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Volver a Canfranc

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Marzo de 1943. Agazapados dentro de una habitación secreta, varias personas contienen la respiración mientras aguardan a que el sonido de las botas reforzadas con metal de los soldados alemanes se aleje. En la estación internacional de Canfranc, en el Pirineo, la esvástica ondea sobre la playa de vías. En medio de la oscuridad, Laurent Juste, jefe de la aduana, Jana Belerma, camarera del hotel, y el bandolero Esteve Durandarte arriesgan sus vidas para devolverles la libertad.
Volver a Canfranc es su historia. Jana y Esteve, armados tan solo con la valentía que da el amor, lucharon porque miles de ciudadanos judíos consiguieran atravesar esta estación mítica. Además de ellos, otras personas guiadas por la generosidad decidieron enfrentar el terror y ayudarlos. Para miles de perseguidos por el régimen nazi la esperanza se llamó Canfranc.

532 pages, Kindle Edition

First published April 1, 2015

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About the author

Rosario Raro

17 books24 followers

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Community Reviews

5 stars
134 (22%)
4 stars
218 (36%)
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176 (29%)
2 stars
58 (9%)
1 star
19 (3%)
Displaying 1 - 30 of 64 reviews
Profile Image for Leyendoenelbus.
206 reviews70 followers
January 18, 2016
3,5 estrellas.
La historia me ha gustado, es muy bonita y desconocía lo que pasó en Canfranc y todo lo que hicieron por salvar a tantas personas.
Me ha faltado conectar más con los personajes, no me he emocionado todo lo que esperaba. A pesar de eso, recomiendo su lectura.
239 reviews24 followers
July 14, 2021
Nunca mezclaría una novela que pretende ser histórica, aún con su ficción, con la novela romántica. Como novela histórica empezó muy bien, incorporando a la ficción muchísimos personajes reales que si pudieron escapar de la barbarie nazi. Y no solo personajes, si no trafico de materias primas de las que yo desconocía algunas. Esta primera parte de la lectura si es muy recomendable para intuir como se fraguaba este transito de personas. La segunda parte, aún siendo muy interesante por los hechos reales que en ella se narran, ya se mezcla con el romanticismo ficticio. Casi una novela rosa.

Aún así me ha descubierto la curiosidad de saber que ha sido de esta estación de tren e intentar ir en alguna ocasión para pisar esa localidad de esperanza para muchas personas aquellos días.
Profile Image for Maribel.
14 reviews
January 18, 2024
Después de pasar unas vacaciones en Canfranc estación y de ver la majestuosidad de la estación, que no pude visitar porque la estaban restaurando como hotel de 5 estrellas, me entraron ganas de conocer más cosas sobre ella y sobre lo que allí pasó. El resultado fue buscar novelas que hablaran del tema, me gusta la historia pero prefiero leer novela histórica, que aportan datos reales a la vez que incluyen historias que también lo podían haber sido.
Volver a Canfranc ha cumplido mis expectativas, la trama refleja muy bien todo lo que hicieron unas buenas personas para salvar a cientos de otras del régimen nazi, arriesgando sus propias vidas y lo que suposo Canfranc para ellas. Recomiendo su lectura.
Profile Image for Angela Leon.
64 reviews105 followers
September 12, 2015
Unos personajes inolvidables. Una historia de solidaridad, valentía y emocionante. Me ha encantado y me ha emocionado hasta las lágrimas.
Profile Image for Ana.
768 reviews180 followers
February 6, 2017
Canfranc é com certeza um nome desconhecido para imensas pessoas. Também o era para mim. Mas se fizermos uma pesquisa no Google, rapidamente descobrimos que Canfranc é o nome de uma estação ferroviária que uniu até 1970 Espanha e França através de um túnel escavado nos Pirenéus. E rapidamente nos deslumbramos com as imagens que ilustram a grandiosidade e majestosidade do seu edifício com porte e silhueta de um palácio real.
Mas Canfranc não é apenas sinónimo de tudo isso ou de uma degradação que dói de ver e que é consequência do encerramento da via ferroviária internacional. É também sinónimo de uma via de escape para centenas ou milhares de judeus que durante a Segunda Grande Guerra fugiram ao jugo nazi. Entre eles nomes célebres como o do pintor bielorrusso Marc Chagall, Alma Mahler, uma das mulheres mais fascinantes do século XX, o irmão mais velho de Thomas Mann e a sua família e ainda a controversa e famosíssima Josephine Baker e o seu marido judeu. Famosos e anónimos cruzaram os Pirenéus e quando chegavam a Canfranc sabiam que estavam um pouco mais perto da ansiada liberdade, pois aí apanhariam um comboio que os levaria a atravessar a Península Ibérica até alcançarem Lisboa, onde embarcariam rumo a uma vida livre.
“Para muchos perseguidos por el régimen nazi, la esperanza se llamó Canfranc.” (pág. 11)
Este é a premissa, o ponto de partida para Volver a Canfranc, um romance que parte dos referidos factos históricos e aos quais a sua autora habilmente mistura a ficção e assim cria uma história que nos prende desde as páginas iniciais.
A estação de Canfranc, apesar de estar situada em terras aragonesas, ou seja, em solo espanhol, era uma estação internacional. Todos os seus serviços eram em duplicado – havia, por exemplo, um chefe de estação espanhol e francês e serviços aduaneiros de ambas as nacionalidades. O seu piso superior estava ocupado pelo Hotel Internacional. E é nestes serviços e instalações que se movimentam dois dos protagonistas da obra – Laurent Juste é o chefe francês dos serviços aduaneiros e Jana Belerma é criada do hotel. Para além desses mesteres, dedicam-se clandestinamente a ajudar de todas as formas possíveis os refugiados judeus que chegam a Canfranc escondidos em vagões ou que descem das montanhas que rodeiam este enclave ferroviário onde, desde o inverno de 1942, uma bandeira com a cruz suástica “acolhe” todos aqueles que por lá passam.
Laurent e Jana não trabalham sozinhos. A eles se juntam outras personagens de ambos os lados da fronteira, como Montlum, o companheiro de outras guerras de Laurent, Valentina, uma miúda de treze anos que ajuda Jana com as lides do hotel, um médico, o doutor Mallén, que em Zaragoza acolhe os refugiados que necessitem de cuidados clínicos, Didier, um trabalhador da ferrovia e Esteve Durandarte, contrabandista, cavaleiro enigmático que vive nas encostas das montanhas e que desassossega os corações femininos. Este punhado de personagens, armados de valentia e de um intrínseco sentido do dever e da justiça, põe todos os dias as suas vidas em risco para que a guerra possa terminar um pouco mais cedo e para que a liberdade seja um direito que assiste a todos.
Não é novidade nenhuma para quem me conhece e segue as minhas leituras aqui no blogue que sou obcecada por obras que abordem períodos bélicos, sobretudo aqueles que foram longos e atrozes. Sendo assim porque a cronologia assim o ditava, porque em janeiro se comemora o Dia Internacional da Lembrança do Holocausto e porque quis participar no projeto Leituras do Holocausto II no Goodreads, embarquei na leitura de Volver a Canfranc com algumas expectativas e aquele interesse que me percorre todinha quando tenho entre mãos um grande amontoado de páginas (504, para ser exata) que absorverá a minha atenção e mexerá comigo de uma forma inexplicavelmente boa.
Agora que já se passaram alguns dias desde que a terminei, posso afirmar que foi uma leitura muito saborosa, que ainda me habita e que por isso não desiludiu. Não foi uma leitura a que darei sem hesitar a pontuação máxima, talvez porque lhe falta alguma intensidade nos momentos mais dramáticos e na caracterização das personagens principais, mas foi uma leitura muito interessante, que me abriu caminho para confirmar que a Segunda Grande Guerra não se desenrolou apenas nos palcos principais e que me deixou com umas ganas tremendas de pisar in loco as vias e os espaços que compõem o soberbo espaço da estação de Canfranc, fechar os olhos e reconstruir na minha memória tudo o que de bom e vital para a humanidade se fez por lá há uns bons anos atrás.
Tenho muita pena que esta obra ainda não esteja traduzida e publicada no nosso país, pois sei que agradaria a muitos leitores e faria com que os mesmos soubessem onde fica Canfranc e por que razão esta estação foi sinónimo de esperança e liberdade para muitos judeus nos anos 40 e ainda continua a sê-lo para os seus descendentes.

NOTA – 09/10
Profile Image for Inés.
489 reviews164 followers
December 21, 2015
Aunque preveía una historia angustiosa,con mucha tensión y muy emocionante,no he conseguido sentir nada de eso.Los personajes y las situaciones no han logrado transmitirme lo que esperaba.
Profile Image for Mª Ángeles.
269 reviews45 followers
December 25, 2015
Esperaba mucho más de la historia y no he logrado engancharse a ella.
Profile Image for Marcos Pallarés.
Author 44 books188 followers
October 15, 2015
Después de terminar la trilogía de Jaime I, me fui con mi familia y unos amigos un par de días a la ciudad de Jaca. La primera idea era ir a Girona, a ver cómo grababan los capítulos de 'Juego de Tronos', pero decidimos cambiar ya que supimos que vendrían a grabar a Peñíscola, a escasos kilómetros de nuestro pueblo. Al no tener un destino concreto, propuse un viaje que pasara por los lugares más nombrados en la trilogía de Jaime I; es algo que me gusta hacer, visitar esos lugares donde te pierdes en horas de lectura. Estuvimos en el castillo de Monzón y tomamos café en la plaza mayor de Huesca; pero finalmente, terminamos en Jaca, una ciudad magnífica para disfrutar de todas sus posibilidades. ¿A qué viene todo esto? Pues a una visita que, en esos momentos, no sabía daría pie a mi próxima lectura...

RESEÑA COMPLETA AQUÍ: http://lasoledaddelescritor.blogspot....
30 reviews
July 26, 2021
Confieso que el libro me ha decepcionado. Esperaba aventura, sorpresas y giros argumentales y lo obtenido después de las 504 páginas de la edición impresa que he leído es "una novela de espías más" absolutamente lineal y previsible. Los malos malísimos, los buenos buenísimos y los héroes, condecorados y recibidos con todos los honores (menos Montulm).

De los hechos narrados, lo que más me ha emocionado es el drama del anciano Voltor y su hijita, recogido en esa tremenda carta con la que fue enterrado.

En fin, no estaba mal escrita, se dejaba leer con facilidad y, como hecho positivo, destaco que se desarrolla en un enclave nacional precioso, y narra unos acontecimientos históricos poco difundidos pero interesantes. Además, la autora ha hecho circular personajes famosos cuya existencia desconocía y sobre los que he tratado de informarme más (Esa Josefine Baker :-)).
This entire review has been hidden because of spoilers.
Profile Image for Tania Ruiz.
87 reviews
July 2, 2025
Está estación fue un paso para muchos de los que huían del horror nazi, y esta historia trata de aquellos ángeles que les ayudaron a pasar. No se les puede coger más cariño. Narrada de una forma maravillosa, te engancha desde el principio.
Profile Image for Jodi Salme.
41 reviews1 follower
September 28, 2023
Historia novelada de la importancia que tuvo la Estación
This entire review has been hidden because of spoilers.
Profile Image for Rosa.
17 reviews3 followers
September 25, 2024
Me gustó mucho, quizás porque he vivido muchos años en Canfranc.
18 reviews
June 22, 2025
Entre la novela y la realidad se relata la huida de cientos de perseguidos por los nazis pasando por la estación de Canfranc, para llegar a un lugar a salvo de éstos en America,. con la ayuda del personal de la estación.
Profile Image for Albagar90.
212 reviews2 followers
June 21, 2018
Me ha parecido un libro muy interesante, la mezcla de datos reales con ficticios, ha hecho que pueda llegar a entender lo peligroso de la situación. Lo único que no me ha acabado de de convencer ha sido el final. Pero bueno aparte de eso me ha tenido en vilo desde el principio.
Profile Image for La estantería  De Napster110.
50 reviews1 follower
May 18, 2022
Si toda la obra estuviera al nivel del interesantísimo marco histórico y humano que pretende plasmar sería maravillosa pero no es el caso ni mucho menos.
En ningún momento durante toda la extensión de la obra he logrado conectar con la manera de escribir de la escritora, ni en el uso del lenguaje para la formación de los párrafos ni tampoco en el ritmo narrativo.
Por otra parte en una novela como esta los personajes son fundamentales pero la sensación que me han dejado ha sido de unos personajes tremendamente planos y mal desarrollados.
Toda la estructura de la obra repite constantemente la mezcla de los momentos históricos y los momentos románticos y no funcionan ni unos ni otros:
Los momentos históricos porque carecen de la fuerza y la garra necesarios sumado a una sensación muy desagradable de que todo lo que sucede se logra de manera excesivamente fácil y simple.
Y los momentos románticos simple y llanamente porque están metidos con calzador y no solo no aportan si no que restan.
En resumen una obra a la que le tenia muchas ganas y que salvo ciertos matices que aporta de la parte histórica de la Segunda Guerra Mundial en Canfranc me ha decepcionado mucho.
Profile Image for Cudeyo.
1,276 reviews66 followers
July 17, 2015
De un modo pausado, comedido, la autora narra unos hechos que por increíble que parezca están basados en la realidad.

Aunque al principio, con este ritmo pausado del que hace gala la autora, da la sensación de que no hay intriga, que no te va a atrapar. Pero nada más lejos de la realidad.

En este libro puedes sentir el miedo y la determinación de un grupo de personas que se enfrentan al dominio nazi para salvar a los más desfavorecidos, arriesgando sus vidas y sacrificando más de lo que pueden dar.
Profile Image for Miguel Ángel.
1,395 reviews9 followers
January 23, 2022
La historia es elaborada y está bien documentada. Sin embargo, la narración no ha llegado a cautivarme y, tras leer las primeras páginas, he optado por no seguir leyendo.
1 review
November 4, 2022
El libro que he elegido como lectura voluntaria es Volver a Canfranc, escrito por Rosario Raro es doctora en Filología Hispánica y profesora de Lengua Española y Escritura Creativa. Ha publicado en la editorial Planeta Volver a Canfranc, Desaparecida en Siboney y La huella de una carta. Con estas obras suma veinte ediciones hasta el momento. Un viaje de novela, el viaje teatralizado en tren y la ruta literaria sobre Volver a Canfranc, ha obtenido el premio a la mejor experiencia turística de Aragón 2021.
Esquiando en la estación de Candanchú el año pasado me he encontrado con este libro en una tienda de souvenirs, ya que la dicha estación esta cerca de Canfranc. No lo he podido leer por la falta de tiempo y he aprofitado esta lectura voluntaria para leerlo. Este libro cuenta el papel que ha tenido la estación de Canfranc durante la segunda Guerra Mundial que fue vigilada por las fuerzas alemanas. Canfranc era la puerta de libertad para muchos judios que escapaban del horror nazi hacia el puerto de Lisboa. Me imaginaba por la portada un libro con bastante ficción y mucha acción, pero lo he notado un poco pausado en desarollo de la historia, pero aun asi me ha gustado bastante, me recordo la ciudad de Canfranc y las vacaciones en la estación de esquí. La persona que está a cargo es el jefe de aduanas, Laurent Juste, un francés afincado en España cuyo objetivo es conseguir que crucen sin que los alemanes se den cuenta, lo gracioso de este personaje es que siempre lleva su piano y los libros y cuadernos consigo en sus mudanzas, es un personaje digno y no pierde tiempo con la gente que no vale la pena. La mujer de Laurent se llama Arlette una señora bastante tranquila, tienen dos hijas y un hijo, Maude, Solagne y Auguste.
Un personaje que me gustaría destacar es el Didier persona que trabaja en la estación de obrero muy amable y siempre feliz, también me gustaría destacar a Jana que era la camarera del hotel, es una persona que mostra la autoridad respecto a los judiós cuando los acompaña, tiene una vida un poco complicada, pierde a sus padres pero ante todo esto es firme y digna. Por otra parte el personaje de ejercito alemán que es el capitan Wagner su principal característica es la cercanía que muestra con todos. El libro me ha resultado un poco lento, me costo engancharme a la historia en principio y llegar a conectar con los personajes. Quizás es porque los capítulos eran contados desde varios puntos de vista o al hecho de tener mucha descripción y poco diálogo, ya que a mi me gustan los libros con mucha acción.
Profile Image for los_libros_de_lisa.
215 reviews8 followers
July 5, 2023
Basado en un hecho real.

Nos hallamos en marzo de 1943. El año anterior, el ejército alemán tomó la estación de Canfranc.

Y ahí, en la falda de los Pirineos, se mecía con el viento la esvástica, anclada a la estación de Canfranc. Estación que sería una puerta a la libertad de los judíos.

Juste, Jana y Durandarte, arriesgarán sus vidas para liberarlos. Un aduanero jefe, una camarera de hotel y un bandolero. Tres personas con una humanidad inigualable, jugándose la vida, llevando a cabo una de las misiones más arriesgadas. Poner a salvo a todos los judíos posibles.

Una historia conmovedora.

Con una narrativa muy bonita, la autora nos sumerge en la ideología de extrema derecha. A través de sus palabras, nos acercaremos a aquella época en la que el nacionalismo reinaba.

También nos encontraremos con un amor que se va cociendo a fuego lento. De esos que son tan bonitos cuando suceden, y de los que no te vas dando cuenta de que te estás enamorando.

El ritmo del libro es pausado. Me hubiese gustado que hubiese más acción. No obstante, la pluma de la escritora es ágil y muy bella y es un libro gustoso de leer. Además sus capítulos son cortos.

Se nota el gran trabajo de documentación que hay tras el libro, por toda la información que aporta al lector.

El final es como un castillo de fuegos artificiales. Apoteósico. Las últimas 50 páginas has de leerlas del tirón, porque se siente tanto con ellas, que no se deben interrumpir.

Es de ese tipo de novelas que cuando las terminas te dejan una sensación de haberlo vivido por ti misma.

La última frase es digna de tatuaje.

Como curiosidad diré que cuando descubrí el motivo del título se me puso la piel de gallina.
Profile Image for Arely Bueso.
254 reviews
March 13, 2023
Volver a Canfranc
Rosario Raro

No cabe duda que en el mundo hay maldad, pero también bondad y mucha.
Esta parte de la historia no la conocía y aunque al principio se me hacía un nudo en la garganta, la escritora hábilmente nos deja caer en un aparatoso lugar en medio de los Pirineos donde una estación de trenes será la salvación de muchos durante la Segunda Guerra Mundial: La Estación de Canfranc.
Con una inigualable descripción, cada uno de los momentos relatados nos transportan junto a los entrañables personajes, unidos a personajes reales, activistas y famosos, a esas montañas, y nos hace ver de cerca la belleza del lugar y la finalidad humanitaria que cumplió el objetivo más bondadoso: la libertad de aquellos perseguidos por los nazis.
Una novela estupenda que no dejará indiferente al que la lea, y que como yo, quiera conocer el lugar que es parte de la historia de la humanidad, en donde también existieron los héroes y se salvaron miles de vidas, prueba de ello, son aquellos descendientes de sobrevivientes que vuelven a Canfranc y muestran a sus hijos el lugar que les dio la libertad y conocen a los descendientes de aquellos que les dieron, gracias a su valentía, una vida distinta. Hermosa novela.
Profile Image for Mireia Gil.
17 reviews
December 28, 2021
Me ha gustado mucho la historia, porque da a conocer al mundo una realidad que paso en una de las estaciones de tren más importantes de españa dura te los años 40. Da una visión de la realidad que ocurría y como la gente de la población se implicó y colaboró para salvar la vida de tantas personas. La pena es que al apostar por la historia como hilo conductor los personajes se quedan más fríos y se desarrollan muy poco, simplemente los vemos por encima y es más difícil conectar con ellos.

Igualmente estoy muy orgullosa porque Rosario nació y creció en Mi Pueblo y está es su primera novela de muchas.
Profile Image for Meldelen.
342 reviews35 followers
November 5, 2022
Tostón aburrido e infumable, he llegado hasta la mitad pero no he podido seguir adelante. Trama lenta, personajes fríos y antipáticos, planos y estereotipados, lenguaje rebuscado y grandilocuente que en realidad no está diciendo nada, situaciones absurdas e inverosímiles.
Detesto las novelas romanticonas disfrazadas de novelas históricas. Usar a la estación de Canfranc y a los perseguidos del nazismo como marco para vender el idilio de una camarera con un contrabandista es un insulto a mi inteligencia. Paso.
PS: Lo peor es que saqué esta basura del club de lectura, donde hasta ahora me habían dado propuestas interesantes. Como me den otra bazofia como esta me lo dejo.
Profile Image for Andrea Tomé.
Author 33 books934 followers
April 17, 2025
Pocos peros a la prosa o a la documentación, pero me esperaba muchísimo más de esta novela y la lectura se me hizo bastante cuesta arriba.
En contra de lo que parece por la portada o la sinopsis, la novela apenas trata el tema de salvamento de judíos; esta hazaña es un mero telón de fondo que viene y va, siendo el foco los protagonistas, que me resultaron algo planos.
Se abren varias líneas argumentales que se resuelven de manera fácil y que desdibujan el que debería ser el foco de la narración. Teniendo en cuenta el tema a tratar, me esperaba bastante más acción, más sensación de peligro, de los riesgos de pertenecer a un grupo de resistencia en una dictadura.
2 reviews
January 23, 2024
“Volver a Canfranc “ ha sido un viaje , para los sentidos. Una historia entre la realidad y la ficción de un lugar mágico, al que le tengo de siempre mucho cariño . Vivir la historia junto a sus personajes ha sido un regalo, y un gusto con el corazón encogido de principio y hasta el final. Un lugar que nunca defrauda, que sirvió de refugio a mucha gente , que supuso un camino hacia su libertad , que les habían arrebatado de manera injusta e intolerable. Porque siempre es un placer “volver” a Canfranc….
Profile Image for Cocoa Books.
69 reviews10 followers
November 2, 2017
Detrás de este libro hay una gran trabajo de investigación y de creación de personajes ficticios que representen a personas reales y también de personajes que son como los héroes que deberían vivir en la época de la Segunda Guerra Mundial, época en la que tiene lugar la novela.

A veces los diálogos dejaban un poco que desear o se me quedaban cortos, pero por lo demás es una historia que me enganchó y que consiguió enamorarme.
Profile Image for Pedro.
20 reviews2 followers
July 31, 2020
Ficción de unos hechos reales; un jefe de aduanas francés con ayuda de ciudadanos franceses y españoles de ambos lados de los Pirineos aprovechan el intercambio de trenes en la estación fronteriza de Canfranc para salvar miles de vidas, principalmente de judíos, durante la II Guerra Mundial.
La historia se me queda corta, el lado romántico queda un poco superfluo, y algunas escenas con los alemanes son poco creíbles. En cualquier caso merece la pena revivir aquella historia.
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