Jump to ratings and reviews
Rate this book

Sin respeto: Una crisis social (Contextos)

Rate this book
In seinem neuen Essay seziert Byung-Chul Han mit analytischer Schärfe und poetischer Tiefe den dramatischen Verfall einer zentralen sozialen Tugend: Respekt. Was einst das Fundament des Zusammenlebens war, droht heute in einer von Narzissmus, Wettbewerb und digitaler Enthemmung geprägten Gesellschaft zu verschwinden.

Han entfaltet eine vielschichtige Diagnose unserer Gegenwart: Die neoliberale Leistungsgesellschaft produziert Verlierer, die sich selbst hassen und andere verachten. Der Kampf um Respekt wird zum Kampf um Status – und damit zur Ursache für Spaltung, Gewalt und gesellschaftliche Zersetzung. In den sozialen Medien wird Respekt durch Aufmerksamkeit ersetzt, Höflichkeit durch Shaming, Gemeinschaft durch Communitys, die keine Solidarität kennen. Han zeigt, wie Respekt, Selbstachtung und soziale Bindung miteinander verwoben sind – und wie ihr Verlust zu einem täglichen Bürgerkrieg en miniature führt, der die Gesellschaft von innen heraus zerfrisst.

Doch Byung-Chul Han bleibt nicht bei der Kritik stehen. Er entwirft eine Vision für eine neue Politik der Freundschaft, für ein respektgeleitetes Miteinander, das auf Distanz, Aufmerksamkeit und gegenseitiger Anerkennung beruht. Respekt ist für ihn kein Luxus, sondern die Voraussetzung für Demokratie, Diskurs und ein gelingendes Leben.

98 pages, Kindle Edition

First published February 26, 2026

Loading...
Loading...

About the author

Byung-Chul Han

79 books5,761 followers
Byung-Chul Han, also spelled Pyŏng-ch'ŏl Han (born 1959 in Seoul), is a German author, cultural theorist, and Professor at the Universität der Künste Berlin (UdK) in Berlin, Germany.

Byung-Chul Han studied metallurgy in Korea before he moved to Germany in the 1980s to study Philosophy, German Literature and Catholic theology in Freiburg im Breisgau and Munich. He received his doctoral degree at Freiburg with a dissertation on Martin Heidegger in 1994.

In 2000, he joined the Department of Philosophy at the University of Basel, where he completed his Habilitation. In 2010 he became a faculty member at the HfG Karlsruhe, where his areas of interest were philosophy of the 18th, 19th and 20th century, ethics, social philosophy, phenomenology, cultural theory, aesthetics, religion, media theory, and intercultural philosophy. Since 2012 he teaches philosophy and cultural studies at the Universität der Künste Berlin (UdK), where he directs the newly established Studium Generale general-studies program.

Han is the author of sixteen books, of which the most recent are treatises on what he terms a "society of tiredness" (Müdigkeitsgesellschaft), a "society of transparency" (Transparenzgesellschaft), and on his neologist concept of shanzai, which seeks to identify modes of deconstruction in contemporary practices of Chinese capitalism.

Han's current work focuses on transparency as a cultural norm created by neoliberal market forces, which he understands as the insatiable drive toward voluntary disclosure bordering on the pornographic. According to Han, the dictates of transparency enforce a totalitarian system of openness at the expense of other social values such as shame, secrecy, and trust.

Until recently, he refused to give radio and television interviews and rarely divulges any biographical or personal details, including his date of birth, in public.

Han has written on topics such as attention deficit hyperactivity disorder, borderline, burnout, depression, exhaustion, internet, love, pop culture, power, rationality, religion, social media, subjectivity, tiredness, transparency and violence.

Ratings & Reviews

What do you think?
Rate this book

Friends & Following

Create a free account to discover what your friends think of this book!

Community Reviews

5 stars
52 (38%)
4 stars
60 (44%)
3 stars
18 (13%)
2 stars
3 (2%)
1 star
1 (<1%)
Displaying 1 - 18 of 18 reviews
Profile Image for Ashkan Darouni.
58 reviews4 followers
July 21, 2025
برشی از کتاب:
◇وحشت یکسانی بر سراسر زندگی امروز سایه افکنده است. افراد به هرجا سفر می‌کنند، اما هیچ چیز را تجربه نمی‌کنند. همه چیز را می‌بینند، ولی بینشی ندارند. اطلاعات و داده‌ها را انباشته می‌کنند، اما دانشی کسب نمی‌کنند. در پی ماجراجویی و سرگرمی می‌روند، اما همیشه یکسان می‌مانند. دوستان و دنبال‌کنندگان اینترنتی فراوانی دارند، اما هرگز با کسی ملاقات نمی‌کنند. رسانه‌های اجتماعی از نظر میزان اجتماعی بودن، صفر مطلق‌اند.
اتصال کامل و ارتباط کامل از طریق ابزارهای دیجیتال مواجهه با دیگران را تسهیل نمی‌کند،‌ بلکه از هر آنکه متفاوت و دیگرگونه است عبور می‌کند و در عوض افرادی را پیدا می‌کند که یا یکسان هستند یا مثل ما فکر می‌کنند؛ بدین‌سان عرصه‌ی تجربه‌ی ما را تنگ‌تر می‌کند. ما را به دور بی‌پایان خودبرتربینی می اندازد که در نهایت به یک 《خودتبلیغی که ایده‌های خودمان را به ما تلقین می‌کند》 می‌انجامد.

◇اعتیاد به عکس‌های سلفی چیزی نیست جز حرکت بیهوده‌ی سوژه‌ی تنها. فرد در مواجهه با پوچیِ درون، بی‌فرجام می‌کوشد تا خود را تولید کند.
سلفی‌ها پوشش پرزرق و برقی هستند که خود پوچ را برای مدتی کوتاه پنهان کنند. اما اگر آنها را برگردانند، روی دیگرشان دیده می‌شود، غرق در جراحت و خون. زخم، آن‌روی سکه‌ی سلفی‌هاست.
Profile Image for João Porfírio.
24 reviews
October 5, 2026
Foi bom intervalar a bonecada e encontrar desconsolo nas palavras deste filósofo sul-coreano, o autor da "Sociedade do Cansaço".

Em 80 páginas, este ensaio é uma radiografia completa ao estado da civilização, um diagnóstico assertivo da doença que já sabíamos estar a consumir-nos, mas que aqui é descrita de forma brilhante e catártica.

Han fez-me regressar às aulas de Filosofia do 10º ano ao recuperar as ideias de Aristóteles, Kant, Rawls, Arendt, e até de Bauman, repetindo a sua ética intuitiva para apontar-nos o caminho da cura. As mensagens mais simples e generosas resistem ao passar dos tempos e soam especialmente bem no meio do caos.

Han acredita que a ausência de respeito se deve ao colapso dos "valores verticais": aqueles que são intemporais, inspiram e orientam a ação coletiva, dando um propósito à nossa razão de ser.

Dinheiro, bens luxuosos ou conteúdos virais nunca serão "valores verticais". Não inspiram o nosso respeito, não têm força intemporal, não modelam a ação humana. São "horizontais" porque não exercem uma "tensão ascendente" sobre o nosso comportamento.

Na "ordem horizontal", os modelos tradicionais foram substituídos por influencers que não procuram inspirar-nos com a elevação dos seus atos, nem com as qualidades do seu caráter: querem apenas a maior quantidade de atenção e consumo momentâneo. Às 'communities' a que se dirigem de forma inconsequente falta o elemento mais importante da comunidade: o projeto comum, a visão que transcende o indivíduo.

As aspirações coletivas foram abandonadas e preenchemos esse vazio com séries de projetos pessoais de curto prazo, que muitas vezes degeneram em narcisismos inflamados.

Cresceu o desdém e a desconfiança perante os idealistas, os poetas, os que pensam no abstrato, ou os esperançosos que escrevem em metáforas e crêem no progresso humanista. O discurso empobreceu, reduzido apenas ao objetivo e "ao autêntico", que se confunde com a desconsideração. A nossa fé está agora aos pés do quantificável, do atingível, do rentável ou publicável.

A entrega ou a consideração para com os outros, que Freud descrevia como "a canalização da libido para o exterior", foi socialmente considerada fraqueza, e por isso desviada para dentro, para o ego.
O respeito, que era universalmente devido, foi submetido a cálculos de ROI ou então condicionado às parecenças desse "outro" comigo, o "outro" que privei da sua alteridade e que é um prolongamento de mim mesmo.

Esta mercadorização dos indivíduos e de todas as esferas da sociedade arruinou o primado da dignidade humana que Kant preconizava. O imperativo moral kantiano exigia o tratamento da pessoa enquanto "valor absoluto" e uma "finalidade em si".

Apesar de consagrado nas constituições dos estados (com a sua autoridade em pleno processo de rutura), a dignidade é cada vez menos inerente à nossa condição de ser humano. O respeito é algo por que se luta e conquista.
O estatuto dos indivíduos é atribuído ou retirado em função da sua performance, refletida no 'quantum' - nos bens, rendimento ou seguidores.

A "sociedade do desempenho" rejeita igualmente as teorias da equidade e da justiça de John Rawls, que aqui jazem sob a máxima neoliberal do 'the-winner-takes-it-all'. Para além de gerar e perpetuar irremediavelmente desigualdades, ela gera sempre uma multidão de perdedores, humilhados e frustrados consigo e com os outros.

E em todo o lado podemos observar manifestações "moleculares" desta raiva, expressões de negação ou de compensação pela desorientação "horizontal" em que caímos.

Claro, o exemplo mais notório é o fanatismo das turbas, movidas por um ódio incontinente e destrutivo. Arendt dizia que, ao contrário do povo, a turba não decide, não se compromete nem dialoga. A turba ou aclama o autocrata, ou apedreja os opositores. Ou invade o Capitólio a fazer as duas coisas.

Num cenário global de degradação da autoridade das instituições políticas, científicas, jornalísticas e sindicais, as opiniões (ou emoções) individuais autopromovem-se à categoria de factos, patrocinadas pelas lógicas comerciais obscuras do algoritmo.
Com o debate público entrincheirado em bolhas, onde as convicções da tribo, afirmadas e repetidas sem contraditório, se convertem na única e mais virtuosa verdade, o outro não merece compreensão nem diálogo, apenas insulto.
Sem respeito, não existem hipóteses de diálogo. Sem diálogo, a democracia perde a sua hipótese.



Divididos e atomizados neste Squid Game, resta-nos ser empreendedores de nós próprios. Culpamo-nos em caso de fracasso, e esprememo-nos continuamente para o evitar até ao 'burnout'.
Venha daí a Sociedade do Cansaço.
Profile Image for Willemf.
196 reviews
September 9, 2026
Han weet de zaken - net als in zijn eerdere werk - scherp onder woorden te brengen. Intuïtieve opvattingen weet hij helder te formuleren en daarmee de kern bloot te leggen.
Hij vertrekt in dit boek vanuit Rawls' Een theorie van rechtvaardigheid en benadrukt daarbij dat het bij Rawls gaat om 'men's respect for one another' als uitgangspunt. De goede samenleving is 'keine Leistungs-, sondern eine Respektgesellschaft' (p.9). De strijd om erkenning is niet meer een strijd om erkenning als individu, maar is volgens Han verworden tot een strijd om 'status'. Deze strijd om status heeft invloed op meerdere aspecten van het leven.
Han signaleert een gevaar als meningen vereenzelvigd worden met identiteit. Daarnaast - en dit komt in meerdere van zijn werken terug - heeft hij fundamentele kritiek op het digitale domein van de "sociale" media. Ironisch overigens dat hier te schrijven.

Een aardig citaat om iets van de wijze van schrijven van Han weer te geven is het volgende:
'Werte gehören zur vertikalen Ordnung. Nicht zufällig sprechen wir vom Wertehimmel. [...]Kant iss ein exemplarischer Bewohner der vertikalen Ordnung. Er bringt sie mit folgenden Worten zur Sprache: »Zwei Dinge erfüllen dat Gemüt mit immer neuer und zunehmender Bewunderung und Ehrfurcht, je öfter und anhaltender sich das Nachdenken damit beschäftigt: Der bestirnte Himmel über mir, und das moralische Gesetz in mir.« Weder der bestirnte Himmel noch das moralische Gesetz flößen uns heute Bewunderung und Ehrfurcht ein. [...] Wir bewohnen nicht mehr Himmel und Erde, sonder Google Earth und Cloud.' (pp. 51-52)
Profile Image for Joaquim Ferreira .
148 reviews18 followers
October 19, 2026
Excelente.

" A completa poupança do mundo bane tanto os valores como os ideais, uma vez que absolutiza o preço. Não sentimos respeito pelos preços, por mais elevados que sejam. O capitalismo impede qualquer idealização. Ele opõe-se ao idealismo. O "bem supremo", enquanto télos da razão prática, é substituído pelo capital. A completa poupança da vida faz desaparecer todas as formas de respeito, na medida em que transforma tudo em mercadoria, ficando disponível para uso e consumo. Até os ideais perdem a sua validade intrínseca e assumem uma forma consumista.

Os ideais de boa forma e bem-estar carecem de qualquer representação de valor. Os influenciadores tornam-se modelos exemplares. Estes novos ídolos das redes sociais personificam a forma mercadoria dos modelos exemplares. São artistas de si próprios, e é assim que se diferenciam dos modelos exemplares. Exibem-se, como produtos a anunciar.

Na presença de influenciadores, não sentimos respeito, pois o respeito refere-se a um valor intrínseco. Os influenciadores não exigem respeito, mas sim atenção. Os ideais, além disso, possuem uma dimensão comunitária intrínseca; moldam um sentido de "nós". Em comum e com solidariedade, caminhamos e aspiramos a um futuro melhor que corresponda aos nossos ideais. Os seguidores, por outro lado, não formam uma comunidade. A comunidade é a forma mercantil da comunidade. As comunidades assemelham-se a mercadorias. "
Profile Image for Andrea Puig.
354 reviews3 followers
October 23, 2026
Mutilamos los artefactos del respeto cuando es el ego el que continúa colonizando cualquier intento de interacción. Afán por horizontalizar, por consumir el tiempo en un continuo presente. Hordas guiadas por el odio y el resentimiento. Identidad que se confunde con la opinión, y viste los ropajes dictados por el algoritmo de turno. Dominación en el espejismo de la libertad, autoexplotación en aras de una productividad de la que salimos rendidos. ¿A dónde se fueron la cortesía, la autoridad, el juego sutil de las formas, la comedia social que nos protege de la tragedia?
Profile Image for Andrea.
336 reviews34 followers
October 25, 2026
Es espesillo para ser tan corto, pero el contenido me ha parecido bastante básico y no ha introducido ideas nuevas. Estoy de acuerdo en líneas generales con su tesis, pero considero que la podía haber desarrollado más y haber sacado conclusiones más originales.

Eso sí: qué desastre de traducción y qué edición tan mala (de cada dos frases, había una en cursiva).
Profile Image for Natacha Rodrigues.
28 reviews3 followers
September 15, 2026
Importantissimo. Reflete o declinio da sociedade atual pela desinibição digital, o fim do espaco publico quando nos fechamos atras do computador e nos esvaziamos com a exposicao a que chamamos autenticidade que substitui a personalidade numa sociedade neoliberalista. O fim do respeito quando perdemos a distancia ao outro,o narcisismo que sobressai e não a alteridade como alguns previram no advento de uma "conexão" digital.
Profile Image for Paloma Liranzo.
52 reviews1 follower
October 18, 2026
Cuando el mundo se acabe y miremos atrás a través de estos libros, nos daremos cuenta de que llevábamos tiempo sabiendo que nos íbamos a ir a la mierda, pero decidimos no hacer nada.
Profile Image for Leeya.
97 reviews50 followers
August 2, 2026
Absolutely loved it. I read it in German and shared what I had learned chapter by chapter with some of my English speaking friends. We had great discussions and I learned so much from this book. So far, I've loved everything I've read by Han.
Profile Image for Àlex.
56 reviews
October 3, 2026
M’ha sorprès que Byung-Chul Han iniciés l’assaig esmentant John Rawls. Sobretot ho fa per centrar el debat en el pressupòsit rawlsià que a una societat ben ordenada li cal «un respecte mutu entre les persones». Si bé en el moment de publicació de l'obra de Rawls encara es mantenia el pressupòsit, el ritme exacerbat del neoliberalisme ens ha aïllat convertint-nos en competidors d'aquest respecte. Avui dia el respecte és una qüestió d’estatus, ja no és un dret incondicional que ens protegeix, sinó un guany pel qual ens hem de lluitar els uns contra els altres, argumenta Han.

Han es mostra crític amb Carl Schmitt que considerava que no existeixen amics, només enemics. L’enemic és qui no permet la identitat pròpia, aquella que s’arrela en el grup. Així, política i guerra són el mateix. I l’amic només és l’entitat que no és enemiga. Aquesta concepció es troba en les polítiques de la identitat, que han produït l’efecte perjudicial de frenar la solució de conflictes mitjançant els debats. Perquè en elles s’estableix que la identitat es conforma amb les opinions pròpies. Per tant, si la identitat de cadascú són les seves opinions, l’atac d’una opinió representa un atac personal. S’impedeix, així, qualsevol possible forma de debat.

Però és possible una concepció de l’amistat contra la de Carl Schmitt —més heideggeriana— que consisteix a concebre que necessitem de l’alteritat (Mitsein), que som éssers situats (Dasein) però també socials, éssers que compartim. De fet, és l’altre que no fa que el subjecte caigui en un enclaustrament.

La crisi i l’atomització socials d’Internet han polaritzat encara més els sectors divergents. Quan tot esdevé emocional, la pertinença també es reactiva: o estàs amb mi o contra mi. Els grups socials acaben en pols oposats en què hom creu ser el bo i també que l’altre és el dolent.

També considera Han que hem abandonat un «ordre vertical» transcendent per un «ordre horitzontal» immanent. Sense jerarquies no som més lliures perquè estem més exposats. I sense autoritat (que no violència) tampoc ens sentim ni segurs ni guiats.
Profile Image for Guilherme Smee.
Author 30 books205 followers
October 12, 2026
Mais um ótimo livro de Byung-Chul Han, este é o mais recente até agora e vem num timing em que estamos movendo céus e terras para impedir a vitória da extrema-direita desrespeitosa no Brasil. Claro que neste livro Han critica o sentido de identidade e os movimentos identitários, porque acredita que eles segregam em vez de tornarem o todo comunitário. Mas mais que isso, critica a política de Trump e de seus asseclas que trazem em seu bojo muito mais ausência de respeito sobre qualquer existência, sobre a política clássica e sobre qualquer tentativa de comunidade. Esse cenário é acentuado pelo individualismo do neoliberalismo e da necessidade de autoafirmação promulgada pelas redes sociais, espaço que Han privilegia em suas análises. Por isso, lê-lo é sempre bom, porque conversa com os problemas atuais e não faz uma filosofia de poltrona. Han explica aqui porque o respeito anda tão fora de moda, mas expõe as razões pelas quais ele se faz necessário para o bom funcionamento de qualquer sociedade.
Profile Image for Ministério dos Livros.
159 reviews52 followers
August 23, 2026
Byung-Chul Han é um daqueles autores que lemos quando queremos saber o resultado de uma ressonância magnética ao mundo depois de apenas o termos observado a olho nu ou no máximo com uma lupa.

Neste seu último livro o autor apresenta-nos a sua análise sobre o declínio do respeito como base para a convivência social, as suas causas e os seus efeitos. Tudo tiros certeiros, na minha modesta opinião. Nem sempre é fácil de entender, por vezes é preciso reler e processar, mas é impressionante como o autor consegue ir ao cerne do problema. Um privilégio ler quem pensa com esta clareza. Obrigatório ler.
Profile Image for Maxi Bongiovanni.
152 reviews7 followers
October 24, 2026
No soy fan de Byung-Chul Han pero de lo que leí creo que este es su mejor ensayo. Bah, el que más me gustó. Es una gran gran reflexión sobre uno de los problemas más actuales de nuestra sociedad. Al menos en AR perdimos nuestra capacidad de respeto, escucha, empatía y debate. Estamos viendo sus consecuencias.
Creo que es una gran fotografía y me dejó pensando mucho en qué acciones tomar para comenzar a revertir este círculo vicioso.
Profile Image for Gabriel Magalhães .
16 reviews
September 7, 2026
Um ensaio com inúmeras referências, sobre um tema pertinente e muito interessante, mas foi uma leitura difícil. Em alguns capítulos fluía bem na interpretação e a minha atenção era garantida, noutros tive de reler e mesmo assim perdia-me no entendimento.
Garantidamente não é o meu estilo literário mas reconheço o mérito e a capacidade do autor.
Profile Image for Pietro Bertino.
Author 19 books5 followers
September 24, 2026
Una disanima rigorosa epuntuale della deriva verso cui ci sta trascinando il neoliberismo. Con il suo consueto logico argomentare il filosofo tratteggia il riguardo di un incubo che tutti stiamo vivendo.
Per riflettere e capire.
Profile Image for MELMOTH .
82 reviews3 followers
October 13, 2026
La visione è così lucida da fare spavento. La mancanza di rispetto è proporzionale alla mancanza di autorità. Ma l'autorità, come guida, è necessaria per non cadere nell'autoritarismo di dittatori o AI.
Profile Image for Maria Del.
32 reviews
October 24, 2026
Fantástico. Ofrece elementos epistemicos para nombrar/comprender mucho de lo que sucede en nuestra sociedad y la pérdida del.respeto. Comprender el agotamiento, el miedo y la necesidad de humanidad/otredad.
Profile Image for Joseba Bonaut.
264 reviews
October 26, 2026
Uno de los mejores libros del autor y da claves para entender nuestra realidad, especialmente de la vida pública
Displaying 1 - 18 of 18 reviews