Desta vez os nossos conhecidos amigos vão até Celorico de Basto a propósito de um torneio de geocaching. Visistam uma Pousada que parece misteriosa, o castelo de Arnoia, a ecopista do Tâmega e até o esconderijo do célebre bandido Zé do Telhado. A grande aventura é que os cinco amigos vão desmascarar, mais uma vez, uns falsários de moedas antigas e muito valiosas.
Ana Maria Magalhães nasceu em Lisboa no dia 14 de Abril de 1946. Professora de Português e História do ensino preparatório.Em 1976 conheceu a Isabel Alçada. Em 1982 tentaram o primeiro livro: Uma Aventura na Cidade. Iniciaram a colecção "Uma Aventura" com o objectivo de proporcionar aos alunos livros para ler com prazer. Esta colecção constitui um êxito sem precedentes entre os jovens portugueses e dispõe já de cerca de três dezenas e meia de livros. O ministro da Educação chamou-a para integrar a equipa que se ocupou da Reforma do Sistema Educativo entre 1989 e 1991. Desempenhou funções de coordenadora de reforma curricular do 2º ciclo. Em 1994 aceitou o convite da Expo’98 para dirigir o Jornal do Gil. Em 1997 foi destacada para o gabinete do Ministro da Educação a fim de estabelecer a ligação pedagógica entre o Pavilhão de Portugal da Expo’98 e as escolas.
Neste ponto eu já só leio os livros para "acabar" a coleção. A maneira como as coisas acontecem a estas personagens já é tão rotineira, que já passou todos os limites da suspensão de incredulidade.
Que bem que me soube voltar a estas aventuras da minha infância... Já tinha saudades de pegar num livrinho de Uma Aventura e ontem à noite lá o resolvi fazer.
Recuei no tempo e senti-me tal e qual como quando era miúda e estas eram as leituras que me acompanhavam: entusiasmada e totalmente envolvida na história e nos mistérios que estas autoras, já tão minhas conhecidas apresentam.
Gostei imenso desta aventura dos famosos cinco amigos e seus cães e, no final, fiquei com vontade de me aventurar no Geocaching e de um dia ir visitar as Terras de Basto, que me parecem ter muito para visitar.
Mais uma bela aventura ao estilo das escritoras. Pessoalmente gostei de terem introduzido o geocaching que é uma actividade da qual sou adepto e da forma como colocaram Celorico de Basto na história, terra familiar que já não visito há muitos anos mas que acabei com vontade de revisitar. Estes livros "já não são para a minha idade" mas continuam a ensinar-me muito sobre a história e atualidade do nosso país, com mais um enredo muito interessante que mistura a realidade com a ficção de uma forma muito interessante.
Uma coleção clássica, uma viagem pelas ruas da nostalgia. O público alvo é 9 a 11 anos, pelo que estou ligeiramente fora desse enquadramento. Ainda assim, fiquei com vontade de visitar as Terras de Basto, onde a minha mãe viveu em criança.
Nota: Quando era pequeno imaginava-me como se fosse um deles quando lia os livros. Queria ser o João, mas sempre fui um Pedro.