Por Um Toque de Ouro - Dinheiro, poder e sucesso. Quem não deseja tudo isso? Mas e se alguns milionários na verdade têm muito mais sorte do que outros? E se toda essa sorte se revelasse como um poder especial? Emily O´Connell nunca imaginou que pudesse ter um toque de ouro. Herdeira de uma das marcas mais luxuosas de sapatos e bolsas haute couture do mundo, sorte e glamour praticamente correm no sangue de sua família. Um dia, porém, Emily percebe que sua sorte talvez seja muito maior do que imagina. Na manhã seguinte ao feriado de St. Patrick, após ganhar milhões em uma noite de jogatina, a garota se vê vítima de uma tentativa de estupro. O que a tira das estatísticas policiais, no entanto, é a forma como ela consegue se livrar quase magicamente do perigo. Tudo se complica quando Emily conhece o misterioso e encantador Aaron Locky. Afinal, que segredos ele esconde por trás de seus cabelos compridos e de sua risada irônica? De algum modo, Aaron exerce sobre ela uma atração irresistível, como se uma aura de poder os cercasse e os unisse. Ele tem muito a ensinar a Emily, mas, entre todas as coisas, ela nunca imaginaria que poderia estar envolvida com uma tradição secular lendária.
CAROLINA MUNHÓZ é jornalista e romancista, além de integrante do Potterish, um dos maiores sites de Harry Potter do mundo. A autora foi eleita como melhor escritora jovem de 2011 pelo Prêmio Jovem Brasileiro.
Aos 11 anos aguardou sua carta para Hogwarts, mas ela nunca chegou. A partir dos 18 se aventurou por diversos países como Inglaterra, França, Itália, Suíça e EUA, onde teve a oportunidade de conhecer os atores de Harry Potter.
Suas aventuras chamaram a atenção de meios de comunicação como Folha de São Paulo, Estadão, TV Cultura e Disney Channel. Foi destaque da Revista Época, ao lado das escritoras Cassandra Clare e Alexandra Adornetto e da rádio Record de Londres.
Atualmente é escritora em tempo integral e viciada em redes sociais.
Realmente decepcionado. Basicamente o problema desse livro são os péssimos personagens dele. A protagonista não tem uma personalidade definida: uma hora é boazinha, outra hora é totalmente maldosa, os dramas e problemas delas, na maioria do livro, vem do nada. O personagem do Darren é realmente ruim e completamente irreal. E a história não avança, nunca, por mais que eu desejasse que avançasse, ela não avançava. As revelações do final do livro já havia descoberto no começo dele. Não continuarei com a série.
Vale dizer que eu desconfiei desde o princípio? Não me entra na cabeça como uma pessoa pode ser tão ingênua como a protagonista deste livro, mas talvez seja exatamente este o ponto forte da história, pois se assim não fosse a trama não ocorreria. Gostei bastante a leitura, ansiosa para ler o segundo volume.
É um livro bem escrito e que explora uma ideia muito interessante e, até certo ponto, bem original: a sorte dos Leprechauns. E eu estava bem empolgada pra explorar essa nova narrativa da Carolina Munhoz.
Porém, há muitas e muitas falhas, e a primeira - e talvez a mais irritante de todas - é a protagonista Emily, que é mimada, mesquinha, supérflua e arrogante até dizer chega. Ao fim do livro, pude entender que a ideia era fazer o leitor acompanhar sua transformação, de menina mimada até uma mulher mais decidida e responsável, mas qual é o ponto de fazer o leitor odiar a protagonista do livro durante 90% dele? Os outros personagens são igualmente rasos e o enredo do livro só se faz perceber nas últimas páginas, pois o que temos a princípio é uma longa e cansativa exposição da vida "superbadalada" de Emily e do desenvolvimento de seu relacionamento com um cara rico/lindo/misterioso .
Tenho a impressão de que a trilogia poderia muito bem ter sido acoplada em um único volume e poupado o leitor dessa longa introdução, que mais serviu para afastar do que atrair. O fim do volume me mostrou a personagem que eu gostaria de ter visto desde o início, e me chateou muito que a Emily tivesse que passar por tudo o que passou por causa de um homem (resumindo, foi isso o que aconteceu) e mudado sua vida toda...
Darei uma nova chance à autora lendo o segundo livro da trilogia. Mas espero encontrar uma narrativa e uma protagonista muito melhor elaboradas e construídas.
Em Por Um Toque de Ouro, conhecemos a história de Emily O’Connell, uma menina extremamente rica e mimada, única herdeira de uma importante marca de acessórios, a O’C, a menina é como a Queen B da Irlanda, invejada e desejada por todos, Emily também é dona de uma misteriosa sorte, sempre conseguindo escapar de situações constrangedoras e obtendo sucesso em tudo que faz. A patricinha que frequenta as festas mais badaladas, e sempre está acompanha de seu amigo, que já é praticamente um irmão, a ‘bicha má’ do Darren, os dois são inseparáveis, e em nossa opinião, perfeitos juntos!
Tudo na vida da patricinha ia de vento em poupa, até o dia de St. Patrick, em que depois de algumas taças de champanhe ela acaba dentro de um banheiro sendo violentada por um rapaz e, querendo evitar isso, algo muito estranho acontece. Fato esse que a assombrou durante vários dias após o evento, e decorrente a isso Emily sentiu que sua sorte havia mudado, nada mais era como antes, e para piorar tudo, a menina conhece um americano extremamente arrogante que começa a lhe roubar o sono.
Depois de muitas brigas e implicações, Emily embarca em uma viajem a Londres com Aaron, e seu amigo fiel Darren. Durante a viajem, a ruiva descobre que a sua sorte não era 'apenas' sorte, e sim um dom, um toque de ouro, que poucas pessoas possuem. E esse dom é adquirido de duas formas, no momento do nascimento ou por genética, e no caso de Emily, seu toque de ouro, foi adquiro por genética.
O que Emily não esperava, e nós leitores nem imaginávamos, é que ela seria vítima de uma traição muito grande, vinda de uma pessoa que era digna de sua confiança. Uma traição que nos fez prender a respiração e se perguntar como isso havia acontecido. Fomos completamente surpreendidas pelo rumo que o livro tomou.
Adorei ver a evolução da Carolina neste livro, já li outros livros escritos por ela, e posso dizer sem sombra de dúvidas que suas palavras e descrições me fizeram ser transportada imediatamente para a Irlanda, me fez gostar da lenda dos Leprechaun, e me deixou completamente sem chão o final do primeiro livro da trilogia. Que os próximos livros e que sejam tão espetaculares quanto ao primeiro