"Existe uma geração de escritoras chilenas que promote. Lina Meruane é uma delas." Roberto Bolaño Saudada por Bolaño e Vila-Matas, a escritora chilena Lina Meruane é uma das grandes vozes da literatura latino-americana. Em "Ai", lançamento exclusivo do selo Formas breves, a autora nos mostra a natureza arbitrária da vida e da morte com maestria. A tradução é de Mariana Sanchez. Formas Breves é um selo digital dedicado ao gênero conto. Seu único princípio é a qualidade. Com traduções diretas e exclusivas de grandes clássicos do conto universal ou com narrativas da nova geração de escritores em língua portuguesa, Formas breves é um ancoradouro desta galáxia chamada conto.
Lina Meruane (Santiago de Chile, 1970) es escritora y ensayista. Ha publicado el libro de cuentos Las infantas (1998) y las novelas Póstuma (2000), Cercada (2000), Fruta podrida (2007), premiada Mejor Novela Inédita por el CNCE, y Sangre en el ojo (2012), por el que recibió el premio Sor Juana Inés de la Cruz. También ha publicado ensayos como Viajes virales (2012), Volverse Palestina (2013) y Contra los hijos (2014). Ha recibido el premio Anna Seghers por la calidad de su obra, entre otros. Actualmente, dicta clases en la Universidad de Nueva York y es la fundadora del sello Brutas Editoras.
No começo, você não entende muito bem o que está acontecendo. Pode ser até desestimulante. Mas é uma história curta, então, por que não seguir? O kindle mostra que em 14 minutos você vai terminar o livro. Aí você continua acompanhando a narradora nesse devaneio, nessa reflexão, nesse desabafo? Como chamar o que ela está fazendo? Não sei. Logo, você entende quem é ai, porque causa tanta dor e o que aconteceu naquela família. O ritmo vai se intensificando no fluxo de pensamento e o final é bem construído - diria que é um final bastante latino-americano. Demorei um pouco mais do que o kindle estimou, especialmente ao chegar ao fim. Voltei para ler os últimos parágrafos mais uma vez.