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Cadernos de Lanzarote #2

Cadernos de Lanzarote: Diário II

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Um ano depois, o autor prossegue o desafio. Dia após dia, Saramago não esconde pormenor. Participações em colóquios, em Aveiro, Viseu, Faro e Coimbra. Sempre a literatura, algumas vezes até, de mãos dadas com a política. A 8 de Junho regista uma noite, em Viseu, de vez as eleições ao Parlamento Europeu.» (Diário de Notícias, 9 de Outubro de 1998)

268 pages, Paperback

First published March 1, 1995

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About the author

José Saramago

311 books16.6k followers
José de Sousa Saramago (16 November 1922 – 18 June 2010) was a Portuguese novelist and recipient of the 1998 Nobel Prize in Literature, for his "parables sustained by imagination, compassion and irony [with which he] continually enables us once again to apprehend an elusory reality." His works, some of which have been seen as allegories, commonly present subversive perspectives on historic events, emphasizing the theopoetic. In 2003 Harold Bloom described Saramago as "the most gifted novelist alive in the world today."

https://en.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%...

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1 (<1%)
Displaying 1 - 22 of 22 reviews
Profile Image for Luís.
2,398 reviews1,415 followers
August 19, 2024
This second volume narrates many adventures, such as the prediction and criticisms regarding the Nobel Prize that was to arrive in 1998; the appearance of many illustrious personalities in Portuguese literature, not only an approach to the Baltasar and Blimunda; and the behavior of Humanity itself.
Profile Image for Eylül Görmüş.
773 reviews4,970 followers
August 29, 2025
"Bizler sahip olduğumuz hafıza ve üstlendiğimiz sorumluluğuz. Hafıza olmadan var olamayız, sorumluluk olmadan belki de var olmayı hak etmeyiz."

Canımın içi Jose Saramago'nun Lanzarote Adası'na yerleştikten sonraki günlüklerinden devam; ikinci kitap 3 Ocak'tan 31 Aralık'a dek 1994 yılını kapsıyor. Çıktığı zaman nasıl bir büyük hadiseye dönüşeceğini bilmeden Körlük'ü yazmaya devam ediyor, bir yandan da gitgide artan şöhretinin gerektirdiklerini yapıyor; fuarlar, konferanslar, ödül jürileri, sempozyumlar... Bu kitapta bu kısımlar ilk kitaba göre daha ağırlıklı, o nedenle kimi okurları sıkabilir belki ama ben yine bayılarak okudum. Zira ne anlatsa öyle tatlı, zarif, yumuşacık anlatıyor ki. Şu yukarıda alıntıladığım cümlesiyse bence bu adamın varoluşunun özeti ve kendisini işte bu yüzden çok seviyorum: Hafıza, vicdan ve sorumlulukla kurduğu ilişkiyi her cümlesinde sezmek mümkün olduğu için.

Edebiyat üzerine şimdikinden çok daha fazla akıl yürütülen bir çağdan sesleniyor Saramago, bir kere bunu görmek ilginçti. Dille ilişkimize, edebiyatın işlevine, biçeme, kurmacanın dinamiklerine dair ne çok, ne çok konuşuluyormuş bir zamanlar. Bu dünyanın otuz yıl önceye göre ne kadar daraldığını kitabı okurken fark ettim ve biraz üzüldüm açıkçası.

Saramago bir yandan dünyayı dolaşıyor, bir yandan da bize kendisiyle ilgili bir sürü şeyi fâş ediyor. Onca yıla rağmen her röportajda heyecanlanıyor, hiç kimseye hayır diyemiyor (kim kendisini neye davet etse onur duyarım diyiveriyor, davet edildiği şeyin ne olduğunu bilmeden, o kadar tatlı ki), okur mektuplarını cevaplamak için canla başla uğraşıyor (kendisini eleştiren küçük bir çocuğa yazdığı cevap mesela, müthiş), dalgınlığından ötürü başına sürekli abuk subuk şeyler geliyor. Bu günce sırasında defterlerin ilk cildi yayınlanıyor ve ona gelen eleştirileri de her zamanki gibi epey müstehzi şekilde bu sayfalarda yanıtlıyor.

Yine çok sevdim. Bence Saramago'dan insan olmaya dair öğrenebileceğimiz çok şey var. Şu güzelim pasajla bitireyim:

"İçeri girdiğimde Mozart çalıyordu ve köpeğimiz Pepe bana muhteşem bir hoş geldin dedi. Mutlu olmanın kaç yolu vardır? Hepsini bildiğimi düşünmeye başlıyorum."

❤️
Profile Image for Gabriel Franklin.
504 reviews30 followers
November 3, 2022
"o que encontro é alguém (eu próprio) que tendo vivido toda a sua vida de portas fechadas e trancadas, as abre agora, impelido, sobretudo, pela força de um descoberto amor dos outros, com a súbita ansiedade de quem sabe que já não terá muito tempo para dizer quem é."
Profile Image for Rute.
60 reviews1 follower
November 24, 2016
Sentir como uma perda irreparável o acabar de cada dia. Provavelmente, é isto a velhice.
Profile Image for Frederico Sousa.
28 reviews2 followers
September 15, 2021
Since Saramago is my favorite author, I hardly dislike one of his books. Of course not all his books captivate me in the same way, but I always like them.

For Cadernos de Lanzarote, I did not have high expectations, but these diaries were able to surprise me. I got to know the “Saramago Human Being” better and not just the writer. It was like stepping into his life, living with him for a while, as if that were possible. Get to know the life of a writer, which he led, as well as some of the ghosts that most augured him most, almost all of them Portuguese, come and see. But as the saying went, house saints don't do miracles.

If you like Saramago, and want to get to know him better, I strongly advise the notebooks, although I advise Saramago to everyone, these notebooks I only advise to anyone who wants to know the man.

The Nobel hovers in these books, even though it was years later. As well as talking about the writing of our beloved Essay on Blindness.

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Sendo Saramago o meu autor favorito, dificilmente não gosto de um dos seus livros. Claro que nem todos os seu livros me cativam da mesma forma, mas costumo gostar sempre.
Para os Cadernos de Lanzarote, não tinha altas expectativas, mas fui estes diários foram capazes de me surpreender. consegui conhecer melhor o “Ser Humano Saramago” e não apenas o escritor. Foi como entrar pela sua vida a dentro, viver um bocado com ele, como se isso fosse possível. Conhecer a vida de escritor, que levava, assim como alguns dos fantasmas que mais o agoiravam, quase todos eles portugueses, vá-se lá a ver. Mas como dizia o ditado, santos da casa não fazem milagres.

Se gostam de Saramago, e o querem conhecer melhor, aconselho vivamente os cadernos, apesar de aconselhar Saramago a toda a gente, estes cadernos apenas aconselho a quem quiser conhecer o Homem.

O Nobel paira nestes livros, apesar de ter sido anos mais tarde. Assim como fala sobre a escrita do nosso tão querido Ensaio Sobre a Cegueira.
Profile Image for Pollo.
774 reviews80 followers
September 11, 2019
Como en los años 1993 y 1994, aunque en un tono un poco más tranquilo, en este tomo también nos adentramos en la cotidianiedad del autor, sus viajes, reflexiones y opiniones. Aunque para algunos puede parecer monótono, lo disfruté por el interés que me produce tanto el portugués como el género. Destacan sus apuntes sobre los comentarios de los lectores durante las firmas de autógrafos, la crítica al fujimorismo y la poética semblanza sobre su estación favorita, el otoño, que escribió en setiembre, casi el mismo día que terminé de leer estas páginas.
Profile Image for beatriz brito.
72 reviews4 followers
February 11, 2024
é preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na primavera o que se vira no verão, ver de dia o que se viu de noite, com o sol onde primeiramente a chuva caía, ver a seara verde, o fruto maduro, a pedra que mudou de lugar, a sombra que aqui não estava. é preciso voltar aos passos que foram dados, para repetir e para traçar caminhos novos ao lado deles. é preciso recomeçar a viagem. sempre.
Profile Image for diario_de_um_leitor_pjv .
795 reviews148 followers
April 19, 2022
Para o projecto #herdeiros dos @literacidades este mês a proposta foi ler o patrono do Prémio. O próprio, o único, José Saramago. Por mim dediquei-me a ler o segundo volume dos Cadernos de Lanzarote. Ando com vontade de, nos próximos meses, ler os volumes deste diário que o escritor português manteve nos anos 90.

Uma delícia a sua escrita e reflexão diarística. Para quem como eu tem paixão por este tipo de livros sabe que tem nos Cadernos de Lanzarote um excelso exemplo. Uma leitura que apaixona quem gosta da obra de Saramago.
Profile Image for Nuno Martins.
111 reviews13 followers
October 11, 2017
Segundo volume do diário/apontamentos/opiniões que José Saramago foi escrevendo e publicando desde a sua ida para Lanzarote nas canárias.
Este volume abrange o ano de 1994 onde ele fala sobre os diversos acontecimentos, temas e pessoas com a sua habitual frontalidade e ironia, dando azo por vezes a grandes polémicas no mundo social, cultural e político.
Profile Image for João Mendes.
299 reviews18 followers
December 7, 2025
É absolutamente hilariante que os meus dois escritores favoritos (José Saramago e Vergílio Ferreira) tivessem um ódio de estimação mútuo.

Não sei se Saramago é um melhor romancista que Vergílio, mas os diários são muito mais interessantes de ler.
Neste ano de 1994 estava ele a escrever o Ensaio sobre a Cegueira e a gozar com as pessoas que achavam que ele ia ganhar um Nobel…

Se há coisa que parece ser regra nestes diários é o constante rasgar de alto a baixo o Cavaco Silva. Nice.
Profile Image for Rita Alves.
13 reviews
October 17, 2019
"É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na primavera o que se vira no verão, ver de dia o que se viu de noite, com Sol onde primeiramente a chuva caía, ver a seara verde, o fruto maduro, a pedra que mudou de lugar, a sombra que aqui não estava."
Profile Image for Fátima Rodrigues.
37 reviews4 followers
December 2, 2023
“Por mim, penso que nunca acabamos de viver a nossa vida.”

Que bom ter ainda mais 3 destes para ler
Profile Image for Ricardo Munguia.
450 reviews9 followers
April 30, 2019
En el mismo tono que su diario anterior, en este libro el autor nos presenta comentarios del su día a día, lo cual llega a ser una lectura bastante monótona (al igual que todos sus cuadernos) con escasos detalles en los que se nos revela su proceso creativo y las actividades en las que un escritor se ve envuelto debido a su oficio.

En este libro, a diferencia del anterior, se concretan varios de los proyectos que se empezaron en años posteriores, como una exposición fotográfica inspirada en su obra, una serie de congresos y coloquios a los que fue invitado, la traducción y representación teatral de varias de sus obras y el inicio y término de su novela "Todos los nombres". Una diferencia interesante de estos cuadernos con respecto a los anteriores es que el autor nos presenta los textos que se publicaron con motivo de estos acontecimientos, para los que tengan curiosidad de saber que opina de autor de las opiniones y representaciones de su obra. También me gustó el inicio y evolución de su obra "Todos los nombres" cuyo germen se encuentra relatado aquí e inicia con la curiosidad del autor por conocer la fecha de fallecimiento de su hermano mayor (que murió muy joven, como de 4 años y relata más a profundidad en "Las pequeñas memorias") y lo lleva por un viaje entre los registros civiles y hospitalarios, similar al trayecto del protagonista de "Todos los nombres".

Quizá en mi afán de tratar de leer de corrido todos los libros del autor y con un notable cansancio y hartazgo por leer siempre lo mismo, este libro me resulto particularmente lapidario. Pero la verdad es que me pareció más monótono que su diario anterior, quizá por que fueron años sin muchas particularidades en la vida del autor. El cuaderno anterior empieza con su autoexilio en Lanzarote provocado por la censura del gobierno portugués de su novela "El evangelio según Jesucristo" y lo que conlleva una mudanza, adaptación y asombro de llegar a vivir a un lugar nuevo y diferente, o tal vez fue mi curiosidad misma de lector al leer algo diferente, pues no acostumbro leer muchos diarios o documentos personales.

También hay episodios (los menos) en donde el autor hace algunos comentarios políticos sobre los acontecimientos del momento, como el triunfo electoral de la izquierda portuguesa siendo él un comunista, la política de la implementación del euro como moneda, y algunos comentarios literarios sobre autores principalmente de habla portuguesa que quedan como pendientes bajo la recomendación del autor.

Sin ser parte fundamental de su obra, creo que es un libro solo para los fanáticos del autor o para curiosos obstinados a quienes no les bastó con la primera entrega. Lo que sí es que considero imprescindible que lean la primera entrega antes de abordar esta, no solo para que se familiaricen con el estilo, si no para que entiendan el contexto de lo que esta pasando.
Profile Image for Victor Hernández A..
182 reviews1 follower
October 6, 2025
Al igual que Saramago, también yo he crecido un poco con él, y he tomado cierta confianza para escribir y desenvolverme sobre sus textos. Esa seguridad que él muestra en estas páginas parece haberme alcanzado también, permitiéndome comprender un poco mejor lo que dice y escribe.

Durante la revisión de los Cuadernos me di cuenta de muchos matices y decidí enfocar mi mirada en esas diferencias, en lugar de repetir lo ya dicho sobre estas obras. Siempre es un reto emitir un juicio sobre un autor que para algunos es un monumento y para otros un hereje, pero quizá ahí radica su mayor fuerza: en la certeza de que la polémica nunca deja de perseguir su nombre.

En este segundo tomo se percibe de inmediato un cambio respecto al primero: ya no hay titubeos ni justificaciones, sino la seguridad de un escritor que ha encontrado su espacio. Lo que antes parecía ensayo o tanteo, ahora se convierte en una voz firme, con un flujo narrativo pulido y consistente, que avanza sin mirar atrás.

La cronología queda relegada a un segundo plano. Los saltos temporales ya no necesitan explicación porque se perciben naturales, justificados en los temas y en los diálogos que los acompañan. El lector se deja llevar sin preocuparse por fechas o momentos, porque lo que importa no es el tiempo cronológico, sino el tiempo del pensamiento.

En este tomo también desaparece la indignación visceral que asomaba en el primero. Saramago ya no escribe con el hígado ni con el estómago, sino con una estrategia crítica más quirúrgica, que corta con precisión y sin dramatismos. La ira ha dado paso a una madurez que convierte la crítica en sátira, en sarcasmo y en ironía bien medida. No hay desahogo, hay análisis; no hay rabia, hay estrategia.

Lo cotidiano sigue presente, pero se ha transformado en catapulta. Un paseo, una carta, una noticia en el periódico sirven de punto de partida para elevar la reflexión hacia lo universal. De lo inmediato surge lo filosófico, y así Saramago arma un espacio donde lo simple sostiene lo profundo, donde lo íntimo alimenta la mirada crítica sobre la política, la religión, la literatura y la condición humana.

Un ejemplo notable es la publicación íntegra de una carta recibida, cargada de odio y amenazas, donde el remitente intenta defender la fe con un lenguaje desbordado de intolerancia. Saramago, en lugar de responder con indignación, la exhibe tal cual, con mínimas correcciones. El resultado es un golpe de efecto: la contradicción del otro queda expuesta y el autor se limita a mostrar, con la confianza orgullosa de quien ya no necesita debatir.

En contraste con el tomo I, donde las reflexiones se enmarcaban en estructuras retóricas y buscaban guiar al lector con justificaciones y reafirmaciones, aquí Saramago avanza como quien abre camino en la selva con un machete. No hay necesidad de cerrar círculos ni de ordenar cada pensamiento para que el lector lo siga; la escritura fluye con la seguridad de un autor en madurez plena.

No puedo omitir que sigue siendo invaluable poder participar, casi en tiempo real, con las obras de un autor en su diario personal (aunque sea premeditado para publicar). Estos cuadernos ofrecen una ventana inesperada a su mente y a sus inquietudes, y permiten percibir sin restricciones el pulso del proceso creativo. Es un espacio que da la oportunidad de presentir, buscar y diseccionar las voces que dieron forma a sus libros, y al leerlos por primera o segunda vez, se puede saborear, distinguir y evocar los ecos que dieron origen a cada capítulo. Son pequeños guiños que conectan de manera directa los Cuadernos de Lanzarote con su obra mayor.

Cuadernos de Lanzarote II no es solo un diario, es un rincón abierto desde donde Saramago mira el mundo y nos deja asomarnos con él. Ya no hay explicaciones ni justificaciones, solo la certeza de una voz que escribe con calma y firmeza. Lo cotidiano se vuelve puente hacia lo universal, y lo íntimo se convierte en pensamiento compartido.

Que este libro sea también una invitación para nosotros: a mirar lo simple con ojos nuevos, a escuchar la crítica sin la furia del estómago y a dejar que las palabras nos acompañen como un río sereno que avanza, seguro de su cauce. Porque al final, leer a Saramago es caminar juntos entre la tierra y lo alto, entre lo que somos y lo que buscamos ser.
Profile Image for Ricardo.
111 reviews9 followers
November 3, 2020
The diary tells the days of a writer who has an international reputation: congresses, symposia, events, articles. It is a sort of stardom, in the literary world. But read now, 25 years later, it feels like a last example of a lost world. When literature was still a discussion, there was no twitter, social media, online world. Saramago describe the last days of a lost world. Letters arriving by mail. Printed newspapers. And also the remainders of the capitalism vs communism discussion. The tone is tired, almost upset with the world. The dogma is the response to the dogma. And we feel he has this despair with the world, which he considers "lost", "worsening" and so on. Not sure I met the feelings. But as a last example of a lost lifestyle, it is interesting. He just doesn't have a view on the world that is about to appear: a new age, which somehow he misses, probably too busy discussing the same things of two generations before.
Or maybe those are the eternal themes?
Profile Image for Ana Passos.
4 reviews1 follower
June 8, 2020
Sentir como uma perda irreparável o acabar de cada dia
Profile Image for maciel.
153 reviews41 followers
July 22, 2024
O tempo é uma tira de elástico que estica e encolhe. Estar perto ou longe, lá ou cá, só depende da vontade.
Profile Image for ana beatriz.
108 reviews27 followers
March 2, 2021
/3.5/
Andei o resto do dia a remoer tão pouco tranquilizadoras reflexões (deveria eu continuar a escrever estes Cadernos, afinal indiscretos mais do que me convinha?), até que veio outro Cruz, Juan, que, comentando à mesa do jantar o primeiro volume deste diário, iluminadoramente me disse: «Os Cadernos são como a tua sombra.» Respirei aliviadíssimo porque, no fim de contas, uma sombra é isso só, uma mancha definida por um contorno pessoal, nada mais.
Profile Image for Eliana Alcala De Avila .
25 reviews16 followers
January 21, 2017
«...La vida, esta vida que, inapelablemente, pétalo a pétalo, va deshojando el tiempo, parece, estos días, haberse detenido en el "me quiere"...»
Displaying 1 - 22 of 22 reviews

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