Otro libro de feminismo para principiantes. Lo particularmente interesante de éste es el recorrido que hace por los grupos de liberación de la mujer a lo largo de los años y alrededor del mundo. Lo trágico es que para haber sido publicado en 1970, las cosas no ha cambiado casi en nada.
Um livro de 1979, mas com um tema, infelizmente, muito atual.
Tem imensa informação histórica sobre os movimentos feministas dos anos 60/70; fala sobre a posição da mulher em vários países e sobre a sua evolução e tem ainda uma entrevista a Gloria Steinem, co-fundadora da Revista M's, e importante militante do movimento para a libertação da mulher.
Na minha opinião, acomodamo-nos no "já muito foi feito", como se não houvesse mais a conquistar.
É verdade, muito foi feito. As mulheres votam, têm direito ao divórcio e a trabalhar, e já não são apedrejadas por casarem depois de enviuvarem.
No entanto, continuam a ter a maior carga de trabalho em casa e responsabilidade sobre os filhos; continua a ser da sua responsabilidade a contracepção química; continua a ter menos remuneração por trabalho igual; continua a ser maltratada físicamente com impunidade do agressor.
Ainda não é geral o direito ao aborto, ainda é criticada por ter um caso extraconjugal, por gostar de sair à noite ou preferir ser solteira. Ainda é culpada por ser violada.
As mulheres nunca gostaram de limpar e cozinhar, não nasceu connosco nem têm um dom. Só não se queixavam antes, porque muitas nem sabiam que podiam, porque foram criadas assim. Para ser do lar e subservientes.
Sim, já muito foi feito. Mas ainda há um longo caminho a percorrer.
E o feminismo não é o contrário de machismo, o femismo é.
Todos devemos ser feministas. A liberdade da mulher é também a liberdade do homem.
Habla sobre el feminismo radical de buena manera, además de que entrevista a una de las figuras más conocidas de la ola feminista de los 70s, pero cuando al final hace la conclusión, habla de la "liberación de la mujer junto con la del hombre" de lo cual no estoy de acuerdo. El hombre es el patriarcado, no hay de qué liberarlo; además de que el feminismo lucha por nosotras. El resto está bueno, justifica bien la opresión sexual y el pensamiento radical de que somos oprimidas por tener vulva. Tiene buenas argumentaciones, frases e imágenes.
Un valenciano me lo intercambió por uno de Saramago en el festival de Ortigueira. Muy buena lectura, infinitamente recomendada. Interesante darse cuenta como los tiempos no han cambiado desde 1974. "El problema de la mujer es un problema de toda la sociedad. La liberación de la sociedad implica que esta deje de organizarse por parejas y mediante una división sexual, convirtiéndose en una sociedad de individuos independientes y autónomos capaces de auténtica libertad".
Creo que es el primer libro de este tema que leo y me encantó. ❤ Es un poco triste que sea de 1974 y muchas cosas sigan igual, pero me gusta cómo toca el tema, cómo Gloria Steinem habla de ciertas cosas que a muchos confunde.