Todo este libro está en contra de estas reglas tan vistas para contar la historia de América Latina. No hay aquí nada destacable para las venas abiertas del continente, pero sí hay para heridas debidamente tratadas y curadas con la ayuda de grandes potencias. Conocemos bien las tragedias que nuestros antepasados indígenas y negros sufrieron, pero honestamente, estamos cansados de hablar sobre ellas. Y creemos que todos los pueblos pasaron por desgracias semejantes, incluso aquellos que a muchos de nosotros nos gusta acusar. Por eso, cuando víctimas de la historia aparecen en esta obra, es para que revelemos que estas también mataron y esclavizaron – y como ellas se beneficiaron con ideas y costumbres venidas de fuera. Figuras ilustres de América Latina también pasan por este libro, pero más allá de nuestra voluntad mostrar que no son tan admirables como se dice. En la historia de casi todo país, es común abrillantar las palabras de figuras públicas e incluso inventar virtudes en su comportamiento. Y no pasa de ser cansino estar insistiendo en una realidad menos interesante. Lo que pasa es que en América Latina se va más allá: se eligen como héroes justo a los hombres que más importunaron la política, más arruinaron la economía, más persiguieron a los ciudadanos. No importan las tragedias que Salvador Allende, Che Guevara y Juan Perón hayan hecho posibles. Lo importante es el carisma, el rostro fotogénico, la muerte trágica, los discursos inflamados contra extranjeros. Por eso, no se puede escapar: es él, el falso héroe latinoamericano, el principal blanco de este libro.
Leandro Narloch é um jornalista e escritor brasileiro. Foi repórter da revista Veja e editor das revistas Aventuras na História e Superinteressante, todas do Grupo Abril. Ganhou notoriedade em 2009, ao publicar o polêmico "Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil", livro em que ele tenta desconstruir imagens criadas em torno de personalidades e eventos marcantes da História do Brasil. O livro foi um sucesso de vendas. O livro foi sucedido em 2011 pelo "Guia Politicamente Incorreto da América Latina", onde Leandro faz a mesma abordagem, mas com personagens e passagens da História da América Latina em geral. Em agosto de 2013, Leandro lançou o terceiro livro da série, com o título "Guia Politicamente Incorreto da História do Mundo", que aborda a história universal.
Adoro essa série "guia politicamente incorreto..."! Ela mostra os fatos históricos que ficaram escondidos e desmistifica vaaarias estorinhas da carochinha que colocam nas nossas cabeças desde fedelhinhos . Aviso aos navegantes (aqueles vermelhinhos, avessos a opiniões diferentes e pregadores das "teorias da conspiração"): pegue sua boina e camisa do che e passe longe!
Onde eu estava com a cabeça quando resolvi ler isso!? Tendencioso, ofensivo, mal organizado... Os assuntos abordados são extremamente interessantes, mas a escrita de editora de revista teen que foi usada (além dos pontos mencionados anteriormente) acabam com qualquer ânimo e vonta de ler os livros anteriores... Muita piadinha extremista e pouca analise interessante e concisa. Passo!
O livro é simplesmente horroroso. Simplista e ofensivo, o autor conseguiu acabar com um tema que poderia render bastante discussão. Utilizou de poucas fontes em seus estudos e nota-se que nenhuma é de confiança. Parece um livro de 4 série de um colégio Neo Nazista. Ainda bem que não comprei, pois iria solicitar o reembolso aos autores. Pitadas notáveis de racismo.
Este livro expõe fatos verídicos amparado em vasta bibliografia, além de depoimentos prestados por diversos entrevistados cujos relatos são orientados por conhecimento histórico ou experiência própria durante alguns dos períodos ilustrados. A única ressalva que faço se deve à cronologia dos fatos, que exige uma leitura cuidadosa - já que os autores vão e voltam à narrativa devido aos inúmeros detalhes que apontam. Além disso, acho que, editorialmente, os períodos citados poderiam se interligar, pois o texto não abrange apenas curiosidades, mas períodos que, de alguma maneira, se relacionam. De um jeito ou de outro, excelente material para se conhecer aquilo que os meios acadêmicos marxistas procuram desesperadamente esconder.
Utilizando a mesma fórmula que fez o sucesso do livro anterior sobre a história do Brasil, Leandro Narloch e Duda Teixeira queriam essa vez mostrar as aberaçoes do politicamente correto latino americano. Mas a receita nao funcionou tao bem. A vontade de provocar leve os autores a desrespeitar a Historia com fatos duvidosos, analises muito parciais ou paradoxos de mau gosto...Ninguem pode seriamente escrever que a conquista espanhola foi a alegria dos povos pre-colombianos, que Pinochet liberou o Chili ou que Pancho Vila foi somente um grande fazendeiro... Investigar os mitos latino-americanos é certamente sadio, mas necessita mais professionalismo de historiador!
. Le falta una indagación histórica más profunda. . Decir que los nativos americanos se merecían lo que les pasó creo que es... incorrecto! . Es un libro que solo destila odio sin ningún tipo de análisis... . Es una pena que Amazon unlimited provea libros de tan baja calidad.
Livro feito com distorções, fontes duvidosas e preconceitos.Tão triste quanto ler uma obra tão claramente enviesada para a demonização das lutas latino americanas contra a sempre boa opressão colonizadora, é perceber o descaso e o escárnio dos autores sobre essas culturas.
Concordo com Sylvia Colombo: "Com seu "Guia Politicamente Incorreto da América Latina", Narloch e Teixeira colocam mais um tijolinho no muro de ignorância e soberba que separam o Brasil do resto do continente." (https://bit.ly/2RJrNaM)
Perceber a ideologia "mises" dos autores em cada capítulo é um bônus e justifica trabalho tão ruim.
Livro altamente ofensivo e tendencioso. De políticamente incorreto não tem nada, tudo que ele faz é defender um certo pensamento político atacando outro. Poucas fontes são citadas.
O livro propõe oferecer uma visão alternativa acerca de grandes líderes e personagens emblemáticos da América Latina. Dentre eles, Che Guevara, Fidel Castro, Pancho Villa, Juan Perón, Simon Bolívar, etc. A perspectiva oferecida visa principalmente desfazer a imagem poética, heroica e talvez, até fantasiosa, contada nos livros tradicionais de história e perpetuada por gerações. Para sua elaboração. os autores realizaram uma grande pesquisa bibliográfica de fontes alternativas o que, por fim, conduz o leitor à desconstrução de tais figuras como grandes ícones. Essa nova perspectiva oferecida tem viés ideológico de direita, o que ajuda a trazer um contraponto aos tradicionais livros de história, geralmente de esquerda. A linguagem jornalística dos autores traz agilidade ao texto e prazer na leitura, propiciando uma escrita leve e de fácil acessibilidade.
Como o próprio autor disse, o livro foi feito para incomodar as pessoas... Vários "fatos?" interessantes são apresentados. Quanto ao grau de veracidade ou de tempero que eles receberam, ai fica difícil de saber. O livro se torna chato em alguns momentos por ficar insistindo (repetitivamente) o quanto tudo que se fala em história na escola está correto (e como o autor do livro apresenta a melhor, mais correta e mais precisa história sobre a américa latina até o memento). Tendencioso resume bem.
Admiramos a personajes que pensaron o actuaron diferente en su momento en la historia, y se les mitifica olvidando si las consecuencias de sus ideas fueron buenas, este libro recuerda que no siempre una idea diferente es la mejor o la mas adecuada, guste mucho del libro, pues nos muestra que estos "héroes" también fueron humanos y que se equivocaron y mucho.
O livro te mostra um outro lado da história, ele é radical na hora de expôr os fatos e até um pouco parcial, porém ele cumpre a sua função de te fazer pensar, como a de questionar se Che Guevara era realmente um herói, um cara que lutou pela liberdade. Recomendo esse livro para você que tem uma camiseta do Che estampada em sua camiseta, repense!
Antigamente, a direita era mais intelectual e eu conseguia ler esses guias sem hesitar. A ideia era ser "politicamente incorreto" e se "politicamente incorreto" seria "deixar a esquerda puta", então tá feito.
Embora quando falamos de história, acho que devia ter como emputecer ambos os lados. Infelizmente, a preferência aqui é mais emputecer a esquerda (talvez porque há mais governos de esquerda na américa latina).
Sim, eu posso acreditar que Che Guevara era homofóbico, executava criancinhas à sangue-frio e era um assassino cruel - um contraste bem extremo ao que "Diários de Motocicleta" vendem pro resto do mundo. Tem sentido isso tudo, considerando que ele tomou armas e fez uma rebelião, porém quais eram as fontes do Leandro Narloch (que, no "Guia Politicamente Incorreto dos Presidentes do Brasil" elogiava presidentes de direita como o FHC e Tancredo, enquanto sentava o pau no "Lule" e João Goulart).
Enfim, como te disse, depende de perspectiva. Eu só leria, mas não tomaria como ABSOLUTO antes de fazer uma pesquisa das fontes dele, ver se alguém mais confirma essas histórias ou se ele tá tentando me vender que a esquerda tem umas falas idiotas - como dizer que "Simon Bolivar era indigena", sendo que era um europeu que queria ser rei da América do Sul, cara essa é uma fala bemmmmm idiota.
Se há algo que a América Latina faz com maestria é a transmutação quase alquímica das mais hediondas pessoas em mitos e heróis.
Assassino genocida? Homofóbico ao extremo de matar gays? Pedófilo confesso? Latifundiário e dono de escravo? Não tem problema aqui abaixo do Equador: O "lider" é transfigurado em seu oposto e passa a estampar a camisa de quem é contra a violência, a favor da igualdade de gênero e contra a pedofilia e o trabalho escravo...
Tão sui generis e tão característico por essas bandas que merecia uma análise profunda da psiqué local...Adorei que o livro é quase isso e, ao contrário dos tratados de mitificação dessas entidades, é repleto de fontes documentais. Deveria ser de leitura obrigatória como, aliás, são tais "tratados" hoje em dia...
O livro trata de temas sobre a história de países da América Latina, com exceção do Brasil, buscando desmistificar fatos da história, com base em pesquisas mais recentes e em documentos históricos. Aborda Che Guevara, os astecas/incas/maias, Simon Bolívar, Haiti, Péron/Evita, Pancho Villa e de Salvador Allende.
Gostei muito da leitura. Livro escrito de forma leve e dinâmica bem claro nas palavras e também bem referenciado, o autor demonstra claramente as fontes de onde está tirando a informação o que torna o livro confiável apesar do claro alinhamento ideológico dos autores que se percebe durante a leitura.
This is a tough book to review. Narloch is absolutely brutal in his dissection of the idols of the Latin American left. I don't disagree with his conclusions and that these idols do not deserve to be idolized as they are and that the left has chosen to be willfully ignorant in continuing to raise them up onto a pedestal. However, I can't shake the feeling that it feels a bit like a hatchet job. I am not suggesting that the research was poorly done, and I realize that the objective of the book was to confront the left with its own hypocrisy, something I greatly appreciate, as the left has often ignored deplorable actions done by those on their side while shrilly attacking (and rightfully so) the deplorable acts done by the right. However, the lack of any positive message makes it at times hard reading, and I suspect will make its impact less as it probably won't be read much by leftists who may become immediately defensive. I wonder if Narloch would have offered alternative leftist leaders who demonstrated some of the more humane characteristics it would have made the whole story more impactful. Narloch also does not focus his criticism much on the right. This is understandable as the Latin American right has gotten a fair amount of criticism in the recent past, but by not including much of this in the book it might not feel completely fair. Nevertheless, if you can get past these limitations, I think the book is definitely worth reading. I especially would like social liberals to read this to reconsider some of the absurd hero worship that has been done on some very deplorable historical figures, and at least try to be just as critical and demanding of those on our side of the ideological spectrum as we are of those on the opposite side.
Algumas personagens tão cultuados como heróis por muitos intelectuais dentro da América Latina são mostradas de uma forma diferente e que talvez não agradem a todos os fãs. Allende, Guevara, Bolívar e Pancho Villa são alguns destes ícones que, talvez por terem sido cultuados em algum momento, têm suas vidas e seus atos mostrados e dissecados de uma outra perspectiva.
Leitura muito prejudicada pela versão Kindle, pois as partes do texto não estão totalmente integradas e são cortadas a todo momento. É preciso ter muita calma e releitura para conseguir uma sequencia que faça sentido ao texto. Talvez a versão impressa não se tenha essa impressão.
Las figuras históricas son escasas. Faltaron figuras canónicas como Zapata o el mismo Fidel. El libro se percibe desordenado e Inconexo. La mejor parte es la historia de Haití. La figura de Toussaint L' Ouverture hace preguntarse lo q' pudo haber sido la historia, de haber sobrevivido. También es interesante la historia precolombina azteca y peruana, aunque uno la siente insuficiente. En síntesis, es una buena introducción, pero se siente que sólo abre el apetito, sin satisfacer al lector.
Eu estou lendo a trilogia de trás para frente (comecei pelo Guia do Mundo e agora da AL). Comparado ao Guia do Mundo este livro é bem menos legal, pois trata de alguns personagens históricos que não interessam tanto aos brasileiros (eu acho), embora tenha capítulos especiais a Che Guevara e à família Peron. O livro segue na mesma pegada do outro, mostrando aquilo que ninguém aprendeu na sala de aula. Recomendo!
Ao querer mostrar que a esquerda sempre foi contraditória e nunca deu certo em nenhum país, o autor radicaliza e mostra sempre de forma extrema os erros passados. Certamente cada moeda tem dois lados, mas este livro mostra somente um deles, não sendo uma análise histórica imparcial.