passado nem futuro, apenas o presente. Uma das formas de se conseguir parar o tempo é quando se encosta a cabeça no colo de quem se ama. Os ponteiros do relógio congelam enquanto o inverso acontece com a alma de quem sente as mãos mais carinhosas do mundo percorrerem os seus cabelos"
[Flores] "(...)As vossas cores são tão bonitas como a paz, como o amor, coisas que se estão a esvaziar do coração dos homens."
" - (...) Pensando bem, talvez todos tenhamos uma fase em que nos importamos demasiado com o que pensam de nós. O que dizemos, o que vestimos ou como nos apresentamos perante os outros. Vamos deixando que os dias passem e, enquanto nos preocupamos apenas com aquilo que queremos mostrar, como se fossemos realmente sempre maravilhosos e radiantes, esquecemo-nos do que importa: o que somos por dentro."
"A palavra fortuna pode ter imensos significados. Há aquela que se contabiliza e que, tantas vezes, arrasta a ganância e a avareza. E há a outra, que não tem dimensão e que começa no coração de quem quer a vida preenchida de amor."
"- A luz das estrelas parece ser mais brilhante quando olhamos para elas e agradecemos a sua presença. Aliás, o nosso espírito fica mais aliviado sempre que reconhecemos tudo o que a natureza nos oferece, sem pedirmos nada em troca."
"A amizade é uma forma de amor. Silencioso e fiel. Um afeto que não exige, mas oferece. Nasce como um sopro leve e fica. Chega devagar, mas ocupa espaço no silêncio e no riso. Os amigos são encontros de alma, onde o tempo desacelera e o coração encontra abrigo. Seguram o mundo, enquanto recordam o que cada um é. Quando a vida espalha distâncias, a amizade permanece como se fosse uma estrela que nunca se apaga. É por isso que, mesmo de longe, se consegue sentir a força imparável do abraço de um amigo."
"A bondade humaniza, cria pontes e pode curar feridas invisíveis."
Este foi o primeiro livro que li do autor. É um romance onde se destacam temas com carga emocial, um livro sobre a bondade humana. Acredito que, para muitos leitores, possa trazer conforto e alguma paz após a leitura. Eu prefiro outro tipo de narrativa e outro tipo de personagens. Tudo me pareceu muito plano. Não acredito no "amor à primeira vista" e achei a história excessivamente idealizada e demasiado doce. É um livro que terá, com toda a certeza, o seu público.
José Rodrigues tem o dom da palavra escrita e de evocar através das letras sentimentos tão bonitos.
Este novo livro não foi diferente. É um romance sereno sobre o poder da amizade, a importância da família e da união, bem como da bondade e o poder dos pequenos gestos.
Adorei Cidália, uma personagem resiliente, que após uma mudança na sua vida, decide reencontrar uma amizade antiga. Este reencontro traz várias mudanças à pequena comunidade e à vida destes personagens.
Cidália é uma lufada de ar fresco, uma personagem inesquecível que fica connosco depois do final do livro. Adorei-a, todos devíamos ter uma Cidália na nossa vida.
A escrita do autor aposta num registo emocional e reconfortante, onde a empatia, a amizade e a importância de cuidar do outro são palavras chave.
Um romance centrado em personagens muito humanas que permite que o leitor se consiga identificar e, claro, torcer por um final feliz. Uma leitura que valoriza sentimentos, é acolhedora e impactante.
Este livro é um mergulho numa história profundamente humana, onde cada gesto e relação carregam significado. A ligação entre Cidália e a neta Constança é feita de cuidado, proteção e liberdade, um amor que se sente mais do que se explica. A amizade de Cidália com Isménia é linda, marcada por partilha, boa disposição e amparo na dor. O altruísmo e a empatia de Cidália revelam um humanismo genuíno que me tocou profundamente. Encontros e pequenas descobertas trazem novas ligações, onde nasce esperança e proximidade mesmo nos momentos delicados. A escrita de José Rodrigues é sensível, transparente e envolvente, sem excessos, permitindo que a história se sinta próxima, íntima, quase como se a víssemos acontecer à nossa frente. Um hino à bondade, amizade e humanidade, uma leitura que se sente com o coração e nos lembra o impacto que podemos ter na vida dos outros. Uma leitura de esperança que recomendo muitíssimo.
Opinião: E mais uma vez, o José entrega tudo neste livro. Antes demais, devo agradecer o enorme privilegio que foi ler este livro ainda em manuscrito. A confiança depositada em mim para esta leitura e para amanhã ir apresentar o livro é maravilhosa e sinto uma gratidão enorme.
O José tem o dom de escrever livros que nos entram pelo coração e pela alma. Sentimos colo, amor, empatia pelas personagens que cria. Neste livro existem diversas personagens que nos encantam mas Cidália, a narradora desta linda estória, é possivelmente das mais bonitas e gostava muito que existisse na minha vida. Quem ler vai entender porquê e de certeza que vai achar o mesmo
Esta leitura é uma celebração da amizade genuína sem filtros, do amor em todas as suas formas, dos laços que unem cada uma das personagens de forma única. Com as flores como pano de fundo, e a importância das mesmas na vida de Cidália e de todos os que a rodeiam, este livro sabe a casa e a colo de mãe. Até o papagaio Jacó faz a sua parte e encanta a vida de todos os que se aproximam. Bom, às vezes com umas bicadas, mas quem nunca? O que retirei mais desta leitura é que a bondade que nasce connosco perdura pela vida inteira e não existe melhor elixir para a vida que ajudar os outros a serem felizes, celebrar as conquistas, estar sempre lá a apoiar nas derrotas. É o que nos faz Humanos. Recomendo esta leitura, como recomendo todos os livros escritos pelo José. Acreditem que não conseguem parar de ler assim que pegarem! E não esquecer as magnificas ilustrações/fotografias presentes neste livro assim como nos outros livros do autor fator diferencial das demais obras que existem.
Algumas das passagens que me marcaram (foram imensas fica só uma amostra)
“Também a saudade precisa de ser lembrada, como o amor e a amizade precisam de ser alimentados.” - Cidália
“Até eu me punha fina desta dor que trago ao fundo da espinha, que até me faz arrepiar os pelos da beltra.” – Isménia
“A amizade é coisa forte, e o silêncio pode muito bem ser uma das suas manifestações mais preciosas.” – Cidália
“A vida oferece o amor. O que se transforma em saudade, depois da partida de quem se ama, e o que continua a alimentar o coração, enquanto durar a vida de quem fica.” - Cidália
“Diriam os apaixonados que, quando a natureza é observada com o coração, todas as plantas e flores se vestem com cores mais belas.” – Cidália
“ A luz das estrelas parece ser mais brilhante quando olhamos para elas e agradecemos a sua presença.” – Manuel
“As flores, por sua vez, libertam aromas que se juntam a todos os abraços que conseguem testemunhar, perpetuando-se na memória de quem teve, ao longo da vida, a felicidade de os ter em abundância.” – Cidália
“A bondade é uma força silenciosa que não procura aplausos nem reconhecimento.”
Em janeiro, o José convidou-me para ler este livro em primeira mão e escrever uma frase para a badana… fiquei, genuinamente, sem palavras. Nunca imaginei viver algo assim. Foi um privilégio enorme, e uma felicidade difícil de explicar ver, hoje, o meu nome num livro de um autor português que tanto admiro 🤍
No seu sétimo romance, “A Vendedora de Flores”, José Rodrigues volta a lembrar-nos do essencial: a força da bondade, a importância dos afectos e o impacto que pequenos gestos podem ter na vida de alguém.
Acompanhamos Cidália, uma mulher de coração generoso que, ao ver a neta Constança partir para a faculdade, se depara com a solidão. Ainda assim, continua a viver os seus dias guiada pela mesma essência que a define, cuidar, estar presente, dar de si aos outros.
É essa bondade que a leva a procurar Isménia, uma amiga de quem já não tinha notícias há muito tempo, e é a partir daí que tudo ganha uma nova dimensão.
Sem revelar demasiado, este é um livro que mostra, de forma delicada e profundamente real, como a amizade, a entreajuda e os laços que criamos podem transformar vidas.
Já o disse várias vezes, mas nunca é demais repetir, a escrita do José é especial. Simples, sem artifícios, mas tão verdadeira que conseguimos sentir cada emoção como se fosse nossa, e visualizar cada cenário como se lá estivéssemos.
Os seus livros têm a capacidade rara de nos abraçar desde a primeira página. As personagens são humanas, imperfeitas, carregadas de histórias, de perdas e de amor, e é impossível não nos ligarmos a elas.
Cidália, Isménia, Constança e João dão-nos uma história cheia de sensibilidade, que nos fala de amor, amizade e recomeços. Lembram-nos que, mesmo nas fases mais difíceis, o amor, nas suas formas mais simples, pode ser o que nos salva.
Mais uma vez, cada capítulo é acompanhado por fotografias lindíssimas, que tornam a leitura ainda mais envolvente e nos transportam diretamente para a Quinta do Velho e para o universo destas personagens.
Uma história reconfortante, que me tocou profundamente e que vai, sem dúvida, ficar comigo.
Tenho a certeza de que também não vos vai deixar indiferentes 🤍
Cidália é a demonstração de bondade e da verdadeira percepção dos afectos, uma mulher de coração enorme que faz de tudo para que os que fazem parte da sua vida estejam bem. E é no momento em que vê a sua única neta, Constança, que viveu desde cedo unicamente consigo, partir para a faculdade, que se depara com a força da solidão, procurando saber o que é feito da sua amiga de longa data Isménia. A partir deste reencontro novos laços começam a ser definidos na vida de Cidália que não se deixa ficar pelo que a vida lhe coloca pela frente, lutando pelo real sentido dos afetos com pequenos gestos que vão sendo distribuídos por todos. Esta é uma história que celebra a amizade e o amor de várias formas, recorrendo ao passado para se perceber e acreditar no presente de forma consistente. Um romance de laços, contado de forma verdadeira e onde o leitor fica contagiado através da sensibilidade e emoção com que cada personagem se vai desenvolvendo ao longo da história, ficando-se a torcer para que tudo tenha o desfecho perfeito com que todos sonhamos. A acompanhar a escrita a que José Rodrigues já nos habituou, também um conjunto de fotografias a iniciarem cada capítulo, ajudando a remeter a leitura para o espaço exato onde a ação acontece, numa conjugação perfeita a favor da valorização da história. A Vendedora de Flores é um livro bem português onde os sentidos apurados estão para serem desfrutados.
Parafraseando o autor, “as histórias mais simples são sempre as mais bonitas” e eu não poderia estar mais de acordo.
Quis ler este livro desde o momento em que soube que ia sair e posso dizer-vos que superou totalmente as minhas expectativas. Foi a minha estreia com José Rodrigues e simplesmente adorei. A escrita do autor conquistou-me desde as primeiras páginas, pela sensibilidade, pela envolvência, uma escrita simples, fluída e carregada de emoção, com aquela capacidade rara de tocar o leitor de forma genuína.
Cidália foi, sem dúvida, uma personagem que me marcou profundamente. Uma verdadeira mulher furacão, daquelas que tudo fazem e que até movem montanhas, se for preciso, para ajudar os outros. A sua generosidade, força e entrega emocionaram-me em tantos momentos. E depois há a relação tão bonita que tem com a neta Constança, um amor forte, puro e inabalável, daqueles laços que aquecem o coração.
Esta é uma história que fala de amor, de amizade e da importância dos afectos, mas também de perda, de perdão e, no fundo, da complexidade e beleza das relações humanas. São histórias reais, sentidas, daquelas que nos abraçam por dentro e nos lembram o que realmente importa.
Uma leitura que realça a ideia de que os laços que criamos podem transformar vidas, e que nunca devemos subestimar o poder dos pequenos gestos nem a importância que podemos ter na vida de alguém. Um livro bonito, humano e inesquecível.
A “Vendedora de Flores” é um romance terno e emotivo que nos relembra o poder transformador da bondade nos gestos mais simples. É perfeito para quem gosta de histórias humanas e personagens que deixam saudade.
Primeiro livro que leio do autor e acho que comecei de uma forma incrivel.
Este é um livro sobre bondade, sobre o valor de pequenos gestos, sobre a amizade, união e amor. É sobre cuidar do próximo. Tudo isto é encontrado em Cidália, umas das protagonistas.
Gostei bastante de a conhecer: um verdadeiro furacão de pessoa com a missão de ajudar toda a gente com os seus pequenos atos de bondade. Uma mulher com uma postura um tanto ao quanto matriarcal para com toda a aldeia e as pessoas a rodeiam, sentindo-se feliz apenas quando tudo está bem.
Muitas foram as passagens que me fizeram ter as lágrimas nos olhos não só pela história em si, mas também pela forma que o autor escreve: diretamente ao coração do leitor.
Se querem um livro de conforto, ternurento, que nos ensina a abrandar e a apreciar as pequenas coisas que nos rodeiam, têm aqui uma bonita história!
Uma história simples mas cheia de emoção, que mostra como a bondade e os pequenos gestos podem mudar vidas. Já esperava algo muito bom do autor, mas este livro acabou mesmo por se tornar o meu preferido
🌸 Há histórias que não se leem apenas… sentem-se. E esta fica cá dentro muito depois da última página.
Neste romance, acompanhamos Cidália, uma mulher feita de bondade, que vê a sua vida mudar quando a neta parte e a solidão se instala. Mas em vez de se fechar no vazio, escolhe o caminho mais bonito possível: cuidar. Entre reencontros, pequenos gestos e uma comunidade que respira vida simples, a história vai-se construindo como um jardim — devagar, com paciência e muito amor 🌿
O que mais marcou esta leitura foi exatamente isso: a forma como tudo gira à volta das pequenas coisas. Não há excessos nem grandes artifícios, apenas vida real, com todas as suas nuances. O conforto e a nostalgia acompanham cada capítulo, como se estivéssemos a voltar a um lugar onde já fomos felizes. E no centro de tudo, a ideia de que o amor e a bondade existem em muitas formas — e todas elas importam.
É impossível não sentir um aconchego constante ao longo da leitura. É uma história que abraça, que lembra que cuidar dos outros também é uma forma de nos encontrarmos a nós próprios 🤍
✔️ Para quem é: • Quem gosta de histórias emocionais e humanas • Quem aprecia romances com significado e coração • Quem procura leituras que deixam marca
❌ Para quem não é: • Quem prefere ação constante ou grandes reviravoltas
Uma leitura que floresce devagar… mas fica para sempre.
Uma história simples na forma, mas profundamente rica na forma como toca o coração e celebra o amor no quotidiano.
Esta história fala de amizade pura. Amizade de anos, que nem o tempo separa e faz esquecer. Lembranças passadas, momentos revividos, e mágoas guardadas. Cidália cuida de todos a sua volta. Desde amiga que reencontrou e ajudou no momento mais difícil da sua vida, até á pessoa que mal conhece. Mulher de garra,e de força, que só quer ver todos bem e felizes a sua volta. Mas esta história fala também do primeiro amor. Do primeiro desgosto e do primeiro perdão. Embora com algumas tragédias, é um romance de reconforto. E a escrita e tão fluída, tão nossa.