Esta é a história de um grupo de amigos que acabam, cada qual por seu motivo, reunidos na festa de inauguração da mais nova casa noturna da cidade, chamada Morphine. Encontros e desencontros marcam uma série de momentos que colocam à prova a personalidade de cada um. Lennon, Bruno, Alex, Diana e Lara estão envoltos em uma série de situações típicas dos 20 e poucos anos: solidão, paixões não-correspondidas, opiniões duras, chances perdidas, bom humor, depressão, timidez, insegurança e a dificuldade em atingir um objetivo. E cada um vai tentar encontrar um meio de acalmar sua dor pessoal, seja ela qual for, seja lá como for.
Achei meio clichezento e tive dificuldade em diferenciar os personagens, porque os traços são super parecidos. Algo que não ocorreu na outra obra do autor, Terapia, já que contava com menos personagens.
Aqui é basicamente um dia na vida de algumas pessoas que se esbarrarão na casa noturna Morphine e é explorado, superficialmente, o drama pessoal de cada um.
A parte que mais gostei foi um sonho de um dos personagens que se vê preso por correntes e por grades criadas pelos próprios medos. O que, aliás, é o tema central dessa HQ.