E se ela carregasse tanta solidão que construísse chalés, no meio da serra, para receber as pessoas que já faleceram?
E se, em uma noite qualquer, acolhesse um casal sem ter a coragem de contar que estavam mortos?
Um acidente de carro, uma hospedagem que reage ao que as pessoas sentem, uma senhora aparentemente gentil e um bolo de cenoura com cobertura de chocolate.
Rita e Eduardo nunca imaginaram que encontrariam essas coisas em uma viagem de férias rumo a Ubatuba.
Que livro bom, encantador. Me apaixonei pela morte é tudo o que ela queria e desejava, deixa uma sensação de acolhimento enquanto a gente lê. Gostei muito pq mostra que a morte não precisa ser temida, pode ter um significado diferente pra cada pessoa.