Há histórias que começam como tragédia e terminam como lenda. Esta é uma delas.
Eryas Vastaer foi condenado a viver como lobo, após governar Nerfalis com tirania e provocar a fúria divina. Mas sua maldição guarda duas cruéis exceções — nas noites de lua cheia, ele se torna um monstro sedento por sangue; na lua nova, volta a ser homem, apenas para se lembrar da vida que perdeu.
Enquanto isso a Lua, criada pelos Deuses Primordiais para reger os ciclos da noite, as marés e os sonhos, observa a Terra com o desejo de viver entre os mortais, de sentir, tocar e pertencer. E, contra todas as probabilidades, encontrou em Eryas a única alma capaz de compreender sua solidão.
Entre manifestações etéreas e toques impossíveis, vivem um amor condenado desde o início. E, ainda assim, o sentimento cresce, até tornar-se arrebatador, maior do que qualquer lei, maior até que o cosmos que tenta separá-los.
Mas amar a Lua é desafiar o equilíbrio do mundo. E, para libertá-la, Eryas precisará escolher entre sua própria salvação… ou a ruína de toda a Terra.
Quando a Lua Tocou a Terra é uma romantasia sobre um amor impossível, capaz de desafiar deuses e ressignificar destinos. Uma narrativa sobre redenção, desejo e sacrifício, lembrando que, mesmo em meio à eternidade, nada é mais poderoso do que o amor.