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À flor da Língua
Livro feito a partir do espectáculo O Céu da Língua, que já teve mais de 200 mil espectadores em Portugal e no Brasil.
Depois do espectáculo, Gregorio Duvivier, membro da Porta dos Fundos e um dos mais importantes criadores contemporâneos de língua portuguesa, construiu o livro À Flor da Língua, uma nova forma inteligente, sensível e divertida de celebrar aquilo que nos une — a capacidade de falar, de imaginar a partir das palavras e de contar histórias.
Com palavras mais kiki (pontudas, divertidas) ou mais bouba (redondas, desenxabidas), entre portugueses que se esbardalham e brasileiros que se estabacam, em sambas que ganham significados ou nomes que perdem o R (como Guegóio), o actor e humorista salta de palavra em palavra com carinho e amor sinceros por cada uma delas — até porque «o livro de uma vida» nasceu de uma «desconfiança em relação aos significantes» que surgiu logo com um ano de idade.
«Sussurrar é uma palavra sussurrada. Metralhar te obriga a fuzilar com a língua. Tropeçar tem um degrau ali no meio. Borbulha é uma palavra bolhosa. Fronha tem o som de cara enfiada no travesseiro. Nosso beijo, na língua portuguesa, nos obriga a dar um beijo. Em inglês, não: kiss é um beijo com dente, um negócio estranhíssimo.»
— Gregorio Duvivier
Depois do espectáculo, Gregorio Duvivier, membro da Porta dos Fundos e um dos mais importantes criadores contemporâneos de língua portuguesa, construiu o livro À Flor da Língua, uma nova forma inteligente, sensível e divertida de celebrar aquilo que nos une — a capacidade de falar, de imaginar a partir das palavras e de contar histórias.
Com palavras mais kiki (pontudas, divertidas) ou mais bouba (redondas, desenxabidas), entre portugueses que se esbardalham e brasileiros que se estabacam, em sambas que ganham significados ou nomes que perdem o R (como Guegóio), o actor e humorista salta de palavra em palavra com carinho e amor sinceros por cada uma delas — até porque «o livro de uma vida» nasceu de uma «desconfiança em relação aos significantes» que surgiu logo com um ano de idade.
«Sussurrar é uma palavra sussurrada. Metralhar te obriga a fuzilar com a língua. Tropeçar tem um degrau ali no meio. Borbulha é uma palavra bolhosa. Fronha tem o som de cara enfiada no travesseiro. Nosso beijo, na língua portuguesa, nos obriga a dar um beijo. Em inglês, não: kiss é um beijo com dente, um negócio estranhíssimo.»
— Gregorio Duvivier
- GenresHumor
208 pages, Paperback
First published March 1, 2026
About the author
Gregorio Duvivier
23 books189 followersGregório Byington Duvivier é um ator, humorista, escritor, roteirista e poeta brasileiro. Ficou conhecido pelo seu trabalho no cinema e no teatro e, a partir de 2012, destacou-se como um dos criadores dos esquetes da série Porta dos Fundos, veiculada pelo Youtube.
É autor dos livros "A partir de amanhã eu juro que a vida vai ser agora" , "Ligue os pontos - Poemas de amor e Big Bang" e "Put Some Farofa".Também assina uma coluna semanal na Folha de São Paulo.
É autor dos livros "A partir de amanhã eu juro que a vida vai ser agora" , "Ligue os pontos - Poemas de amor e Big Bang" e "Put Some Farofa".Também assina uma coluna semanal na Folha de São Paulo.
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Community Reviews
Displaying 1 - 30 of 33 reviews
June 6, 2026
É uma declaração de amor à língua portuguesa casada com um tratado de etimologia. É cómico, erudito sem nunca se levar a sério e poético na mesma dose de enciclopédico. Lê-se rapidinho (“que passa ainda mais rápido que rapidão”).
April 7, 2026
Nada que não estivesse já à espera. O Gregorio é inteligente, culto, com um delicioso sentido de humor, com uma cabeça bem resolvida. O livro é o reflexo dessas qualidades, e é muito muito bom. O conhecimento da nossa língua portuguesa, no Brasil e em Portugal, é profundo e através desse conhecimento deciframos a nossa cultura e a nossa personalidade colectiva. Aprendi e ri-me muitas vezes. Leiam! E vejam os espectáculos dele.
Read
May 3, 2026O livro perfeito para os apaixonados pela língua portuguesa!
Gregório Duvivier, membro da Porta dos Fundos, traz-nos um humor inteligente e cheio de sensibilidade, revelando um profundo conhecimento da língua portuguesa, da sua história, das suas excentricidades e singularidades.
Adorei a fusão e o contraste entre o português de Portugal e do Brasil e só posso recomendar este livro, que é uma verdadeira ode às palavras e, sobretudo, à nossa língua-mãe.
Gregório Duvivier, membro da Porta dos Fundos, traz-nos um humor inteligente e cheio de sensibilidade, revelando um profundo conhecimento da língua portuguesa, da sua história, das suas excentricidades e singularidades.
Adorei a fusão e o contraste entre o português de Portugal e do Brasil e só posso recomendar este livro, que é uma verdadeira ode às palavras e, sobretudo, à nossa língua-mãe.
April 30, 2026
Este livro deveria ser do PNL. Que maravilha!!
July 8, 2026
Gregório discorre de forma humorística, curiosa e apaixonada sobre a língua portuguesa.
A origem etimológica de palavras e expressões, o som e forma, a grafia, neologismos e palavras que caem em desuso. Tudo isto disperta o interesse deste apaixonado pela palavra que, com o seu humor e escrita íntima e descomplicada, transmite essa mesma paixão ao leitor.
Algumas referências serão um pouco mais distantes para os leitores portugueses, mas não vi isso como uma dificuldade, mas sim como oportunidade para explorar e aprender mais sobre a cultura brasileira.
Os capítulos são curtos e a leitura é descontraída. Um bom livro para colecionar palavras (um dos hobbies do autor) e curiosidades da língua portuguesa.
A origem etimológica de palavras e expressões, o som e forma, a grafia, neologismos e palavras que caem em desuso. Tudo isto disperta o interesse deste apaixonado pela palavra que, com o seu humor e escrita íntima e descomplicada, transmite essa mesma paixão ao leitor.
Algumas referências serão um pouco mais distantes para os leitores portugueses, mas não vi isso como uma dificuldade, mas sim como oportunidade para explorar e aprender mais sobre a cultura brasileira.
Os capítulos são curtos e a leitura é descontraída. Um bom livro para colecionar palavras (um dos hobbies do autor) e curiosidades da língua portuguesa.
June 26, 2026
Fez-me rir à gargalhada no início. Mas o Coringa é da DC.
April 6, 2026
Fui ver a peça O Céu da Língua, e saí de lá com a sensação de que a língua portuguesa é uma coisa viva, quase um corpo com respiração própria. Quando depois peguei em À Flor da Língua, senti que o livro prolonga essa experiência de forma íntima, como se aquilo que tinha sido dito em palco continuasse a ecoar.
O Gregório Duvivier tem uma forma muito particular de olhar para as palavras. Há humor, claro, mas nunca é um humor vazio. É um humor que abre espaço para pensar. A teoria kiki bouba, por exemplo, ficou-me colada à cabeça. Essa ideia de que há sons que naturalmente associamos a formas, como se a linguagem já viesse com uma espécie de intuição inscrita, fez-me olhar para as palavras com mais cuidado, como se cada uma tivesse um desenho escondido.
E depois há descobertas que parecem pequenas mas que mudam tudo. Não fazia ideia da riqueza da língua tupi, nem da forma como ela ainda vive, meio escondida, no português que falamos. Ler isso foi como encontrar raízes que não sabia que existiam, uma espécie de memória enterrada que de repente ganha voz.
O episódio do javaporco é outro desses momentos em que se percebe que a língua também é absurda, inesperada, quase selvagem. Há qualquer coisa de libertador nessa mistura entre o erudito e o ridículo, como se a língua recusasse ser arrumada.
E no meio disto tudo, uma revelação que parece simples mas que ficou comigo mais do que esperava: os inhos. Há ali qualquer coisa de profundamente humano na forma como diminuímos as palavras para as tornar mais próximas, mais nossas. Um carinho que se cola às sílabas.
Este livro não é só sobre linguagem. É sobre a forma como habitamos o mundo através dela.
O Gregório Duvivier tem uma forma muito particular de olhar para as palavras. Há humor, claro, mas nunca é um humor vazio. É um humor que abre espaço para pensar. A teoria kiki bouba, por exemplo, ficou-me colada à cabeça. Essa ideia de que há sons que naturalmente associamos a formas, como se a linguagem já viesse com uma espécie de intuição inscrita, fez-me olhar para as palavras com mais cuidado, como se cada uma tivesse um desenho escondido.
E depois há descobertas que parecem pequenas mas que mudam tudo. Não fazia ideia da riqueza da língua tupi, nem da forma como ela ainda vive, meio escondida, no português que falamos. Ler isso foi como encontrar raízes que não sabia que existiam, uma espécie de memória enterrada que de repente ganha voz.
O episódio do javaporco é outro desses momentos em que se percebe que a língua também é absurda, inesperada, quase selvagem. Há qualquer coisa de libertador nessa mistura entre o erudito e o ridículo, como se a língua recusasse ser arrumada.
E no meio disto tudo, uma revelação que parece simples mas que ficou comigo mais do que esperava: os inhos. Há ali qualquer coisa de profundamente humano na forma como diminuímos as palavras para as tornar mais próximas, mais nossas. Um carinho que se cola às sílabas.
Este livro não é só sobre linguagem. É sobre a forma como habitamos o mundo através dela.
May 21, 2026
‘O ser humano fala porque sabe que vai morrer, e enquanto ele tá quieto ele só consegue pensar nisso. Por isso falamos: pelo mesmo motivo que se leva caixinhas de som pra praia, e ouve podcasts lavando louça e se cantarola, e se assobia, e se batuca. A gente fala porque o silêncio faz muito barulho.’
July 1, 2026
Que maravilha de livro. Uma beleza. Uma carta de amor à língua portuguesa. Impossível não ouvir a voz do Gregorio ao ler - sobretudo depois de ter assistido ao espectáculo (absolutamente recomendado).
Incrível como um texto tão erudito como este pode ser tão engraçado, levar-se tão pouco a sério. Poderia parecer um texto presunçoso, mas é todo o contrário. Poesia pura.
Incrível como um texto tão erudito como este pode ser tão engraçado, levar-se tão pouco a sério. Poderia parecer um texto presunçoso, mas é todo o contrário. Poesia pura.
April 30, 2026
- delicioso
- ri alto várias vezes, está escrito de forma mto engraçada
- adoro aprender sobre a nossa língua e as infinitas variações das suas variantes, q podem ou não ter relações entre si
- lá dizia o poeta, "a minha pátria é a língua portuguesa"
- ri alto várias vezes, está escrito de forma mto engraçada
- adoro aprender sobre a nossa língua e as infinitas variações das suas variantes, q podem ou não ter relações entre si
- lá dizia o poeta, "a minha pátria é a língua portuguesa"
August 2, 2026
E se houvesse mais estrelas para dar eu dava
June 10, 2026
Ri e sorri.
October 5, 2026
Já admirava Gregório Duvivier pela inteligência, cultura e humor. Depois de ler À Flor da Língua, descobri que ainda tinha muito por descobrir.
Este é um livro sobre palavras. As que conhecemos, as que julgamos conhecer e aquelas cuja existência ou história desconhecíamos por completo. Mas é também sobre a forma como uma língua viaja, se transforma e conta a história de quem a fala.
Gostei particularmente do constante cruzamento entre o português de Portugal, do Brasil e de África, das diferenças de utilização das mesmas palavras e das viagens que elas fizeram ao longo dos séculos e entre diferentes línguas.
A crónica construída em torno da palavra «cônjuge» (palavra de que nunca gostei) foi uma das minhas favoritas. Descobrir a sua história e a ligação à linguagem jurídica é exatamente o tipo de curiosidade que este livro oferece constantemente: depois de conhecermos a história de uma palavra, dificilmente voltamos a olhar para ela da mesma maneira.
Mas aquilo que mais me impressionou foi o conhecimento necessário para escrever este livro. Vai muito além da cultura geral que já reconhecia em Gregório Duvivier. Há um domínio extraordinário da língua, da etimologia, da história e das origens do português, mas também de muitas outras línguas, latinas e não só.
E tudo isto nos chega com a leveza, curiosidade e humor a que Gregório já nos habituou.
Li-o num ápice.
Não lhe dou cinco estrelas apenas porque adorei lê-lo. Dou-lhas porque continuo abismada com o conhecimento necessário para o escrever.
Este é um livro sobre palavras. As que conhecemos, as que julgamos conhecer e aquelas cuja existência ou história desconhecíamos por completo. Mas é também sobre a forma como uma língua viaja, se transforma e conta a história de quem a fala.
Gostei particularmente do constante cruzamento entre o português de Portugal, do Brasil e de África, das diferenças de utilização das mesmas palavras e das viagens que elas fizeram ao longo dos séculos e entre diferentes línguas.
A crónica construída em torno da palavra «cônjuge» (palavra de que nunca gostei) foi uma das minhas favoritas. Descobrir a sua história e a ligação à linguagem jurídica é exatamente o tipo de curiosidade que este livro oferece constantemente: depois de conhecermos a história de uma palavra, dificilmente voltamos a olhar para ela da mesma maneira.
Mas aquilo que mais me impressionou foi o conhecimento necessário para escrever este livro. Vai muito além da cultura geral que já reconhecia em Gregório Duvivier. Há um domínio extraordinário da língua, da etimologia, da história e das origens do português, mas também de muitas outras línguas, latinas e não só.
E tudo isto nos chega com a leveza, curiosidade e humor a que Gregório já nos habituou.
Li-o num ápice.
Não lhe dou cinco estrelas apenas porque adorei lê-lo. Dou-lhas porque continuo abismada com o conhecimento necessário para o escrever.
August 11, 2026
Quem viu o monólogo "O Céu da Língua" de Gregório Duvivier revê-se no livro e não sai dele desiludido. Este "À Flor da Língua" faz uma excelente transposição da linguagem do espectáculo (e alarga-a) para o texto literário. A cultura, inteligência e erudição de Duvivier atingem aqui um patamar difícil de ultrapassar. Para lá da qualidade da escrita e do pensamento do autor, o que mais sobressai e prende o leitor é o profundo amor à Língua Portuguesa, o sentido lúdico das palavras, a sensibilidade de quem sabe, como ninguém, cuidar delas. O livro seria sempre bom, mas incomparavelmente menor se a escrita de Duvivier não fosse, como é, um veiculo de humor, afecto e devoção às palavras. Como se elas fossem filigrana.
April 17, 2026
Há livros que vocês sabem o propósito deles, antes sequer de os ler, e eu sabia bem que ia ser uma viagem deliciosa pela língua, pelas palavras, tal como foi o espetáculo do Gregorio, surpreendeu me muito o que ele faz aqui.
Eternamente grato por este livro.
Eternamente grato por este livro.
May 2, 2026
É sempre interessante ler Gregório. Para quem gostou da peça, para quem não teve oportunidade de ver a peça, leia o livro. A língua portuguesa é riquíssima e ver como dois países a utilizam, as vezes, de uma forma tão diferente, é muito interessante.
May 8, 2026
Este livro é como se estivéssemos ao mesmo tempo dentro da cabeça do Gregório como a falar com ele. Cativante, interessante, inteligente e uma bela declaração à língua portuguesa.
Como os brasileiros costumam dizer: uma delícia!
Como os brasileiros costumam dizer: uma delícia!
May 8, 2026
Ainda existiam dúvidas que o Gregorio Duvivier é um génio? Que livro bom, sobretudo para os amantes de língua portuguesa. De um humor e inteligência incríveis. Eu achava que até sabia português, mas o Gregorio veio provar-me que estou enganada. Aprendi imenso. A peça é maravilhosa e o livro não fica nada atrás. Um excelente complemento.
June 7, 2026
4.5 ⭐️
O Gregório é apaixonado pela Língua Portuguesa, e pela irmandade de todos os países a que ela pertencem. Todos carregamos a história das nossas palavras, das nossas expressões. Recomendo.
Relembrou-me muito o “Latim em Pó”, do Caetano W Galindo, que recomendo igualmente.
O Gregório é apaixonado pela Língua Portuguesa, e pela irmandade de todos os países a que ela pertencem. Todos carregamos a história das nossas palavras, das nossas expressões. Recomendo.
Relembrou-me muito o “Latim em Pó”, do Caetano W Galindo, que recomendo igualmente.
September 1, 2026
Divertido, erudito, interessante, bem curado e, para quem quiser, educativo. A mim, sobretudo, divertiu-me e fez-me prestar ainda mais atenção à nossa língua. Creio que seria facilmente amigo do autor.
September 10, 2026
Aprender e rir, rir e aprender. Uma delícia de livro para se ter sempre à flor da língua. Ótima companhia nas férias, e umas quantas passagens escritas no caderno para mais tarde recordar. Maravilhoso
October 6, 2026
Desenvolvido a partir do seu espetáculo "O Céu da Língua", Gregório Duvivier oferece-nos em ""À Flor da Língua" um conjunto de verbetes sobre a língua portuguesa, temperados com pitadas de linguística, etimologia, gramática, poesia e muito humor.
April 4, 2026
Depois de assistir à peça "O Céu da Língua", este livro oferece o encore perfeito daquele espetáculo. Duvivier é mesmo um génio da língua portuguesa.
April 7, 2026
Amei a peça, adorei o livro. O Gregório Duvivier é o maior génio da linguística dos tempos modernos.
Read
April 16, 2026Fui assistir à peça O Céu da Língua e fiquei tão apaixonada que o passo seguinte só podia ser comprar este livro — onde coube tudo o que não coube na peça. A viver entre palavras, senti-me em casa
April 28, 2026
Tão bom quanto o espectáculo… diria melhor mesmo, uma vez que o espetáculo só o vemos uma vez, o livro podemos lê-lo as vezes que quisermos!
May 29, 2026
Uma viagem leve, divertida e interessante pela língua portuguesa. O complemento natural do espetáculo ‘O céu da língua’.
June 3, 2026
The humor of the author passes through every turn of the language, every second sense or idiomatic expression...
I enjoyed it.
Maria Carmo,
Lisbon 3 June 2026
I enjoyed it.
Maria Carmo,
Lisbon 3 June 2026
June 24, 2026
Que livro tão divertido de ler!! 190 páginas que se lêem como quem bebe um copo de água.
Li num dia enquanto apanhava sol na piscina
Li num dia enquanto apanhava sol na piscina
July 12, 2026
Um livro que brinca com as palavras, analisando as suas raízes, os seus usos, que vale muito a pena ler
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