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Monsieur Hercule Poirot recebe uma misteriosa carta de um milionário sul-americano, monsieur Renauld, dizendo precisar dos serviços de um detetive e pedindo sua ajuda. A carta não dá detalhes do caso, nem informa exatamente o que está perturbando monsieur Renauld, só menciona que sua vida está em perigo. Imediatamente Poirot, seguido de seu assistente, o inseparável Hastings, parte para Merlinville-sur-Mer, uma pequena cidade no litoral francês onde reside o milionário. Porém, ao chegarem à casa de monsieur Renauld, descobrem que ele foi assassinado naquela noite, em um crime brutal: Renauld fora apunhalado pelas costas, estirado ao lado de uma cova no campo de golfe da propriedade.
Quem teria motivos para assassinar monsieur Renauld? Por que Poirot tem a estranha sensação de que muitas coisas lhe são familiares neste caso? Monsieur Renauld tem ou não tem uma amante? As provas não se encaixam, os testemunhos são contraditórios e Poirot tem algo a mais com que se preocupar: a presença de Giraud, um famoso detetive francês da Sûreté de Paris, que também acompanha o caso e tem sérias divergências quanto aos métodos empregados por Poirot.
Em um dos mais complicados casos que já investigou, Poirot irá usar toda sua argúcia e suas “células cinzentas” para descobrir quem assassinou monsieur Renauld e desvendar todas as complexas circunstâncias desta ardilosa trama na qual, além do assassino, o amor também se revela.
227 pages, Kindle Edition
First published June 6, 1923


An extraordinary little man. Height five feet four inches, egg shaped head carried a little to one side, eyes that shone green when he was excited, stiff military moustache. Air of dignity immense! He was neat and dandified in appearance. For neatness of any kind he had a passion.
He had a certain disdain for tangible evidence such as footprints and cigarette ash, and would maintain, by themselves, they would never enable a detective to solve a crime. Then he would tap his egg-shaped head with absurd complacency, and remark with great satisfaction: 'The true work, it is done from within. The little grey cells--remember always the little grey cells, mon ami.
