Quand la technologie se heurte à la Nature… Nous sommes dans une nouvelle période glaciaire. Dans ces conditions extrêmes ne survivent que les créatures les plus adaptées. Takeru, responsable d'une mine de charbon est forcé de prendre ses responsabilités et de se lancer dans une expédition périlleuse. La Terre est à l'aube d'un nouveau bouleversement !
He began to work as assistant of the late mangaka Kyota Ishikawa. He made his manga debut in 1970 with Kareta Heya (A Desiccated Summer), published in the magazine Young Comic. From 1976 to 1979, he created several hard-boiled comics with the scenarist Natsuo Sekigawa, such as City Without Defense, The Wind of the West is White and Lindo 3. From 1984 to 1991, Tanigushi and Natsuo Sekigawa produced the trilogy Bocchan No Jidai. In the 1990s, he came up with several albums, among which Aruku Hito (歩くひと), Chichi no koyomi (The Almanac of My Father), and Keyaki no ki. In 2001, he created the Icare (Icaro) series on texts by Mœbius. Jirô Taniguchi gained several prizes for his work. Among others, the Osamu Tezuka Culture Award (1998) for the trilogy Bocchan No Jidai, the Shogakukan prize with Inu wo Kau, and in 2003, the Alph'Art of the best scenario at the Angoulême International Comics Festival (France) for Harukana Machi-E. His work has been translated in many languages.
Far from the violent storylines often associated with the manga, Taniguchi has developed a very personal style, more adult. Along with other writers, like Tsukasa Hōjō, his comics focus more on the Japanese society and culture, with a subtle analysis of its customs and habits.
page 106 (38.97%): "Ambientación clásica post Apocalíptica Épica en exteriores. Una población de vuelta de todo y desganada, presionados y prisioneros del trabajo por el bien de la escasez de recursos para la supervivencia en la atmósfera. todo ello bajo la octava glaciación Terrestre y en la zapatilla del globo. Una mezcla atmosférica de "Enemigo mío" y "Atmósfera cero", con diálogos más que concisos, sumamente breves."
page 165 (60.66%): "Un protagonista con poca empatía hacía el lector, pese a resultar que éste ocioso hijo de papá tenga que ser la pieza clave en la resolución del salvamento global. De momento, soso. A ver si mejora, porque contiene buenos elementos argumentales, pero mal explotados."
page 250 (91.91%): "Llegó la acción y búsqueda de la verdad o mejora de la humanidad, con particular peregrinaje. Los tramos de supervivencia y aventuras están bastante bien, pero no dejas de pasar páginas y tampoco pasa nada especial que digamos. Lo de los manporrazos al protagonista para que espabile me han parecido la mar de gratuitos. Se ve todo muy forzado y abrupto."
page 270 (99.26%): "Y llegamos a un poblado y una leyenda que es posible que sea real gracias al descubrimiento de Takeru (el prota). Me hace gracia los dibujos de los animales, los destaco y también ésa onomatopeya continua, xd.: FUUUU"
100%: en resumen, un manga de elementos argumentales clásicos dentro del sub genero de Sci fi post apocalíptico, muy sugerentes, pero que lamentablemente tiene un desarrollo abrupto, bastante superficial y lineal. Anodino en términos generales. No está mal, pero tampoco te deja con un deseo imperante de seguir leyéndolo. Leeré su segundo volumen, por ser uno más, pero como no sea mejor y más profundo su desarrollo, será una lástima. La historia, pese a ser un clásico e interesante, le falta chispa.
Foi um final de semana de leituras de ficção científica. As Crônicas da Era do Gelo, Volume 1, de Jirō Taniguchi é uma ficção científica diferente. Os elementos de sci-fi estão ali presentes, circundando os personagens (como o fato de eles viverem em uma cratera de gelo sobre a crosta terrestre), mas não parecem ser as principais motivações dos personagens. Até que, de repente, a história dá um giro e os personagens passam a se importar mais com o destino do mundo do que antes - e o leitor também. Assim, o primeiro volume deixa a vontade de continuarmos lendo o segundo e último volume. Amtes de um mangá de ficção científica eu diria que esse volume um poderia ser melhor qualificado com um quadrinho de aventura e mais precisamente aventura de resgate no gelo. Gelo, aventura e ficção científica já geraram algumas das melhores e mais empolgantes enredos que temos no cinema e nos quadrinhos, por exemplo, este volume 1 de As Crônicas da Era do Gelo, não é muito diferente. Assim que puder quero ler o segundo volume!
Aun tratándose de una obra de su primera época, ya están presentes algunos de los grandes temas de Taniguchi. El primer tercio del cómic, más apegado a lo que uno esperaría de un manga de cf al uso, con entornos tecnificados y juventud problemática, flojea hasta que aparece aquello en lo que posteriormente el autor se convertiría en maestro. Ni el dibujo ni la narración transmiten aún con la potencia de su obra de madurez, pero en cuanto empieza a aparecer la escalada, la batalla del hombre contra un medio hostil, de rigor climático y bestias hambrientas, la historia te atrapa y te sumerge en el enclaustramiento de la base y el sufrimiento de los hielos. Permanezco a la expectativa del giro que Taniguchi introduce en las últimas páginas y que debe aportar el obligado suspense de la segunda y última parte.
Finalmente terminei o primeiro volume de As Crônicas da Era do Gelo e pude entender melhor o que foi tão criticado por tantas pessoas: o desenvolvimento do Takeru - ou a falta dele.
Takeru precisou assumir um posto que, cá entre nós, não era nada fácil e fez isso sem preparo nenhum. Na minha opinião, o autor conseguiu passar o desespero que o jovem sentiu ao se deparar com tanta responsabilidade.
Enfim, foi um bom primeiro volume! (3,5 ⭐️⭐️⭐️)
This entire review has been hidden because of spoilers.
I usually like survival stories in a pos apocalyptic world but this one didn’t work for me. It didn’t work because I couldn’t attach with these characters, therefore worry or fear of them, which weakened the story for me. Also, the lore presented in the end wasn’t interesting. Disclaimer: the art is gorgeous.
Conhecendo apenas as obras "Guardiões do Louvre" e "O Homem que Passeia" de Jiro Taniguchi, que são mais contemplativas e tranquilas me surpreendi positivamente com essa Ficção Científica pós apocalíptica.
É um mangá com um ritmo mais acelerado contendo muito mais ação.
Conhecemos então a Talpa, uma estação mineradora que explora recursos naturais no Polo comandada pela cidade de Abyss. Lá os trabalhadores vivem isolados e em péssimas condições, deixados à própria sorte.
Nesse ponto, a terra está passando por temperaturas extremas, onde uma Era do Gelo domina, clima completamente enlouquecido, animais que se adequaram como puderam e evoluíram de forma que estão mais agressivos e hostis e seres humanos totalmente dependentes da tecnologia para sobreviver.
Percebemos as dificuldades dos personagens, muitos morrem tentando sair desse local de modo até muito abrupto, não dá tempo de se conectar com eles, mas é perceptível a urgência da situação.
Takeru, o protagonista é um rapaz jovem que foi incubido de liderar a Talpa logo depois de acidentes e mortes acontecerem. Nisso ele tenta descobrir o que está acontecendo no mundo exterior.
Sem falar no traço que é lindo. O cara desenha demais.
Recuperación de una de las primeras obras de Taniguchi. Quizás se resiente un poco de ello en lo estereotipado en la construcción de personajes, pero ya contiene alguno de sus elementos predilectos: la fascinación por las historias de frontera, la belleza y la dureza de la naturaleza alejada de la mano del hombre, la escalada... Narrativamente todavía hay cosas que no funcionan como en su obra posterior, pero visualmente ya impone.
O estilo narrativo de Taniguchi brinca com a criação constante de uma expectativa. Quadro a quadro o leitor é levado, através de suas impressionante imagens, a vivenciar a agonia dos trabalhadores daquela talpa, tão distantes do mundo aqui fora e sem a menor noção de que as mais diversas mudanças estão em ação enquanto bebem, brigam, transam e operam seus maquinários.
As maiores revelações são guardadas para o arco final, com um traço ainda mais bonito que os primeiros capítulos da história... e fica para o volume dois as promessa do encerramento coeso do leque de informações apresentados nessa primeira e excelente parte.
Arte linda e dinâmica muito boa para entender a história. Porém gasta bastante tempo com o desenvolvimento dos personagens no primeiro volume, sobrando apenas o segundo para o principal da história.
Und mal wieder ein (unfähiger) Hauptcharakter, der irgendwann fähig wird durch eine Prophezeiung. Das Ende lässt eine Menge offen, dann hoffe ich mal, dass alles mehr Sinn macht im zweiten Band.
Ice Age Chronicle of the Earth (sans blague, l'éditeur ne pouvait pas trouver un titre en français?), offre une bonne histoire de science-fiction cataclysmique, quoique un peu précipité vers la fin. Le style artistique du early-Taniguchi est bien (pas aussi bon que ses oeuvres plus récentes, bien sûr) mais souvent très inégal (on sent les délais de production liés à la prépublication en série dans les magazines!). J'ai aussi déjà noté plus haut qu'il me semblait discerner dans cette oeuvre de Taniguchi l'influence de la BD française de la bonne époque de Métal Hurlant (Moebius, Druillet) mais dans le second volume il me semble possiblement entrevoir dans les scènes cataclysmiques aussi quelques influences du Akira (1982-90) d'Otomo et du Nausicäa (1982-94) de Miyazaki…
Dans l'ensemble c'est une très bonne lecture. Une sorte de fable écologique qui est toujours d'actualité. Ce n'est pas parfait mais, avec Taniguchi, un manga ne peut être qu'agréable. À lire.
Quand le climat se rebelle et les hommes sont soumis à un terrible dessein... Taniguchi tel que je ne le connaissais pas, à la frontière entre catastrophe écologique et la science-fiction. Vivement la suite !