Laura não percebe como é que ainda não se conhece bem, e porque é que certas atitudes dos outros a afetam tanto. Não era suposto ser mais fácil depois dos 40? Victoria esconde-se atrás do humor, que disfarça uma enorme insegurança, física e emocional, cada vez mais marcada ao ver como os 30 estão a chegar ao fim. Mas no trabalho, outro escape, tudo corre bem. Demasiado bem... Catarina, a mais nova e, aparentemente, mais livre, talvez não esteja assim tão resolvida como as amigas pensam. Ou desejam. O que importa é o restaurante e o bem-estar do irmão. A sua própria vida fica em segundo plano. Ou não? Três mulheres ligadas por uma amizade genuína, ainda que, por vezes, se esqueçam disso. Há receios e tropeções que atrapalham escolhas na vida, mas chega uma altura em que é preciso admitir que algo tem de mudar. Com humor, vulnerabilidade e verdades desconfortáveis, este é um romance sobre recomeços e sobre o instante em que deixamos de aceitar menos do que merecemos. Porque a amizade é uma das formas mais honestas de amor: aquele que escolhemos.
Uma boa surpresa. Boas personagens, bons temas e gostei da forma intercalada com capítulos para cada personagem, páginas de blog e até cenas passadas em chats de telemóvel. É um livro atual e descomplicado mas sem ser superficial.
Um livro que não indo mudar vidas é um livro onde se sente a vida a ser vivida! Uma escrita fluida e que nos conduz entre os desafios de 3 amigas, as escolhas que se fazem e a forma como se vive… Gostei.
Este livro mostra-nos a vida a acontecer dentro do universo feminino. Reconheço que a presença de muitas personagens torna, por vezes, a concentração um bocadinho mais difícil. No entanto, é também isso que torna a leitura tão enriquecedora: ter acesso a vários pontos de vista e acompanhar perspetivas tão diferentes umas das outras enriquece imenso a história.
Para mim, a amizade é uma das maiores forças quando enfrentamos adversidades na vida - amizade é o amor que escolhemos.
Parabéns Mariana, excelente! Escrita muito acessível, histórias muito envolventes. Três amigas com todos os ingredientes para uma amizade duradoura e muito real. É assim que deve deve ser uma amizade, mesmo que eu me compare mais com a Catarina, não tanto na personalidade mas na parte em que a informação sobre nós fica connosco e dificilmente a exponho. Foi, é e será um tema sempre atual. LINDA 🤩
A escrita é simples e despudorada mas os assuntos são sérios. É a vida na simplicidade do seu dia-a-dia, mas também no seu ritmo veloz. Não conseguimos para de ler. Capítulos curtos que saltam de momentos em momentos, de vidas em vidas… e que nos prendem às histórias destas três amigas - Catarina, Laura e Victoria. Cada uma com os seus desafios diários, as suas dúvidas e as suas incertezas. Cada uma com aquilo que não partilha com ninguém. Um livro extraordinário que nos recorda a importância da amizade e das pessoas que escolhemos nas nossas vidas. Que bom que a Mariana partilhou finalmente estas amigas connosco.
Há um tipo de amor que raramente tem poemas escritos sobre ele. É o amor das amizades verdadeiras, aquelas que escolhemos, que construímos, as que muitas vezes são alicerces que nos sustentam. É sobre esse amor que a Mariana Alvim decidiu escrever o seu primeiro livro. E não sendo um livro vai mudar vidas, é um livro onde se vê a vida tal como ela é – e isso, às vezes, é suficiente. O Amor que Escolhemos acompanha três mulheres (Laura, Vitória e Catarina) unidas por uma amizade em fases diferentes da vida, com desafios diferentes. Além da amizade que as une, todas guardam, em silêncio, as inquietações que não partilham com ninguém. Três mulheres reais, imperfeitas e reconhecíveis, que poderíamos ser nós ou uma amiga. A autora aborda temas do nosso dia a dia: as expectativas, o medo de não ser capaz, a dificuldade em conciliar papéis, as mudanças que a idade nos traz, as relações familiares, as tensões no mundo do trabalho… são temas do quotidiano de mulheres normais, com o ritmo vertiginoso e exigente que cada vez mais somos obrigadas a acompanhar quando o mundo nos pede para sermos tudo ao mesmo tempo. A escrita é simples e acessível e a forma como a autora estrutura a narrativa em capítulos curtos, alternando entre as três personagens, resulta muito bem, já que imprime um ritmo e uma fluidez que nos conduz de uma vida para outra. Facilmente nos deixamos levar e sentimos vontade de acompanhar estas personagens. Gostei muito da forma como a autora retrata a amizade feminina entre mulheres adultas, uma amizade sem julgamentos, sem necessidade de explicações. Uma amizade onde há espaço para o humor, mas onde podemos mostrar-nos com as nossas vulnerabilidades.
Estava muito curiosa com este livro, que acabou por exceder as minhas expectativas. Escrito em capítulos curtos e numa linguagem apelativa, foi impossível parar de ler. Ao acompanhamos as vidas de três amigas, com quem nos conseguimos facilmente identificar em numerosas situações, vemos abordados temas importantes - as relações familiares (com pais preconceituosos, com a família do companheiro, com os filhos...), as relações de trabalho (incluindo bullying), as relações de amizade (tão essenciais ao nosso equilíbrio) e a dificuldade de conciliar tudo. Vale mesmo muito a pena ler!
Como ouvinte assídua do podcast da Mariana, estava desejosa de ler este livro e fi-lo com as expectativas bem altas. “O amor que escolhemos” parece, à primeira vista, um daqueles romances leves que se lê num fim de semana tranquilo. A escrita é fluida, a história aproxima-se de nós com naturalidade, e há um conforto imediato em acompanhar estas personagens. Mas é exatamente aí que a Mariana nos apanha na curva: por trás da simplicidade aparente, o livro carrega uma densidade emocional que nos apanha desprevenidas e que, em ocasiões, nos tira o tapete. . . O romance recai, sobretudo, na forma como retrata a amizade entre mulheres na vida adulta ( as três magníficas) — aquela amizade verdadeira, sem cobranças, culpas e julgamentos, essenciais à sobrevivência emocional. Mariana mostra que, quando o mundo nos pede para sermos tudo ao mesmo tempo — mães, profissionais, companheiras, mulheres que não se podem desmoronar — são essas amigas que nos devolvem o chão. Aquelas conversas que começam com humor e terminam em vulnerabilidade, os silêncios que dizem mais do que qualquer conselho, a presença que não exige explicações. Um obrigada às magníficas da minha vida que tantas vezes restituem a minha sanidade mental entre almoços, jantares, silêncios e um bom vinho. . . O livro torna-se denso porque fala de temas que reconhecemos no nosso dia a dia: o peso das expectativas, o medo de falhar, a procura por um amor que não nos apague, a tentativa constante de equilibrar quem somos com quem o mundo espera que sejamos. . . Mariana, obrigada por esta história! Leve na forma, profunda no impacto. Um livro que nos faz sorrir, pensar e, acima de tudo, reconhecer-nos. E não demores tanto tempo a escrever o próximo, por favor. Leiam “O amor que escolhemos”, vale a pena!
A Mariana Alvim teve um papel super importante nos últimos anos nas minhas leituras, no meu gosto por ler, e até em como eu escolho os meus livros hoje em dia.
Gostei do conceito do livro, um livro sobre amizade, muito leve e fácil de ler. Apreciei de coração ler personagens Mães que eram realistas e tinham relações realistas com os seus filhos (este ano não tenho tido muita sorte com as Mães das minhas leituras).
E de resto, a minha conclusão é que acho que não sou a audiência ideal, tanto para a escrita como para a personalidade das personagens. E tudo bem. Li o livro pela autora, e fico à espera de mais livros seus.
Leitura de verão! O que fica: “Queres ou gostavas? A verdade é mais simples-:não quer. Só gosta da ideia”! “E se a pergunta for outra: é se não for o que me falta, mas o que posso fazer diferente?”
Este livro tem como personagens principais três amigas (Laura, Victoria e Catarina) que, quando chegam aos 40 anos, fazem uma reflexão sobre a passagem do tempo, escolhas de vida e também sobre a importância da amizade que sempre as uniu.
Invariavelmente, percebem que a idade não lhes deu a segurança que esperavam e que têm mais dúvidas do que certezas acerca de tudo um pouco.
Este é também um Romance sobre recomeços. Tantas são as histórias/pensamentos que já aconteceram nas nossas próprias vidas, quer em relações familiares, amorosas, de amizade ou até de trabalho.
Apesar de ser um livro sobre mulheres, não creio que tenha como público-alvo somente as mulheres. Todos podemos tirar daqui importantes reflexões. Os capítulos são curtos e têm uma linguagem acessível e atual.
Não é um livro que irá mudar a história da literatura portuguesa. Ainda assim, cumpre bem o propósito de proporcionar bons momentos de leitura e só posso recomendá-lo.
uma leitura de praia agradável, mas queria mais. queria conhecer mais e principalmente melhor a Catarina, a Victoria e a Laura. sinto que as conheci superficialmente, não as conheci o suficiente para que todas as partes da história façam sentido. falta sumo.
«A amizade é uma das formas mais honestas de amor. E nem toda a gente tem isto, nem todos conseguem chegar aqui. A este lugar onde a vulnerabilidade não assusta e dizer a verdade não afasta, aproxima.»
Catarina, Laura e Vitória, as três magníficas, as três personagens principais desta história escrita pela talentosa Mariana Alvim, bem conhecida pela sua presença na rádio e no seu podcast (do qual sou imensamente fã) “Vale A Pena”.
Vão nos sendo apresentadas histórias reais com as quais todos nós nos identificamos ou já nos identificámos um dia.
Cabeças em corropios diários, vidas vazias, incessantes buscas por preenchimentos sem sentido … podemos ler e vivenciar de tudo um pouco.
Vamos caminhando lado a lado com relatos que vão sendo preenchidos com decisões lúcidas, egoístas, mas carregadas de verdades que foram sendo tapadas com a fluidez da vida.
“A idade não corrige, acentua, sobretudo o que já lá estava…”
Gostei desta leitura que envolve uma amizade que perdura ao longo dos anos. Uma leitura que demonstra o valor da amizade, a perda, a opressão, a familia, divórcio, doenças e todos esses temas que fazem parte das nossas vidas de uma maneira ou de outra
Leitura leve sobre a montanha russa que é viver e o papel da amizade nisso. Inclui momentos de validação, reflexão, sorrisos e inclui spoilers... P.S. "Não almocem com a Gertrudes!"
Uma história sobre amigas. Sobre a vida no geral, que as coisas por vezes não correm como planeamos e está tudo certo com isso. Sobre como por vezes não queremos contar tudo ou não queremos passar todos os nosso problemas para os nossos amigos. Existem guerras que são nossas e só a nós dizem respeito.
Mas não importa que decisões tomamos os amigos verdadeiros, estão lá para nos.
Um livro fofo com estes pontos, fácil leitura. Recomendo
Um bom livro de estreia, com personagens interessantes e uma escrita cativante Às vezes com alguns saltos temporais um pouco grandes que me faziam ter pena de não ter tido oportunidade de conhecer melhor determinados momentos. Saltos estes que foram sendo desvendados com a aproximação do final do livro
“O amor que escolhemos” é um livro honesto e envolvente sobre a vida adulta e as relações que nos sustentam. Mariana Alvim escreve com sensibilidade e cria momentos de identificação imediata, especialmente quando aborda expectativas, cansaço e afeto.
A narrativa é simples, acessível e emocional sem exageros. Algumas ideias poderiam ter sido aprofundadas, mas o conjunto funciona: é realista, próximo e deixa uma sensação de reconhecimento.
Sobre O Amor que Escolhemos, da Mariana Alvim: sei que foi preciso muita coragem da parte dela para não abandonar este projeto e conseguir finalmente publicar o livro que, pelo que fui acompanhando no podcast (sou fã🫠), foi um enorme desafio concluir. Agora, uma coisa que não lhe perdoo é o facto de nenhuma destas amigas ser leitora. Eu já estava pronta para as recomendações. 📝😅📚
Revi me muitas vezes neste livro! É um livro feminino, que nos faz lembrar que partilhamos varias dores que acompanham gerações!. Ri-me, emocionei me e enviei tantas partes às minhas amigas, o amor que escolhemos.
Já era fã da Mariana Alvim, agora sou fã da sua escrita. "O Amor que escolhermos" é sobre amizades e sobre vidas reais. Acho que todas temos um bocado de Laura, de Victoria e de Catarina. É um livro que se lê rápido, com capítulos curtos que às vezes parecem crónicas da vida real e não um livro de ficção. No fim fiquei com um quentinho no coração por ser uma das sortudas que também tem destas amizades família, amizades "anti-inflamatório"!
Inicialmente até prometia pois é um romance sobre amizade feminina, mas acabou por entrar por um caminho que me desagradou. Ganhou contornos folhetinescos, cheio de lugares comuns e, em certas partes, até demasiado frívolo. A escrita é mediana, mas um ponto positivo é que acho que a aurora tem meio de melhorar. Tudo depende é do que quiser escrever a seguir...