Francisco, o primeiro papa jesuíta da História e um profundo conhecedor da espiritualidade inaciana, foi buscar aos Exercícios Espirituais – modelo criado por Santo Inácio de Loiola – o método para governar. Primeiro a sua vida interior, depois a missão como pastor da Igreja Universal.
É sobre isto que fala este livro. Pela voz dos autores – jesuítas, leigos de espiritualidade inaciana e simpatizantes das causas de Francisco – que escreveram artigos de opinião no Ponto SJ (o portal dos Jesuítas em Portugal), ao longo dos últimos anos, descobrimos como a vida de Jorge Mario Bergoglio foi moldada por esta chave de leitura: conhecer, decidir, colher.
Mais do que a seleção dos melhores artigos publicados no Ponto SJ sobre Francisco, este é um manual de discernimento. Para aprender a fazer boas escolhas na vida, aplicando este método de conhecer, decidir e colher. E para, através deste processo, conhecer melhor o Papa que nos deixou em abril de 2025, compreendendo as suas opções na vida pessoal e da Igreja e ajudando a integrar o seu enorme e riquíssimo legado.
Um manual para fazer memória do passado, mas também para nos comprometermos com o presente e continuarmos a sonhar e a construir o futuro.
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uma bela seleção de textos sobre o Papa Francisco. gostei muito que estivessem organizados pelos capítulos - conhecer, decidir, colher - três instruções a seguir para aprender a fazer boas escolhas na vida.
estas foram algumas frases que acabei por deixar sublinhadas:
"Se todos quiséssemos o mundo seria extraordinário.” Rui Nabeiro
“Caminhemos cantando; que as nossas lutas e a nossa preocupação por este planeta não nos tirem a alegria da esperança.”
“A Laudato Si é para mim um paradigma relacional, que convida a cuidarmos as nossas relações para darmos mais fruto e construirmos o Reino: a relação comigo, com os outros, com a terra, e com Deus. Porque a relação salva o mundo: ontem, hoje e sempre.”
“Francisco abriu portas e indicou o caminho. A nós, Igreja peregrina, cabe continuar a sua marcha, não como guardiões da nostalgia, mas como construtores da esperança que se predispõem a calçar os seus sapatos.”