Los relatos que reúne esta excepcional antología fueron publicados entre 1900 y 1908. En esta obra temprana se encuentran ya los que son elementos característicos de Hermann Hesse: la descripción poética del tiempo que se va, la admiración por la belleza inabarcable de la naturaleza y la exploración de los eternos problemas de la existencia del ser humano.
Many works, including Siddhartha (1922) and Steppenwolf (1927), of German-born Swiss writer Hermann Hesse concern the struggle of the individual to find wholeness and meaning in life; he won the Nobel Prize for literature in 1946.
Other best-known works of this poet, novelist, and painter include The Glass Bead Game, which, also known as Magister Ludi, explore a search of an individual for spirituality outside society.
In his time, Hesse was a popular and influential author in the German-speaking world; worldwide fame only came later. Young Germans desiring a different and more "natural" way of life at the time of great economic and technological progress in the country, received enthusiastically Peter Camenzind, first great novel of Hesse.
Throughout Germany, people named many schools. In 1964, people founded the Calwer Hermann-Hesse-Preis, awarded biennially, alternately to a German-language literary journal or to the translator of work of Hesse to a foreign language. The city of Karlsruhe, Germany, also associates a Hermann Hesse prize.
Onde, pensei eu, onde estava a vida, onde estava a realidade? Estaria junto daquelas bonitas e silenciosas marionetas, que percorriam os seus caminhos e que viviam sequências sempre iguais e seguras de dias?(...)A realidade é um relâmpago que estremece preso dentro de cada pedra. Se não o despertares, a pedra continua a ser uma pedra, a cidade uma cidade, a beleza bela, o aborrecimento aborrecido, e tudo dorme o sonho das coisas, até tu as cobrires com a tempestade da "realidade".
Nunca entendi muito bem a publicação de rascunhos, esboços ou fragmentos de obras só porque os autores são considerados canónicos - como se qualquer pedaço de papel que rabiscassem fosse, automaticamente, uma obra prima (e não é!). Pois Noite no lago é uma coletânea de contos que segue precisamente essa lógica pouco pragmática e apresenta, se não me enganei a contar, já que a edição não contempla um simples índice: 11 contos, 9 fragmentos ou manuscritos inacabados e 3 miniaturas paródicas o que significa que, entre as 23 narrativas presentes neste volume, só consigo avaliar 14 (embora tenha escolhido não avaliar as miniaturas). Não existem dúvidas de que a génese de Hesse está presente nos fragmentos e nem mesmo se pode dizer que não são pedaços interessantes - tendo em conta aquilo que prometem, mas que, infelizmente, não chegou até nós. Mas, precisamente por isso, funcionamos tendo por base a especulação se tentarmos adivinhar o que completaria esses textos e, sem isso, o leitor comum, parece-me, não retira grande prazer desta leitura. Assim, voltamos ao princípio: não vejo o interesse (para o grande público) de publicar apontamentos e fragmentos de obras que nunca foram acabadas. Apesar de tudo, os 11 contos que se oferecem na sua totalidade são francamente bons; o estilo bucólico, a paixão pelos animais e a natureza, e o questionamento filosófico de Hesse, bem como as suas preocupações sociais (violência, guerra, injustiça) e o amor pelos livros, estão sempre presentes.
O mundo estava dividido em dois partidos, que procuravam aniquilar-se mutuamente porque desejavam o mesmo: a libertação dos oprimidos, a eliminação da violência e a criação de uma paz duradoura. As pessoas antipatizavam muito com uma paz que provavelmente não poderia ser eterna - se não era possível ter a paz eterna, preferiam claramente a guerra eterna.
Caso se optasse pela publicação de apenas estes contos, este volume seria mais que precioso: Goethe, Fausto, Holderlin, Mozart, Heródoto, Shakespeare, Tolstoi ou Hamsun são alguns dos nomes que povoam estas narrativas a par de figuras excêntricas, míticas e peculiares como Mefistófeles ou os antigos deuses pagãos...
A terra, meus senhores, que já hoje é em boa parte propriedade do diabo, vai pertencer-lhe por completo até determinada altura e passará a ser uma parte, uma província do inferno(...)Mas mesmo assim parece-me digno de registo e simpático que. mesmo no inferno, haja música e poesia. Belial é o responsável por esse departamento. Parece-me que ele faz o seu trabalho de forma bastante simpática.
...assim como se apresenta, creio que se retira valor à totalidade das obras completas, mas nem por isso estas deixam de ser maravilhosas como são. E é sempre bom poder ler contos menos batidos como os que compõem esta coletânea cujo ambiente idílico contagia qualquer leitor (até mesmo aqueles que não se julgam fãs de Hesse - como eu).
Noite no lago ⭐⭐⭐⭐ No mirante de Pressel ⭐⭐⭐ Se a guerra durar mais dois anos ⭐⭐⭐⭐ O homem que tinha muitos livros ⭐⭐⭐⭐ Dentro e fora ⭐⭐⭐ O copo que escreve ⭐⭐⭐ Entre os Cotas ⭐⭐⭐⭐ Um serão com o doutor Fausto ⭐⭐⭐⭐ A gralha ⭐⭐⭐⭐ Um seminarista de Maulbronn ⭐⭐⭐⭐ O sonho dos deuses ⭐⭐⭐⭐
(...)a guarda e a protecção e o protesto contra a transitoriedade e o esquecimento, entre outros, pertencem também aos deveres de um poeta.
Pero estos relatos son algo más. En ellos se despliega toda la sensibilidad del autor y toda su percepción del mundo que le había tocado vivir. Aquí aparece un joven que quiere conseguir el amor a toda costa, aún cometiendo algunos errores, y también se nos cuenta la historia de un libro (“El Novalis”) y del camino que recorre por diferentes manos. Siguiendo con la reflexión, el relato que da nombre a la antología, Noche de junio, es una demostración de que el ensamblaje entre literatura y naturaleza funciona a la perfección.
Y es que, estos libros me hablan en tono consolador del misterio del amor, de lo inmutable en un tiempo cambiante.
“Impregnado de evocaciones y presentimientos, imponía su suave ritmo a su rendido corazón. Sonaba con la mística armonía de un río lejano en la noche profunda, bajo nubes huidizas y la luz azulada de estrellas, con reverente conocimiento de los secretos de la vida y de los sutiles misterios del pensamiento.”
muchos de los cuentos que tiene esta compilación ya estaban en otras que he leído (con esta he leído 3 de las 4 que tengo de hesse).
me da pena que me haya dejado con ganas de más, pero estoy seguro de que si no hubiera leído las historias antes estas me hubieran dejado satisfecho.
son historias bañadas en la juventud de hesse y los clásicos tintes con que pinta sus historias, ya sean brillante belleza o oscura melancolía.
mi favorito es el cuento que se llama Wekenhof, de 3 páginas, relata una historia de amor y tragedia fantasiosa demasiado demasiado linda donde los protagonistas son las flores.
aquí un pequeño fragmento de este libro: "La oscuridad saltó de sus rincones y se precipitó ansiosamente en pos de la llama que se extinguía; pero el suave resplandor de Venus llegó hasta el borde de la mesa redonda, formando desde el balcón una blanca avenida. El hijo de la casa y yo empezamos a contar una historia, alternándonos en rápida sucesión, como habíamos hecho otras muchas veces. En las pausas, intervenían en la narración la noche oscura, el viento nocturno que acababa de levantarse y los árboles centenarios de la avenida, y por ello en nuestra historia se hablaba mucho de estrellas, y de sombras nocturnas sobre senderos iluminados por la luna, y de los suspiros que en horas cruciales exhalan las plantas y los objetos, de espectros y de las sombras de los muertos".
i didn't expect a collection of short stories but that's fine. it's nice to see an author that can have such wide range in a single book, but still i think the shift from story to story was too much and fell like some where worth being framed and some i just wanted to rip the pages out, underwhelming at best.