Bastou um sussurro do passado para desmoronar a vida perfeita de Constança Boaventura.
Constança Boaventura sempre acreditou que o Hotel Esperança — o luxuoso refúgio que outrora fora um sanatório — era o seu legado perfeito. Criada pela imponente Alma Boaventura, a avó que lhe deu educação de elite, estatuto social e um amor firme, embora distante, Constança cresceu convencida de que nada lhe faltava.
Mas o destino começa a rachar essa fachada impecável. Fenómenos inexplicáveis perturbam os quartos do hotel, um apagão mergulha tudo em pânico, a cadela da família desaparece sem deixar rasto e a relação com um celebrado escritor desmorona-se diante dos seus olhos.
É então que o regresso inesperado de um familiar quase esquecido desencadeia revelações perturbadoras. Entre corredores que sussurram histórias antigas e paredes que escondem mais do que memórias, Constança descobre que o passado tem formas engenhosas de regressar.
Enredada entre traumas, segredos e jogos de poder, ela terá de montar o puzzle da própria vida antes que o seu brilhante castelo de cristal se revele, afinal, um frágil castelo de cartas prestes a ruir.
Anabela Lopes nasceu e cresceu em Guimarães. Estudou Biologia e Geologia, mas não foi nos bichos nem nos calhaus que encontrou o seu caminho. Esteve emigrada dez anos na Irlanda do Norte, e regressou às origens em 2022.
É casada e tem dois filhos e duas gatas. Gere a própria marca de roupa de bebé e criança. Assume-se fã incondicional dos anos 80, dos Queen e de Freddie Mercury, da série Friends e do mundo para onde espera um convite por carta desde os onze anos: Harry Potter. O caminho na escrita começou aos dezoito anos, com uma fantasia infanto-juvenil. Com Nas minhas mãos, a morte, Anabela acredita ter encontrado o seu rumo no louco mundo da literatura, e promete virar muitas cabeças do avesso.
A partir de hoje, este livro passa a ser também vosso.
Nada do que possa dizer será imparcial. Se gostam de histórias com mistérios, segredos, personagens cinzentas e de algum humor ácido, recomendo-vos este livro.
Personagens tão bem construídas que as odiei a todas (é bom sinal, juro!).
Livro bem escrito (e bem revisto, o que, por incrível que pareça, começa a ser raro).
Só lhe teria dado um final ligeiramente mais lento (não muito mais, que não há quem aguente thrillers com finais que enrolam), até porque tudo o que está para trás acontece sem pressas.
Não me lembrava da última vez que tinha ficado tão agarrada e viciada num livro, não me deitei enquanto não o terminei e que final perturbador foi este? Não posso julgar, é isto que se procura num thriller, ou não é?
A Anabela esmerou-se neste livro. Adorei a trama, adorei as personagens, tão bens contruídas e tão coerentes até ao final.
Depois disto, preciso de um romance levezinho para me acalmar, sei que esta história me vai marcar por muito tempo.
Um enredo que nos prende até ao final e de forma bastante surpreendente. Vale mesmo a pena ler... praticamente ninguém está à espera de um final destes. Muitos parabéns Anabela, o livro é fenomenal.
✨Que thriller psicológico! Desde cedo percebemos que estamos perante um enredo cheio de mistério, suspense, laços familiares e muitos segredos. A acção começa sem floreados e desde cedo a autora implanta em nós uma semente, a semente da inquietude. Não há uma personagem mal construída. Desde a Constança, à amiga Clara que lhe trazia serenidade, ao amante Elias, ao tio irascível, ao faz tudo, e a Alma, a minha favorita, revejo-me muito nesta matriarca.. ✨E este livro não é só um thriller. É um livro sobre família, vingança, vergonha alheia, amor, querer bem e sobretudo redenção.
Primeiro livro que li de Anabela Lopes e que leitura!! Mistério, segredos de família e uma narrativa que mantém a curiosidade viva até ao fim. Li com enorme entusiasmo e devorei as páginas. Quero muito conhecer outros livros da escritora!!
Com este novo livro, Anabela Lopes regressa em grande, num registo diferente daquele que encontramos em Nas minhas mãos a morte. Ainda assim, não perde a força nem a identidade da sua voz narrativa, diria até que as aprimora e amadurece. Conduz-nos com mestria por um enredo pleno de intrigas, dramas familiares e mistério. Em alguns momentos específicos, encontramos até um ligeiro toque de terror a espreitar das sombras.
A autora envolve-nos, intriga-nos e desafia-nos constantemente a criar teorias para, no final, fazer colapsar todas as fundações que fomos construindo ao longo da leitura, em simultâneo com as da própria personagem principal. As principais revelações são reservadas para as últimas páginas e para um momento particularmente intenso, colocando-nos no centro de um turbilhão de emoções difíceis de controlar.
Senti que a autora abala sem chocar gratuitamente e, para mim, isso vale ouro. Consolida-se, assim, como uma das minhas mais recentes autoras de eleição.
Um thriller psicológico e atmosférico onde o mistério e o suspense vão crescendo. A autora vai-nos dando migalhas e peças para irmos criando palpites, teorias até juntar todas as peças do puzzle.
Neste livro, acompanhamos Constança Boaventura, herdeira do imponente Hotel Esperança, um antigo sanatório transformado em refúgio de luxo, carregado de história e memórias inquietantes. Criada pela avó, Alma, numa vida de privilégio e aparente perfeição, Constança acredita ter tudo controlado até pequenos acontecimentos começarem a destruir essa ilusão.
O ponto mais forte do livro é a atmosfera que a autora cria, consegue utilizar o cenário do hotel e o peso do passado preso às paredes para criar tensão psicológica constante.
Constança surge como uma protagonista frágil, ingénua e muito desafiante, que se vê obrigada a desmontar a imagem idealizada da família e da própria identidade. Foi muito complicado conseguir gostar dos personagens, são desafiantes e algo detestáveis, é difícil torcer por algum deles.
Senti que o livro se arrastou em alguns momentos, pareceu-me que quase tudo aconteceu na fase final e acabou por ser muito rápido. O final partiu-me o coração, foi chocante e surpreendente.
No geral, uma leitura que foca tensão emocional, na atmosfera quase gótica e nos segredos familiares. Não é um thriller acelerado, nem cheio de ação. Anabela Lopes constrói uma história sobre aparências cuidadosamente mantidas e como basta um único sussurro do passado para fazer ruir o perfeito castelo de cartas.
“Castelo de Cartas” foi uma leitura que me prendeu do início ao fim. Os capítulos curtos tornam o ritmo muito viciante e fazem com que seja difícil parar de ler. Senti apenas que a meio a história se prolongou um pouco, enquanto o final acabou por concentrar muitas revelações em poucas páginas. E este final ?!?!?!?Mesmo assim, adorei a experiência e fiquei surpreendida com a escrita da Anabela Lopes. Foi o primeiro livro que li da autora, mas certamente não será o último.
Foi uma leitura que me agarrou pela atmosfera desde a primeira página. Não é um thriller de ação constante ou reviravoltas explosivas, mas daqueles que nos conquistam devagar, instalando um desconforto persistente de que algo terrivelmente errado está prestes a acontecer.
O hotel Esperança é um dos grandes destaques da história. Com o seu passado de antigo sanatório, torna-se quase uma personagem, com corredores carregados de ecos, segredos enterrados e uma atmosfera sombria que me envolveu por completo.
A Constança é uma protagonista complexa, marcada por privilégios, aparências e relações familiares cheias de sombras. Foi impossível não sentir o peso da sua jornada enquanto tudo aquilo em que acreditava começava a ruir.
Adorei a forma como a autora mistura suspense psicológico, drama familiar e leves toques quase paranormais. Os capítulos curtos tornam a leitura completamente viciante, naquele clássico “só mais um capítulo”.
Mas o que mais me marcou foi a profundidade dos temas: trauma, manipulação, dor, segredos e a fragilidade da mente humana, abordados de forma crua e impactante.
O final acelera o ritmo, mas o impacto emocional compensou totalmente. Daqueles desfechos arrepiantes que nos deixam em silêncio a processar tudo.
Uma leitura intensa e inquietante, perfeita para quem gosta de thrillers psicológicos, segredos familiares e daquela sensação constante de desconfiar de tudo e de todos.
O ambiente fez-me lembrar a Tower of Terror da Disney, mas aqui os fantasmas parecem demasiado reais.
Uma história muito bem pensada e estruturada, com uma escrita irrepreensível. Há duas cenas em particular (que não vou revelar) que requerem o dominio da arte da escrita para que mexam no fundo de nós, sem serem apenas vulgares (num caso) ou chocantes (noutro caso), e a autora fá-lo na perfeição. Uma leitura a não perder para amantes de thrillers.
Se procuram um livro com um enredo misterioso, cheio de suspense, intrigas e dramas familiares, então esta pode muito bem ser a vossa próxima leitura.
Neste livro, a atmosfera é tão importante quanto a própria história. Ao longo da narrativa senti uma tensão psicológica constante, quase sufocante, envolta numa aura sombria que me prendeu completamente à leitura. Há sempre a sensação de que algo não está certo, o que faz com que seja difícil pousar o livro.
Com uma escrita visual e cinematográfica, consegui imaginar cada espaço, cada detalhe do hotel, como se estivesse dentro da história. Os capítulos curtos ajudaram muito no ritmo da leitura.
Gostei bastante da evolução da personagem Constança ao longo do livro e da forma como é obrigada a confrontar não só os segredos da família, mas também as suas próprias fragilidades. Senti que todas as personagens tinham camadas e motivações bem construídas, o que tornou toda a dinâmica familiar ainda mais interessante.
Senti que algumas partes do livro poderiam ter sido ligeiramente mais dinâmicas, sobretudo tendo em conta que tudo acaba por acontecer muito rapidamente nas últimas páginas. Não esperava um desfecho tão apressado, talvez um desenvolvimento mais lento tornasse o impacto final ainda mais forte.
Ainda assim, o final surpreendeu-me bastante e gostei do facto de tudo ficar bem explicado e sem pontas soltas. No fundo, é um thriller psicológico sólido, envolvente e muito atmosférico, perfeito para quem gosta de histórias familiares sombrias e personagens emocionalmente complexas.
Um livro que nos agarra desde as primeiras páginas, capítulos curtos e tudo a acontecer num ritmo perfeito. São vários os momentos de tensão e em que queremos ler só mais um bocadinho para perceber o que está a acontecer afinal, qual a razão por trás de tantos acontecimentos estranhos. A Anabela brinca com a nossa mente o livro todo, como o autor de um bom thriller psicológico deve fazer. Dá-nos um final surpreendente e bastante dark - acho que não vou esquecer uma frase em particular, senti um arrepio como não me lembro de nenhuma outra história me ter feito sentir.
Na minha opinião, a Anabela Lopes teve um percurso fantástico. Saiu da Saída de Emergência e está agora na Penguin, no topo. Nota-se uma evolução brutal na sua escrita. Há claramente um forte acompanhamento editorial, fruto do seu árduo trabalho, disciplina e resiliência. Esta história não nasceu no vazio — exigiu tempo, dedicação, investigação e muito trabalho.
A autora foi buscar inspiração a casos reais, como o voo da SATA, entre outros, conseguindo misturar e diluir esses elementos na ficção de forma inteligente. Estamos perante um thriller bem construído, com nuances psicológicas e até subtis elementos de sobrenatural.
Mais do que entreter, a obra aborda temas reais e incómodos da nossa atualidade. Quantas pessoas, por descuido, já não provocaram a morte dos seus animais de estimação? Não por maldade, mas por erro humano. Isso faz parte da realidade, por mais desconfortável que seja. Note-se que esta abordagem, feita pela autora, foi baseada parcialmente em factos reais🤌
A Anabela vai ainda mais longe ao tocar em temas como tráfico humano, tráfico sexual, abuso e trauma psicológico — assuntos que existem há séculos, mas que muitos autores evitam. Aqui, são tratados com subtileza e inteligência.
Além disso, há elementos como a amnésia dissociativa, que reforçam a complexidade da narrativa. A construção da personagem e o desenrolar do enigma até ao final são eficazes e bem pensados.
O que me incomoda profundamente é ver pessoas que idolatram tudo o que vem de fora — incluindo obras extremamente violentas, onde há descrições explícitas de crueldade — mas que, perante um livro nacional bem escrito, escolhem focar-se numa morte acidental de um animal como se isso fosse inadmissível. Isso não é crítica literária séria. É seletividade e falta de coerência.
A morte acidental de um animal não é ficção absurda — é algo que acontece. Ignorar isso ou transformá-lo num escândalo diz mais sobre quem critica do que sobre a obra. Quanto ao resto, não vale a pena seguir o ruído. Há muita gente que critica sem pensamento próprio, apenas por influência. E isso, francamente, não acrescenta nada.
Este livro merece ser lido, analisado e discutido com maturidade. Reduzi-lo a polémicas superficiais é falhar completamente o seu valor. Da minha parte, fica a decisão: esta obra merece uma review — e merece ser levada a sério.
Esta história apresenta Constança Boaventura, herdeira do Hotel Esperança, um espaço luxuoso onde as memórias antigas parecem esconder muito mais do que simples ecos do passado. Entre segredos familiares, tensões por resolver, jogos de poder e uma atmosfera cada vez mais inquietante, acompanhei uma narrativa onde basta uma peça vacilar para tudo ameaçar desmoronar. 🏨
A escrita da Anabela Lopes continua inquietante e viciante. Há sempre algo nos capítulos que me deixa com aquele gosto especial pelo mistério, como se cada página escondesse uma nova peça pronta a virar o jogo. 🤯
Achei a história interessante e envolvente, mas talvez tenha criado expectativas muito altas ao longo de todo o livro. O desfecho fecha a maioria das linhas principais da trama, mas senti que chegou de forma algo rápida. Ficou-me a sensação de que faltou qualquer coisa, não necessariamente uma grande revelação extra, mas talvez mais tempo para que o impacto final respirasse e algumas peças assentassem com mais força. 🩸✒️
E depois há Alma: dura, mordaz e muitas vezes implacável nas palavras, mas também a verdadeira “alma” da família. Os seus discursos ácidos e depreciativos arrancaram-me umas quantas gargalhadas e deram à narrativa uma energia muito própria. 👵♠️♥️♦️♣️
Ainda assim, Castelo de Cartas é uma leitura que agarra, intriga e confirma a capacidade da autora para criar narrativas carregadas de mistério, tensão e segredos familiares. No geral, foi uma leitura que me manteve curioso, me fez teorizar e me deixou com vontade de continuar a acompanhar o trabalho da autora! ✨️
Fiquei curioso: já leram este livro? 😁
📍Enredo: 💉💉💉💉/5 📍Fluidez a ler: 💉💉💉💉💉/5 📍Complexidade dos personagens: 💉💉💉💉/5
“O que é Nacional é Bom!” Castelo de Cartas é um thriller nacional que merece ser lido pelo mundo fora! Anabela Lopes constrói uma história que parece simples à superfície, mas que rapidamente revela camadas de fragilidade com a firmeza duvidosa de quem empilha cartas numa mesa instável.
A narrativa flui com naturalidade, embora nem tudo seja perfeito (e ainda bem, porque perfeição literária é sempre suspeita). Há momentos em que o ritmo abranda mais do que seria necessário e algumas decisões das personagens fazem-nos levantar uma sobrancelha, mas não retira nada a esta experiência.
2,5 ⭐️ Bem, talvez tenha demorado muito tempo a ler isto.
A verdade é que não fiquei presa em momento algum. Para mim, o ritmo não funcionou a favor do livro nem da história.
Percebo a escolha da autora e reconheço que está bem escrito. No entanto, num thriller psicológico, preciso de me sentir viciada e intrigada. Talvez tenha sido por isso que me arrastei com esta leitura.
Como consequência desta minha demora a terminá-lo, não achei o final muito surpreendente e sinto que a autora deixou tudo para as últimas 20 páginas.
Também tenho a dizer que gostei muito mais da sua primeira obra.
Castelo de Cartas é uma leitura intensa que nos apresenta a história de Constança, uma protagonista marcada por uma sucessão de acontecimentos difíceis e emocionalmente exigentes.
Logo no início, o livro aborda temas delicados, como a traição, que podem gerar diferentes leituras por parte do leitor. Ao longo da narrativa, surgem também algumas reações da personagem que, em certos momentos, me pareceram menos alinhadas com aquilo que eu esperaria em situações tão marcantes. Ainda assim, é interessante ver como a autora opta por explorar emoções de forma menos convencional, mostrando que cada vivência pode ser interpretada de maneira distinta.
Um dos pontos mais fortes do livro é, sem dúvida, o percurso da protagonista. Constança revela-se uma mulher resiliente, cuja jornada é construída através de várias tragédias e desafios, num caminho intenso que acompanha uma evolução emocional significativa.
A narrativa é envolvente, com capítulos curtos e cliffhangers bem trabalhados que mantêm o ritmo e despertam constantemente a curiosidade para o que vem a seguir. Os vários plot twists contribuem também para essa dinâmica, sendo, na sua maioria, eficazes a prender a atenção.
Apesar de reconhecer a força e determinação da personagem, não senti uma ligação total à sua forma de estar e de se expressar com os outros, o que acabou por criar alguma distância na experiência de leitura.
O final revelou-se imprevisível e acrescenta um elemento de surpresa ao conjunto. Ainda assim, fiquei com a sensação de que a sinopse criava expectativas ligeiramente diferentes daquilo que encontrei.
No geral, é um livro cativante, com uma protagonista marcante e uma narrativa intensa, que deverá agradar a leitores que apreciam histórias cheias de emoção e reviravoltas.
Andava curiosa para ler este livro pois li muito boas reviews do livro da Anabela O que posso dizer acho que tem tudo para funcionar e gostei do enredo e da história. Gostei de conhecer a Constança e a família no entanto achei que o livro foi um pouco lento a desenvolver a história e depois parece que nas últimas 60-70 páginas é que tudo aconteceu De uma forma geral gostei bastante mas talvez pudesse desenvolver mais sobre a vida da Constança (para não estar a dar spoilers) e desenrolar mais cedo a verdadeira ação, senti que faltava ali algo mais Recomendo pois a leitura é viciante e fluída É um livro com uma boa escrita e que se lê muito bem
Neste livro acompanhamos Constança, uma das donas e gestora do Hotel Esperança, um hotel luxuoso e muito mediático devido a ter sido antigamente um sanatório. As pessoas tem curiosidade em conhecer o Hotel, onde se diz que ainda se podem ouvir e sentir, as pessoas que lá habitaram enquanto ainda era sanatório.
Apesar de todos estes rumores, não passava disso mesmo, rumores. O hotel era calmo e estava constantemente lotado para cerimónias e hóspedes vindos de todo o lado.
Elias, era um autor que usava o Hotel Esperança para os seus retiros de escrita, e vai ser uma personagem muito importante nesta história.
Alma, a matriarca da família é verdadeira dona de tudo, é uma mulher com um humor cáustico, um sarcasmo do melhor e é uma mulher durona, apesar de ter dado tudo do melhor para Constança, a sua neta.
A dada altura, uma panóplia de acontecimentos estranhos levantam suspeitas sobre o que se passará no Hotel.
Adorei a construção das personagens, e apesar de adorar a Constança, a Alma é sem dúvida a minha preferida 🤩
Viciei neste livro do início ao fim ! É muito muito bom !! Venham mais livros desta autora. 😍
Começa bastante calmo, com muitas descrições e tudo a parecer muito “tranquilo”. Mas rapidamente começamos a sentir que há ali coisas que não estão bem explicadas… e que provavelmente vamos ter de voltar atrás mentalmente para ligar pontos.
Depois, a partir do meio, muda completamente de ritmo. Passa a ser aquele tipo de leitura em que não apetece parar — com a frustração de ter de interromper para trabalhar, comer e viver, quando tudo o que apetece é continuar.
O final… bem. O final não se lê, sofre-se. É daqueles que nos deixa de boca aberta e com a mão na cabeça, a olhar para o vazio
4 ⭐️
Lido para o clube do Patreon da Dora Santos Marques
Eu realmente não esperava aquele final. Fiquei em choque, emocionada e, sinceramente, ainda não consigo parar de pensar nesta história.
Foi uma leitura extremamente rápida e fluida, com personagens que criam ligações intensas num curto espaço de tempo. Houve alguns momentos em que me senti um pouco confusa ou reticente em relação ao rumo da narrativa, mas rapidamente voltei a ficar totalmente envolvida.
No fim, tornou-se facilmente uma leitura de 5 estrelas para mim, e fico ainda mais feliz por saber que foi escrita por uma autora portuguesa.