Do autor de sucessos como Quando ela desaparecer e O casamento,Crime no Copan é um romance policial que parte de uma noite trágica para revelar uma rede de segredos que atravessa gerações. Neste livro, Victor Bonini transforma o edifício mais emblemático de São Paulo em palco de uma investigação onde nada é simples — e ninguém é quem parece ser.
Quando o Copan completa 60 anos, o síndico, Lorenzo Fabbri, decide dar uma festa para celebrar o aniversário não só do edifício mais famoso de São Paulo, mas também do seu filho, Theo. A noite, que deveria ser inesquecível por outros motivos, logo se transforma em uma enorme tragé Theo é morto com um tiro em rua lateral ao prédio e, pouco depois, Lorenzo cai do vigésimo terceiro andar. A terrível coincidência desperta uma série de dúvidas e mistérios, que entram em ebulição quando duas moradoras idosas desaparecem sem deixar nenhum rastro.
À medida que a investigação avança, o passado do edifício e de seus moradores começa a pactos secretos, amizades que resistem décadas, relações de poder perpetuadas pelo tempo e vidas reinventadas em nome da sobrevivência.
Com tensão crescente e revelações que reconfiguram tudo o que parecia conhecido, Crime no Copan combina o melhor do romance policial com um retrato perspicaz das dinâmicas humanas. Um thriller urbano elegante e ambicioso, capaz de transformar um dos maiores ícones arquitetônicos do país em palco de uma trama à altura de sua grandeza.
meu deus, QUE BABADO MINHAS IRMANS!!!!!! que livro!!! que delicia!!!!!!! simplesmente uma história primorosamente montada nos mínimos detalhes, uma escrita leve, fluída, desce redondo igual skol (kkkkkk). uma leitura fascinante, desde o seu mistério principal que vc conhece no início, até a última resolução, mas principalmente no desenrolar da trama e no aprofundamento dos personagens. eu estou maravilhada!!!!!! que felicidade ler algo de tanta qualidade.
off: babaderrimo o plano de fundo do Copan, preciso muito ir conhecer esse ícone da história brasileira
O Edifício Copan sempre foi uma entidade enigmática e fascinante para mim. Sempre suspeitei que, em suas curvas e cantos, havia muito mais do que aparentava e, apesar da beleza arquitetônica, sentia algo obscuro sempre que passava por ele.
Esse livro só serviu para reforçar essa sensação. Apesar de fictícia, a história que se desenrola é profunda e reflete uma realidade triste da nossa sociedade: a violência é um ciclo, e a história, por mais tenebrosa que seja, sempre acaba se repetindo.
Me apeguei profundamente aos personagens, brilhantemente construídos, e é genial a forma como o autor entrelaça passado e presente em uma teia de padrões que se repetem. O mistério prende do início ao fim e a resolução, apesar de um pouco mirabolante, preenche todas as lacunas deixadas em aberto ao longo da leitura.
O Copan, em sua grandiosidade, é muito mais do que apenas o cenário dessa história: é um protagonista vivo e pulsante.
o copan é uma máquina do tempo, uma repetição de acontecimentos do ontem, do hoje e do amanhã que se interligam como uma árvore genealógica. são fantasmas que, ao passear pelos corredores, imploram para não serem esquecidos.
gostei do livro, como os demais do autor traz um mistério bem completo. amei o plot twist do final. ficaram algumas pontas soltas mas não tira o mérito do livro
Estava precisando ler um policial, e esse foi uma baita surpresa. A maneira como intercala histórias antigas para justificar os assassinos foi bem construída, foram vários por Twist que me surpreenderam . Só teve alguns pontos que achei a resolução fácil demais, como a história da Lavínia e a morte do Lorenzo, assim como a atitude final da Simone. Porém mesmo assim vale a pena a leitura.
Estava com saudades da escrita do autor , e ele não me decepcionou.
Usar como plano de fundo dessa história um dos edifícios mais importantes do País só deixou tudo ainda mais interessante.
Tudo acontece no aniversário de 60 anos do Copan, uma noite de festa, mas também marcada por duas tragédias na mesma família.
Theo e Lorenzo, o primeiro assassinado em um beco por causa de um celular, o segundo pulo da janela do vigésimo terceiro andar, assim que percebe que seu filho morreu !!
O mais estranho de tudo, a porta do quarto do Lorenzo estava trancada, e só ele e a esposa tinham a chave, e uma jaz na calçada ao lado do corpo, e Ellen estava ocupada demais com a festa de aniversário do Theo.
Mas claro que algo dessa magnitude não passaria batido, e logo a Polícia e acionada, e a gente vai acompanhar essa investigação torta, que já começou errada e que está fadada a terminar errada.
Se não fosse a Investigadora Simone, que está disposta a ir até o fim, mesmo que isso custe o seu emprego, e a gente vai embarcar junto com ela nisso, mas ela não vai estar sozinha nessa, junto dela vai estar a comissão da verdade, um grupo de moradores do Copan, que estão bem curiosos com os últimos acontecimentos.
Agnes, Cecília, Luana e Santiago, os quatro vao ser os responsáveis por nos levar em uma viagem no tempo, dentro das paredes do Copan, e a gente vai conhecer alguns personagens simplesmente maravilhosos, e que mesmo mortos tem um papel fundamental em tudo o que acontece dentro daquele edifício.
Mas nada me preparou para os últimos capítulos desse livro , e foi simplesmente maravilhoso acompanhar o desfecho dessa história , nenhuma ponta foi deixada de lado.
poucos livros me frustraram tanto quanto esse, justamente pq eu deveria ter amado: suspense nacional com referências muito legais à lugares que existem na cidade. a premissa era perfeita pro meu gosto, mas que chatice!!!
esse livro me confundiu com 850 personagens; é impossível lembrar quem é quem, são todos iguais. como se não bastasse, quando a história finalmente engata, ele abandona tudo pra ficar sei lá quantos capítulos em uma história paralela detalhadíssima de 50 anos atrás, de uma personagem qualquer, que ninguém liga.
quase um mês insistindo (o que é muito raro pra mim) e eu não conseguia ficar cinco minutos sem me entediar.
dito tudo isso: @raphael_montes favor trabalhar no próximo, sdds
Nesse ramo de romances policiais (que eu adoro) e ficção científica tem muitos escritores que são extremamente inventivos, sabem desenhar o desenrolar de um mistério com habilidade para prender o leitor, mas, infelizmente, não são grandes escritores. O que sobra de engenhosidade falta em estilo e qualidade textual.
Crime no copan é assim, um mistério que você não consegue largar em um texto que dá um cansaço pela artificialidade.
Vale a pena se você ama romances policiai, que é o meu caso.
Amei o livro! Os personagens são muito bem construídos e a trama é instigante desde o início. Há tempos não encontrava um suspense que me fazia ler até de madrugada. Amei o jeito que o cenário é construído também. O Copan é quase um personagem à parte. Acho que esse é meu primeiro suspense nacional, e fiquei com muita vontade de ler outros :)
relembrei como é nao conseguir largar um livro lendo esse, fiquei encantada com a escrita do autor. conhecer bem os cenários do livro é uma experiência de leitura a parte. o único ponto é que não gostei muito do final, tenho um problema com soluções muito mirabolantes masss amei o livro
Adorei! Me prendeu muito, achei os personagens muito bem construidos, nunca mais vou conseguir ver o Copan de outra forma, só consigo imaginar o quão magnífica seria uma adaptação ou uma historia parecida pro edificio JK de BH
uma teia de histórias que tem como palco principal um dos prédios mais emblemáticos do mundo. extremamente bem construído e com plots até o último segundo, esse livro mostra exatamente como escrever um thriller excelente.
puta que pariu, que livro espetacular não sou muito de ler mistérios, mas esse livro me prendeu da primeira à última página. personagens cativantes, histórias envolventes, e plot twists que me deixaram sem ar um dos meus favoritos do ano até agora
PS: pra quem ja leu todos os livros dele, da um quentinho no coração ver o Conrado Bardeli sendo mencionado e o Wilson no livro. Um Easter egg pra gente ❤️
Um dos melhores livros que já li em toda minha vida! O plot envolvente do começo a fim, os personagens, o toque histórico entre a São Paulo do passado e a de hoje, parabéns ao autor, apenas.