Lido de forma compartilhada com minha filha de 9 anos, tendo sido leitura da escola; obrigatória pra ela, prazerosa pra mim.
Ela também gostou mas claro que assimilará de forma totalmente diferente e é bem curioso verificar isso. Um casal acolhe um pombo-bebê que ficou sem a mãe e passam a cuidar do bichinho. Ele vai se fortalecendo, crescendo, criando asas, conhece seus pares... Enfim, o inevitável acontece.
O livro é quase uma metáfora, nada sutil de necessidade que os pais tem de soltar seus eternos bebês para o mundo. Ai meu pobre coraçãozinho...
Histórico de leitura
11/02/2018
"O mundo era o espaço de meu lindo pombo, o espaço para o qual eu o havia criado. E el foi ocupá-lo. Para continuar a sua própria história, ainda que longe de mim."
"As histórias inventadas não costumam acabar de repente, têm um final bem pensado, em que tudo parece se encaixar na justa medida. Mas a vida escreve suas histórias de outra forma. Dá a impressão de que termina sem explicar, quando na verdade está terminando apenas para algumas das personagens enquanto leva a história adiante para as outras."
"Uma infiltração no teto do meu escritório. Muitas coisas podem começar com uma infiltração no teto de um escritório."