Uma imersão cativante e aterradora no mundo estreito e opressivo da colónia de Salem, na Nova Inglaterra do século XVII. Uma aldeia cujo nome ficará para sempre infame pela chamada “Caça às Bruxas”, que Abigail narra, ela que, aos 17 anos, foi uma das vítimas do obscurantismo e fanatismo religioso predominantes. Tudo começa quando um menino lhe dá um lindo burrinho de madeira esculpido…
Esta leitura foi uma espécia de "nim" para mim, porque tem um grande sim quando à história, que gostei muito, mas um pequeno não no que toca à ilustração, que não adorei...
Sendo uma novela gráfica, a imagem conta tanto como a narrativa, pelo que foi uma sensação agridoce, o que me trouxe esta leitura. Julgo que é geral que se pense em bruxas, sempre que se fala de Salem.
Aqui temos uma rapariga, personagem central da história, que vive em Salem e caiu na tentação de se relacionar com alguém inesperado. A situação da aldeia não era boa e rapidamente se espalhou pela aldeia que um grupo de mulheres era a causa, com todas as consequências que daí advieram.
Embora entenda que o tema é duro e não se adapte a ilustrações mais fofinhas, na minha opinião elas são até um pouco grotescas, o que também não seria necessário. Daí não ter apreciado.