Os seres humanos voltaram costas uns aos outros. O planeta Terra revoltou-se. O caos reinou e o mundo como o conhecíamos acabou. E então surgiu Heavenor. Nesta sociedade pós-apocalíptica governada por um tirano, o sucessor será aquele que mais se aproximar da Perfeição. Madeline é uma das candidatas. Arrancada à sua família e criada para ser perfeita a todos os níveis, nunca foi livre para fazer as suas próprias escolhas. Porém, quando uma noite de gala é interrompida pelos rebeldes, a vida de Madeline vai mudar e ela terá de escolher em quem acredita. Entre segredos, amizades improváveis e um romance inesperado, Madeline descobrirá que há alternativas a uma vida limitada pela perfeição. Mas será que ela está preparada para lutar por essa liberdade?
Rafaela S. Guido é a autora da nova distopia YA "Perfeita" - o primeiro volume da trilogia Heavenor. Nasceu em 2001, em Portugal, onde ainda hoje vive, e é mestre em Economia Internacional e Estudos Europeus, pelo ISEG. Apaixonada por arte e criadora compulsiva, adora imaginar mundos diferentes, personagens desafiantes e enredos intrigantes desde que se lembra. Além da escrita, também se dedica à música e ao cinema, procurando sempre partilhar outras realidades, aprofundar preocupações e incentivar as pessoas - especialmente os jovens - a seguirem os seus sonhos. Se não a encontrarem mergulhada num livro, o mais provável é que esteja a experimentar receitas de doces ou a passear na natureza.
Eu ainda estou especada, a olhar para o teto, depois deste final…
(full review soon)
- Num mundo onde só conheces a perfeição, em que a liberdade parece tão distante, e que não conheces mais nenhuma realidade... e tudo muda quando és levada pela rebelião. A Rafaela criou este mundo de uma forma muito original e bem pensada, esse foi logo dos primeiros pontos que me prendeu. Depois... as personagens!! AS PERSONAGENS!! Vocês não estão prontos para conhecer o Ace a Madeline AHHH!! Ficamos presos a cada página, a cada detalhe e migalha que a Rafaela nos vai deixando, até chegarmos às ultimas páginas e percebermos que: - já sabemos o significado dos anéis - já escolhemos um lado - já entendemos o forbidden romance E já temos o coração despedaçado e aguardamos IMPACIENTEMENTE pelo próximos. :)
Provavelmente um dos melhores livros que já li e, sem dúvida alguma, o melhor livro do ano.
Eu gosto de distopia? Como assim? Eu afinal gosto de mais géneros sem ser romance? SIM! Mas não se deixem enganar porque o romance aqui é bem PRESENTE!
Este livro conta a história de Madeline uma rapariga que vive em Heavenor, forçada a seguir regras, a aprender tudo para ser perfeitamente perfeita. Contudo, numa noite ela é resgatada pelos rebeldes. E ela vai ter de decidir de que lado está e, acima de tudo, descobrir quem ela realmente é.
O livro cuja trope enemies to lovers mais faz sentido. O livro que fala de cada um de nós, jovens, que em algum momento sentimos pressão para fazermos X ou Y. Que decidimos que tínhamos de ser A ou B porque é o que toda a gente é, porque é o que se espera que sejamos.
Acima de tudo, é um livro que deixa cair muros, abre fendas e, pouco a pouco, como num quadro preto estilhaçado, existe sempre, se olharmos com atenção, uma jarra com flores. E, para mim, essa é a mensagem mais bonita deste livro.
Confesso que para um primeiro livro, achei a escrita da Rafaela bastante elevada. Não tentou ser mais que aquilo que a história precisava que fosse. Anotei e risquei imensas frases que eventualmente gostava de as partilhar.
Em relação à história, não é nada de novo, já li várias versões da mesma. Se senti que regressei a 2015 no auge das distopias, senti! Foi alta nostalgia.
Dito isso, este será daqueles livros que recomendarei a alguém que nunca leu nada do género e gostava de experimentar. Fiquei curiosa pelo o próximo.
Sem dúvida um dos favoritos do ano e da vida. O melhor livro português que já li. Leiam, vão adorar, sem dúvida nenhuma. A Rafaela tem uma história e uma escrita fantástica, e é extraordinária naquilo que faz. Sem dúvida uma história do qual não vou esquecer e que neste momento estou a aguardar pelo segundo.
Este livro foi uma das maiores surpresas dos últimos tempos. É uma história muito bem construída e com uma escrita que me prendeu do início ao fim.
Nesta distopia pós-apocalíptica, a cada dezanove anos são escolhidos quatro bebés nascidos nesse ano para viverem na Mansão, onde são educados sob regras rígidas e preparados para atingir a perfeição. Ao alcançarem a maioridade, competem entre si para decidir quem será o próximo governador da sociedade.
Ao longo da narrativa vamos recebendo respostas para algumas das perguntas, mas novas dúvidas surgem, mantendo sempre a curiosidade.
E aquele final… 🤯 Era uma das teorias que tinha que se revelou verdadeira! Acabando por deixar um cliffhanger perfeito para o próximo livro. Agora só quero saber o que acontece a seguir 👀
Amei tudo neste livro. A escrita maravilhosa, a crítica social, a Madeline, a sua complexidade, o Ace e o push and pull deles.... Ainda estou a pensar neste livro e no mundo e só quero mais!! Uma autora portuguesa que me deixou completamente rendida!
Perfeita foi uma daquelas leituras que me agarrou desde as primeiras páginas e simplesmente não me largou até ao fim. Entrei nesta história com expectativas altas, mas a Rafaela S. Guido conseguiu superá-las todas. Num mundo onde a perfeição é imposta, a liberdade parece impossível e a verdade está escondida por detrás de cada regra, a autora constrói uma narrativa original, viciante e incrivelmente bem pensada.
Mas aquilo que realmente faz este livro brilhar são as personagens. Madeline conquistou-me completamente e Ace... bem, Ace é daqueles personagens que ficam a viver na nossa cabeça muito depois de fecharmos o livro. A tensão entre eles é absolutamente deliciosa, o romance proibido faz o coração acelerar e cada pequena revelação deixa-nos desesperados por mais.
Adorei a forma como a autora foi espalhando pistas ao longo da história, fazendo-nos juntar as peças sem sequer percebermos. Quando cheguei às últimas páginas já tinha escolhido o meu lado, já compreendia o significado de cada detalhe e estava emocionalmente investida ao ponto de sofrer com cada acontecimento.
E depois veio o final. Aquele tipo de final que nos deixa a olhar para o teto, em silêncio, a tentar processar tudo o que acabou de acontecer. Perfeita não é apenas uma excelente estreia, é a prova de que há autores portugueses a escrever histórias com qualidade capaz de rivalizar com muitos sucessos internacionais. Uma leitura intensa, emocionante e impossível de esquecer. Agora só me resta esperar desesperadamente pelo próximo livro.
Perfeita foi uma surpresa enorme. Distopias não costumam ser o meu género de eleição, mas este livro conquistou-me desde as primeiras páginas e fez-me querer sair mais vezes da minha zona de conforto.
O que mais me marcou foi a reflexão sobre o que significa não saber onde pertencemos. Imaginar uma vida em que só existem dois lados (ou és perfeita ou és rebelde), sem qualquer meio-termo, tornou a história ainda mais impactante.
Uma das coisas que mais gostei também foi das personagens. A Madeline conquistou-me pela sua evolução e pela forma como vai questionando tudo aquilo em que sempre acreditou. Foi impossível não sentir empatia por ela e pelo conflito constante entre aquilo que lhe é imposto e aquilo que realmente sente. As restantes personagens também são muito bem construídas e cada uma acrescenta algo importante à história, fazendo-nos duvidar constantemente das suas verdadeiras intenções. E o Ace? Desculpem mas odeio e amo-o. O equilíbrio perfeito. 🫣 Já o Dylan eu quero guardar para mim. 🥹
Adorei acompanhar os mistérios e criar teorias ao longo da leitura (e algumas acabaram mesmo por se confirmar 👀). E aquele final... deixou-me com imensas perguntas e uma necessidade URGENTE do segundo livro.
Este livro…. Eu nem sei o que dizer. Conheci este livro através das publicações da editora e, posteriormente, fui convidada pela mesmo para um evento de lançamento, onde pude conhecer a autora (uma querida). Nesse evento fiquei logo a imaginar que este livro só podia ser bom, mas não estava preparada para a verdadeira qualidade do que está aqui. Ao nível do internacional? Malta, o internacional é que tem de meter os olhos nisto aqui.
Tensão ao rubro, protagonista incrível e que te deixa de coração apertado. Personagens carismáticas e romance que te deixa tipo AHHHHHHHHHHHHH (literalmente assim). História incrível, original e tão bem escrita. Na minha cabeça só passava um filme…para entenderem o nível de bom.
Espero mesmo que as pessoas leiam, que conheçam, e que não se acanhem por ser “uma autora nova”, porque a voz da Rafaela é maravilhosa e precisa de ser conhecida!
Já agora, eu estava num reading slump horrível desde o início deste ano (mesmo há muito tempo) e este foi o primeiro livro que me viciou a sério este ano, que me deixou completamente dependente da história, e isso era tudo o que eu precisava.
Tinha tantas saudades de um livro assim. Personagens nada perfeitas, um mundo inventado, tão bem construído que parece real, com pormenores que prendem (queria tanto dar spoiler, meu deus, eu preciso!!!) Romance, conspirações, mentiras, revelações, luta contra um sistema opressor, suspense e um final que... enfim, como o é que eu não pensei nisto! Como? Chocadissima. E agora, fecho o livro e sigo? Uma distopia que retrata uma sociedade à parte e um triângulo amoroso young adult que me fez duvidar da minha própria idade do tanto que fiquei agarrada a eles (#teamace para que saibam!)