Depois do sucesso de Mentiram (e muito) para mim, Flavio Quintela faz uma parceria de peso com Bene Barbosa para compor esta excepcional obra, que deixa as mentiras sobre o desarmamento de civis nuas no meio da sala. Aos que já conhecem o assunto, o livro oferece ótimas referências e informações precisas aos que não têm opinião formada, ou àqueles cujo conhecimento é restrito à mídia e às campanhas do governo, o livro é um ponto de inflexão, um divisor de águas, com sua clareza e assertividade.Com uma linguagem direta e um ritmo agradável, Mentiram para mim sobre o desarmamento é leitura mais que necessária para todos os que defendem as liberdades inegociáveis dos indivíduos. Numa época de recrudescimento de tantos regimes totalitários, é uma mensagem imprescindível e um alerta essencial.
O tema é interessante e o debate é saudável, mas os autores cometem um desserviço com a falta de rigor analítico exposta em todos os capítulos.
“Sempre que o governo ganha poder para controlar algum aspecto da sua vida, você perde um pouco de sua liberdade.”
Essa é uma frase característica do livro, e é verdadeira. O problema é que os autores não percebem, ou fingem não perceber, que essa moderação de liberdades é um custo fundamental da civilização, dessa condição de viver entre milhões de estranhos.
Existe um equilíbrio buscado, numa sociedade, entre liberdades individuais absolutas e poder tirânico do Estado, os dois extremos são indesejáveis. O segundo cenário é problemático pelo excesso de poder centralizado, permitindo que o Estado trabalhe em prol próprio ao invés de servir à população que deveria representar — caso da Coréia do Norte, por exemplo —, enquanto que o primeiro cenário tende ao caos e à própria tirania pela falta de controle de indivíduos que, sem uma resistência organizada e adequada, possuem brechas pra violar a liberdade alheia e a oportunidade de se arranjar em grupos de poder opressores: o cangaço e o crime organizado são exemplos disso.
É claro que o Brasil ainda não alcançou esse equilíbrio almejado, por vezes exagerando nos poderes do Estado, por vezes sendo brando demais ou ineficaz na moderação de certas liberdades. Nesse livro, os autores argumentam contra uma tentativa de moderação de liberdades por parte Estado, o Estatuto do Desarmamento, mas falham na lógica e coerência.
“Bandido não compra arma em loja, não registra arma, muito menos entrega arma alguma ao governo.”
Esse é o primeiro argumento do livro contra o Estatuto do Desarmamento. De fato, a principal fonte de armas de fogo da criminalidade no Brasil é a importação ilegal alimentada pelo narcotráfico e pelo crime organizado (que certamente não serão combatidos através do armamento da população), mas o bandido também rouba armas de policiais, de militares (como roubaram a Glock .380 do Bolsonaro em 95), e roubariam com mais facilidade ainda de civis andando por aí com porte.
As Armas Não Matam
Esse é um dos próximos argumentos e título do capítulo II, que, paradoxalmente, tenta alegar que armas de fogo não possuem influência no problema dos homicídios, visto que assassinatos já existiam pré-pólvora. É como dizer que bomba atômica não mata, portanto seria inofensivo que todas as nações da Terra tivessem acesso a essa tecnologia bélica. Nesse caso, por que não permitir, também, o acesso de quaisquer tipos de organizações políticas a esse recurso, como as FARC e o Estado Islâmico?
Países Armados São Mais Seguros
Já o capítulo III afirma: “Existem muitos países onde grande parte da população possui e carrega armas de fogo, e que têm índices de criminalidade muito baixos.” Verdade, países ricos com desigualdade social praticamente inexistente e índices de desenvolvimento humano elevadíssimos, que não é o caso do Brasil. Também temos o exemplo do país mais rico do mundo, com polícias sofisticadíssimas, que apesar dos bons indicadores socioeconômicos continua tendo um número absurdo de homicídios por armas de fogo, comparável aos números absolutos do coitado do Brasil, graças à falta de moderação na liberdade de acesso às armas, situação pela qual a indústria bélica multibilionária norte-americana é certamente muito grata. E claro, também existem ótimos exemplos de países pouco armados com pouquíssimos homicídios realizados com armas de fogo — o que não deveria ser nenhuma surpresa —, mas que são oportunamente omitidos desse tipo de argumento.
As Armas dos Criminosos Não Vêm das Mãos dos Cidadãos de Bem
No capítulo IV a denúncia é de que “só” cerca de 25% das armas apreendidas com criminosos pré-Estatuto do Desarmamento, segundo estimativas, eram armas legalmente registradas que foram roubadas, sugerindo que não faria sentido proibir o porte de arma civil já que existem outros meios de obtenção de armas de fogo por parte de criminosos. Não é novidade que a importação ilegal é a maior fonte de armas pro crime no Brasil, o que não muda o fato de ¼ ser uma parcela enorme das armas que criminosos usam por aí pra praticar assaltos, latrocínios e homicídios. O combate efetivo ao narcotráfico e ao crime organizado são fundamentais pra resolução do problema, mas acabar com 25% do fornecimento das armas utilizadas por bandidos — nesse caso diretamente financiadas pelo “cidadão de bem” que as adquiriu e registrou legalmente — não deixa de ser bastante significativo, tornando incoerente a afirmação que nomeia o capítulo.
Armas Não Causam Muitos Acidentes
Mais adiante, no capítulo VI, os autores argumentam que, como existem causas de mortes acidentais muito mais comuns do que as relacionadas com armas de fogo — como acidentes de trânsito e afogamentos —, as mortes acidentais com armas de fogo não devem ser consideradas um problema. Raciocínio matemático incrível, hein? Acontece que, segundo o FBI, pra cada morte justificável com arma de fogo nos EUA em 2012, ou seja, pra cada homicídio de algum criminoso ou em legítima defesa, ocorreram duas mortes acidentais (o dobro!) por armas de fogo naquele ano.
O Desarmamento Não Tem Diminuído a Criminalidade no Brasil
De 1980 a 2002, os homicídios por armas de fogo no Brasil cresceram numa taxa média de 8,1% ao ano, enquanto que de 2002 até 2014, após o Estatuto do Desarmamento, a taxa média foi de 2,2% ao ano. Examinando esses dados, um analista inteligente e imparcial suporia que o Estatuto do Desarmamento teve um impacto positivo de desaceleração considerável no crescimento da taxa de homicídios no Brasil, mas que ainda existem outros fatores responsáveis por essa expansão da violência (narcotráfico e crime organizado, que ainda não foram combatidos de forma efetiva). Os autores, no entanto, desconsideram esse efeito da lei e concluem que revogar a medida ajudaria a resolver o problema, devem estar com saudades da taxa média de +8% de homicídios por AF ao ano.
Por fim, é claro que armas de fogo também podem ser utilizadas de formas “nobres”, defensivas, para salvar vidas. O problema é que não existe nenhuma estatística ou indício que sugira que esse seria de fato o principal uso das novas armas de fogo incluídas no arsenal civil nacional caso o acesso a elas fosse facilitado; pelo contrário. Nos EUA, segundo o FBI, pra cada homicídio justificável com arma de fogo em 2012, foram 34 homicídios criminosos, 78 suicídios e 2 mortes acidentais.
Bene Barbosa e Flavio Quintela desmontam por completo as alegações desarmamentistas, como por exemplo, as alegações de que o governo está pensando no bem dos seus cidadãos e de que o desarmamento é a solução para acidentes domésticos. Além disso, os autores mostram que o famigerado estatuto do desarmamento é completamente ineficaz em diminuir a criminalidade em nossa sociedade. Eles também apresentam argumentos positivos a respeito do uso defensivo de armas de fogo por parte dos cidadãos de bem.
Precisamos do direito de ter armas para nossa defesa. Se você discorda disso, provavelmente está acreditando em alguma mentira sobre o assunto. Este livro é a sua chance de parar de repetir conversas de boteco e encarar os argumentos, as estatísticas e as leis que envolvem a questão. Leia!
No mesmo estilo conciso e claro de "Mentiram (E Muito) Para Mim", do mesmo autor, este livro aborda a questão das armas de forma magistral, com argumentos sólidos, fortemente embasados em evidências empíricas, refutando muitas das mentiras propagadas pelos desarmamentistas e deixando claro o viés autoritário daqueles que querem, a todo custo, retirar o direito de autodefesa do cidadão.
Leitura essencial para todos aqueles que querem entender e debater de forma séria a questão do desarmamento, longe da demagogia e superficialidade que infelizmente permeiam muitas das matérias jornalísticas e declarações dadas à imprensa por supostos "especialistas".
Escrito nos moldes de seu primeiro livro, Mentiram (e muito) para mim, Flávio Quintela conta com a ajuda do especialista em segurança pública, Bené Barbosa, para desconstruir dez mentiras que são recorrentemente utilizadas pelos desarmamentistas ao defenderem a restrição à venda e porte de armas.
Repleta de referências a livros, pesquisas e reportagens, esta é uma obra decisiva para combater o cerceamento de direitos individuais, garantindo a todo cidadão de bem o direito de defender-se contra marginais e contra a tirania do estado.
O livro é muito bem escrito, mas bem básico... Nao mostra muitos argumentos novos, o que mostra já é de conhecimento para qualquer um que já tenha lido alguma coisa a respeito que não tenha sido escrito por algum ignorante no assunto...
Como o assunto vai e volta, é importante buscar informações especializadas. O capítulo que trata do PNDH-3, apesar de não tratar especificamente sobre desarmamento, apresenta uma visão importante de ser conhecida. Como é difícil fazer as coisas certas no Brasil.
Livro essencial, deveria ser lido por todos (contra ou a favor do desarmamento). Realmente, aqui no Brasil nos fazem de palhaços.
“Aqueles que abrem mão de uma liberdade essencial por uma segurança temporária não merecem nem liberdade e nem segurança”. Benjamin Franklin
“Tudo pode ser tirado de um homem, exceto uma coisa: a última das liberdades humanas - a de escolher uma determinada atitude em um determinado conjunto de circunstâncias; de escolher seu próprio caminho”. Viktor E. Frankl
It's terrific book!!! The book exposes the most current issues in Brazil, the disarmament of crowd. The government (of 1995-2016) had got tendency social-communist (Left), it created many rules and laws regarding armaments used to the civil population. Doing the number of guns fall and the violence grows like never before in the history of the country.
Livro bem conciso, que rapidamente desmonta as principais mentiras em relação ao desarmamento. É um bom livro para rápidas referências. Como acompanho o Bene Barbosa, vi poucas novidades. Devo salientar a análise dos dados antes e após o estatuto do desarmamento. É a prova empírica da inefetividade do estatuto que dificilmente aparece em alguma discussão.
Excelentes argumentos, com uma leve pitada de jornalismo brasileiro, o que consequentemente, facilita a leitura de leigos, mas desagradam um pouco os amantes de uma boa escrita.
Eu não tenho uma opinião formada sobre o assunto, e achei esse livro bem interessante para esclarecer alguns pontos apesar de algumas ideias meio extremas demais para o meu gosto. Em geral é um bom livro.
Ótimo livro para os desejam adquirir conhecimento em ralação a importância de adquirir armas para usar em defesa própria ou de terceiros em casos de iminente agressão. Todos os dados estatísticos possuírem links para que seja conferida a veracidade dos mesmos. Linguagem fácil. Recomendo a todos.
Ser desarmamentista depois de ler esta excelente obra é desafiar o pensamento lógico ou transbordar os limites da desonestidade intelectual. Leia, recomende, espalhe a verdade! Brasil Acima de Tudo!
Absolutamente esclarecedor. Desmonta todas as mentiras relacionadas ao estatuto do desarmamento. Recomendadíssimo aos que buscam esclarecimentos e a verdade sobre o tema.
O livro foi importante para desfazer alguns mitos que tinha e para alertar sobre a falta de adequada informação a respeito do tema e a manipulação midiática. Alguns pontos importantes e que concordo: - Desarmamento é usado como forma de dominação - desde o Brasil colônia onde foi proibido fabricar armas até o período regencial onde as armas estavam nas mãos da guarda apenas, quando Getúlio Vargas as tirou dos fazendeiros dando espaço ao cangaço. E de como a revolta de São Paulo só foi possível pela posse de armas - Outro ponto que eu MUITO concordei! Quem comete o crime não é a arma, quem mata não é o carro... quem mata é a pessoa que está possuindo aquele objeto! Saiamos da fantasia e voltemos a realidade, as manchetes mascaram muitas vezes quem está por trás do ato para condenar o objeto pelo crime! Isso é surrealismo puro e não cabe. Quem mata é o homem que usou tal objeto ? daí a RESPONSABILIDADE em possuí-lo. - Acidentes domésticos acontecem e crianças morrem, infelizmente. Mas acreditem, queda é uma causa muito mais comum do que acidente com arma de fogo e ainda assim não é a principal causa de morte de crianças nem os países armados. O carro mata muito mais por acidente e ninguém proíbe seu uso, há um controle e regras para uso, pois seu uso inadequado possui potencial malefício, pois bem. - A política do desarmamento desarma a população, não o bandido! Isso é obvio e claro!
Porém há pontos nesse livro, que para mim, o deixaram incompleto e perdeu na minha avaliação. - No é apresentado exemplos de países que após a proibição das armas, tiveram aumento da violência, como a Inglaterra, Austrália, Irlanda, Jamaica. Traz dados, do outros lado da moeda, de como os países com liberdade armamentista não são os mais violentos. Ok, beleza... mas dados soltos, números absolutos, tendências, sem avaliações estatísticas adequadas, que prove - dentro de desvio padrão, hipótese do não acaso, com testes apropriado a estudos epidemiológicos populacionais ? a significância estatística desses aumentos ou reduções de violência e validem essa informação, perdem a sua função. É o mesmo artifício usado pelos pró-desarmamentistas, manipulação numérica para validar informação falsa. Eu ate, e realmente, acredito que as informações são verdadeiras e provem sua teoria, talvez até exista tais avaliações estatísticas, mas não me foram apresentadas; - O porte legal é caro, restrito e burocrático, concordo... Sobrando (fora do ambiente jurídico/policial) apenas para os ricos, praticantes de tiro esportivo. Maior abrangência da população seria algo interessante, com menos custos também... mas redução da burocracia e redução das provas de idoneidade não me parece plausível. Estamos falando de armas... ter um carro (que pode ser usado de forma indevida), também é caro e burocrático... e, de certa forma, isso torna seu uso mais seguro em diversas circunstancias; - E para mim, a pior parte do livro foi usar o sentimentalismo ? aquele que os autores tanto criticaram maquiando a função real de uma arma. Uma faca tem uma função específica de cortar, independente qual objetivo por trás - se para cortar uma corda, cortar uma carne, cortar uma pessoa - a função dela é cortar, cabe a quem a possui definir o objetivo final, mas a função é clara: CORTE! Os autores aludem que a função da arma não é ferir. Senhores, vamos lá: a função da arma é ferir/lesionar/machucar, independente se o objetivo por trás era uma ameaça, uma agressão, uma auto defesa ou a defesa de toda uma população. A arma tem a função de machucar e a depender de onde você mirar: mata. Cabe a quem possui definir o objetivo final, mas a função do objeto está definida e nada pode mudar isso!
Sou contra muito poder na mão do estado. As distopias clássicas, modernas e a realidade que vimos e vemos em alguns países, mostram as consequências disso. Então, sou a favor da liberdade da pessoa em fazer a opção e assumir a responsabilidade de possuir ou não uma arma. Ao mesmo tempo não sou contra a algum controle sobre o uso, a pessoa em posse de uma arma, pode sim lesionar (para o bem, ou mal), então certo controle, pra todos saberem quem a usa, faz parte de uma liberdade realista e que pode proteger outras vidas. Porém eu, neste momento, fiz a minha opção de NÃO querer ter, mas jamais posso obrigar aos outros a fazerem a mesma escolha. Armas bem empregadas podem equalizar forças (uma mulher contra o estuprador), o pai de família defendendo a sua casa de invasores, proteção de toda uma nação contra terrorista --- ou seja, auto defesa, proteção de terceiros inclusive, MAIS IMPORTANTE, proteção contra a dominação de regime totalitários!
Cabe a pergunta... o que aconteceu com o referendo de 2005? Foi posto na fogueira em praça pública?
Excelente introdução ao assunto. Me tirou escamas dos olhos e mudou completamente minha visão sobre o assunto. Espero ansioso pelo proximo livro do Bené Barbosa.
Muito bem argumentado e escrito. A base argumentativa e factual é forte. Contudo, os autores claramente possuem um viés muito evidente, o que é conflitante com a ideia de desmentir algo. Se você se propõe a desmentir, então o mínimo esperável é uma versão transparente!
Em alguns pontos existem inconsistências, como alegar que a reação a assaltos dobra as chances de sobrevivência, quando na verdade isto deveria ser posto claro que se refere a ataques armados, propriamente ditos; e não a assaltos.
O livro também flerta muito com a lógica da pós verdade, pois nega praticamente todas as versões da mídia e do governo (na época, petista,) apenas considerando fielmente para a análise os dados que favorecem. A lógica de tentar argumentar que absolutamente toda a máquina pública e o jornalismo (de iniciativa privada) estão equipados para conspirar juntos, e de forma consistente, ao desarmamento para invalidar o lado destes, parece muito conveniente.
Ainda sobre o viés, o capítulo "Armas só servem para matar" evidencia isto. Na tentativa de "desmentir" isto, uma longa fuga do tema acontece, inclusive fazendo deste um dos maiores capítulos do livro. A narrativa se distorce, e a pergunta não é respondida com os melhores dos argumentos. "Uso defensivo" também significa matar.
Nota-se que, acima da militância pela liberdade individual de auto-defesa, está uma lógica anti-estado; anarquista, por parte dos autores. Infelizmente, o fato deste viés estar muito evidente pode trazer para alguns a sensação de que este livro é tendencioso (embora não pareça que tenha muita preocupação em esconder isto.)
A verdade sobre o desarmamento e sobre o processo de desarmamento no Brasil. Você sabia que no plebiscito realizado em outubro de 2005 sobre a proibição da comercialização de armas e munição no país, 63,94% dos brasileiros votaram contra a proibição. A vontade do povo não foi respeitada, o que leva a crer que não vivíamos uma democracia... Você encontra enumerados dados e argumentos que derrubam todos os argumentos contra. O livro tem uma ótima linguagem, longe de ser monótona, mas muito fluida e simples.
The book presents clear and concise arguments against the disarmament in a very simple and lucid way. Kudos for the last two sections where the authors present the agenda of Brazilian left parties and the antidemocratic presidential decision of adopting disarmament policies even after the people voting against it in the referendum on 2005.
Eu era a favor do desarmamento antes de ler este livro por pensar que armas eram uma causa dos problemas deste mundo, mas este livro faz perceber que é uma consequencia e nao uma causa. Mudou totalmente minha forma de ver as coisas e é muito bem explicado. So nao coloquei 5 estrelas por que o prefacio é ridiculo. É a unica coisa que eu mudaria.
Um livro que traz a perspectiva de um advogado sobre o direito de livre defesa. Poderia ser melhor escrito; o livro apresenta uma linguagem fácil de ser lida, convincente, mas por critérios estilísticos, poderia ser melhor. No que se refere a tese dele, ela é apresentada e bem argumentada. Como esse é o objetivo, ele é atendido.
Um livro muito esclarecedor. Principalmente pra quem nunca tinha recebido informações além daquelas noticiadas pelas mídias correntes. Me instigou a procurar saber mais sobre o assunto. Recomendo.
O autor usa vocabulário de fácil compreensão, a leitura e rápida e o texto é muito fluido, apresentando as idéias do autor sobre o desarmamento. Não entrarei muito no viés ideológico.