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Cenas de Abril
poemas/ diário
- GenresPoetry
30 pages, Paperback
First published January 1, 1979
About the author
Ana Cristina Cesar
31 books95 followersAna Cristina César was a poet and translator from Rio de Janeiro. She came from a middle-class Protestant background and was usually known as "Ana C." She had written since childhood and developed a strong interest in English literature. She spent some time in England in 1968 and, on returning to Brazil, she became a published author of note. The 1970s and early 1980s were the peak of her poetic career.
She returned to England in 1983. One of the authors she admired was Sylvia Plath. She shared some commonalities with her in temperament and fate. She died in 1983 by jumping out of a window at her parents´ apartment, in Rio de Janeiro
She returned to England in 1983. One of the authors she admired was Sylvia Plath. She shared some commonalities with her in temperament and fate. She died in 1983 by jumping out of a window at her parents´ apartment, in Rio de Janeiro
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Community Reviews
Displaying 1 - 6 of 6 reviews
March 11, 2016
Sou linda; gostosa; quando no cinema você roça o ombro em mim aquece, escorre, já não sei mais quem desejo, que me assa viva, comendo coalhada ou atenta ao buço deles, que ternura inspira aquele gordo aqui, aquele outro ali, no cinema é escuro e a tela não importa, só o lado, o quente lateral, o mínimo pavio. A portadora deste sabe onde me encontro até de olhos fechados; falo pouco; encontre; esquina da Concentração com Difusão, lado esquerdo de quem vem, jornal na mão, discreta.
July 21, 2024
olho muito tempo o corpo de um poema
até perder de vista o que não seja corpo
e sentir separado dentre os dentes
um filete de sangue
nas gengivas
até perder de vista o que não seja corpo
e sentir separado dentre os dentes
um filete de sangue
nas gengivas
August 17, 2025
Eu tinha um pouco de preconceito com A.C. César por que não gostei tanto de sua tradução. Acho que ela tomou liberdades lá que eu não tomaria. No entanto, que bela surpresa foram seus poemas-prosa. Há algo nela, também estudante de letras e ávida consumidora cultural, que vejo em mim. Para me fazer pensar em como se pode fazer literatura hoje em dia.
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August 16, 20254.5/5
muitos insultos foram tecidos à autora deste livro. quando eu gosto insulto a pessoa que escreveu. quando não gosto insulto quem lê.
estou muito cansado para uma análise digna, portanto vou só dizer que é um livro importatíssimo para a poesia em português.
muitos insultos foram tecidos à autora deste livro. quando eu gosto insulto a pessoa que escreveu. quando não gosto insulto quem lê.
estou muito cansado para uma análise digna, portanto vou só dizer que é um livro importatíssimo para a poesia em português.
February 1, 2016
"Quisera dividir o corpo em heterônimos - medito aqui no chão, imóvel tóxico do tempo."
August 5, 2016
A impressão é de que não sobra nada depois que se fecha o livro, que é muito curto. Pode ser porque é o primeiro dela. O de correspondências parece melhor.
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